sábado, 5 de setembro de 2009

FÍSICA QUÂNTICA NO ÁNGEL PI-MESÓNICO DE DALI


O barro no rosto / o barro ainda molhado de genética na face / de onde posso ver a família em toda sua genealogia / assim como vejo no albirostro bico da ave / que põe a espécie no espelho dos olhos do naturalista / do apaixonado ornitólogo /

O barro na sua cara / evoca os seus antepassados / lembra-me de outros rostos nessa feição talhados / leva-me a passear pela sua árvore genealógica / observando as ligas metálicas e sais que encetarm o caminho elétrico / o raio que acendeu o fogo com a primeira respiração /

Os minerais do solo com os quais sua face foi moldada / fala dos genes oleiros que amassaram sua face / do Rodin e do Michelangelo que esculpiu seu corpo / com argila e arenito e rochas nos ossos /

O que seus genes desenharam e realizaram / diz do ser humano macho primevo que lhe deu origem / que denominaram Adão ou o ser do húmus ( da terra ) / e do ser humano fêmea, Eva : a vida / que lhe deu à luz do sol exterior / e preparou o sol interior na eletricidade que move os músculos / bem como os impulsos elétricos nas sinapses / que vão do interior do corpo à colheita das ondas luminosas nos olhos / e tocam o exterior do mundo / nos movimentos musicais sincronizados pela orquestra do cérebro e músculos / que coletam a natureza /

Esta sua face de Eva /
seu corpo de Adão Kadmon que se espelha narcisista nos relâmpagos / na terra que a mão cava para enterrar a semente ou o corpo morto / e a água que desce do céu em chuva curvilínea ao atrito do ar / refletindo sua imagem de Narciso à flor do lago / cuja água límpida ou salobra brota súbita do arenito ou da pedra da caverna / para se unir ao elo perdido e oriundo do amor ao abrigo em seu corpo / na forma placentária do feto / que virá a ser corpo humano macho ou fêmea / depois do tempo no limbo / do ato sexual que desmanchou num instante no tempo / a dicotomia macho e fêmea / quando o tempo marco a sucessão da união sexual de Adão e Eva / momento hermafrodita que fez parar o tempo em dois corpos / esquecidos da dualidade física e química e elétrica / envolvidos no anjo que está mensurado no pi do diâmetro do círculo / o anjo pi-mesônico nascido no espaço imaginário do número pi / calculado e posto no raio da circunferencia / no reino invisível e insensível da física quântica / um pi de anti-matéria / para ir além do mundo vegetativo do poeta / ao universo mineral em partículas e anti-partículas / formulado em língua matemática / pelos poetas românticos da física / que dialogam com o anjo pi-mesónico / que Salvador Dali retirou do limbo mesónico / que há abaixo dos minerais /

A poesia vai até o fundamento vegetativo da vida /
até a fundação da vida no reino vegetal /
captando a ciência e a consciência vegetal /
mesmo o mundo onírico e o inconsciente vegetativo /

A física das partículas sub-atômicas /
a física quântica desce pelo reino mineral /
vai ao inferno, ao submundo /
ao Hades que há antes e depois da vida /
ao grau abaixo da consciência vegetal /
ao nível da consciência submineral /

A poesia é o anjo com a face no céu enxameado de galáxias e nebulosas /
que emitem um chiado característico na surdina da noite /
cantando com nomes produzidos no favo de mel das abelhas /
uma doce ode ou uma elegia amaríssima /

A física - o anjo com a face enterrada na areia /
abaixo ainda da terra que a erva agarra com oas raízes dos dedos /
no mundo pi-mesônico das partículas mais elementares /
elaborando com a língua matemática dos anjos pi-mesônicos /
uma ode ou uma elegia para seu universo em poesia numérico /
mensurado em versos matemáticos /

REFERÊNCIAS :
GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA SMIRNOFF - VODKA-SMIRNOFF.COM - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA-SMIRNOFF.COM - www.vodka-smirnoff.com - ottogribel - www.vodka-smirnoff.com - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ORLOFF, BAIKAL - vodka-orloff - VODKA ORLOFF - vodka-orloff - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - vodka-absoluta - VODKA ABSOLUTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: VODKA BAIKAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : VODKA BAIKAL - vodka-baikal - VODKA BAIKAL - vodka-baikal - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTO BISMARK - ottobismark.com - OTTOBISMARK - www.ottobismak.com - OTTOBISMARK - www.ottobismark.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO BAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - OTTOBAYER - www.ottobayer.com - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO MULLER - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - ottomullergribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomuller.gribel.com - OTTO MULLER GRIBEL - www.ottomullergribel.com - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIBEL - ottogribel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - OTTOGRIEBEL - ottogriebel - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : Otto Neugebauer - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : OTTO NEUGEBAUER - GOOGLE, WIKIPEDIA: GENÉTICA, FACE, FAMÍLIA, ROSTO - GOOGLE, WIKIPEDIA: GENÉTICA, FACE, FAMÍLIA, ROSTO - GOOGLE, WIKIPEDIA: GENEALOGIA, ÁRBOL, ÁRVORE GENEALÓGICA - GOOGLE, WIKIPEDI: GENEALOGIA, ÁRBOL, ÁRVORE GENEALÓGICA - GOOGLE, WIKIPEDIA: ANJO , ÁNGEL PI-MESÔNICO - GOOGLE, WIKIPEDIA : ANJO, ÁNGEL PI-MESÔNICO, PI-MESÓNICO - GOOGLE, WIKIPEDIA : AVE, ESPÉICE, NATURALISTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: AVE, ESPÉCIE, NATURALISTA - GOOGLE, WIKIPEDIA: ORNITÓLOGO, ORNITOLOGIA - GOGLE, WIKIPEDIA: ORNITÓLOGO, ORNITLOGIA : GOOGLE, WIKIPEDIA: ANTEPASSADOS, ANTEPASADOS - 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GOOGLE, WIKIPEDIA : MACHO, FÊMEA, FEMEA, HUMUS, HÚMUS - GOOGLE, WIKIPEDIA : MACHO, F~EMEA, FEMEA, HUMUS, HÚMUS - GOOGLE, TERRA, TIERRA, GALÁXIA, NEBULOSA - GOOGLE, WIKIPEDIA : TERRA, TIERRA, GALÁXIA, NEBULOSA - GOOGLE, WIKIPEDIA : SINAPSES, SINAPSIS, MÚSCULOS - GOOGLE, WIKIPEDIA : SIANPSES, SINAPSIS, MÚSCULOS - GOOGLE, WIKIPEDIA : MUNDO, MUSICAIS, MUSICALES - GOOGLE, WIKIPEDIA : MUNDO, MUSICAIS, MUSICALES - GOOGLE, WIKIPEDIA : CÉREBRO, NATUREZA, NATURALEZA - GOOGLE, WIKIPEDIA : CÉREBRO, NATUREZA, NATURALEZA - GOOGLE, WIKIPEDIA : HERMAFRODITA, LIMBO, FETO - GOOGLE, WIKIPEDIA : HERMAFRODITA, LIMBO, FETO - GOOGLE, WIKIPEDIA : CIRCUNFERENCIA, NARCISISTA, CAVERNA, LUMINOSAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : CIRCUNFERENCIA, NARCISISTA, CAVERNA, LUMINOSAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : FÍSICA QUÂNTICA, QUÁNTICA, ANTIMATERIA - GOOGLE, WIKIPEDIA : ANTIMATERIA, FÍSICA QUÂNTICA, QUÁNTICA - GOOGLE, WIKIPEDIA : POETA, FÍSICO, ELEGIA, ODE - GOOGLE, WIKIPEDIA : POETA, FÍSICO, ELEGIA, ODE - GOOGLE, WIKIPEDIA : VEGETATIVO, VEGETAL, ROMÂNTICO, ROMÁNTICO - GOOLGE, WIKIPEDIA : VEGETAL, VEGETATIVO, ROMÁNTICO, ROMÂNTICO - GOOGLE, WIKIPEDIA : PATRTÍCULAS SUB-ATÔMICAS, ATÓMICAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : PARTÍCULAS SUB-ATÔMICAS, ATÓMICAS - GOOGLE, WIKIPEDIA : ADÃO, ADÁN KADMON - GOOGLE, WIKIPEDIA : ADÃO, ADÁN KADMON - GOOGLE, WIKIPEDIA : REINO, POESIA, HADES, INFERNO - GOOGLE, WIKIPEDIA : INFERNO, HADES, POESIA, REINO - GOOGLE, WIKIPEDIA : ANTII-PARTÍCULA, ANTIPARTICULA - GOOGLE, WIKIPEDIA : ANT-PARTÍCULA, ANTIPARTICULA - GOOGLE, WIKIPEDIA : UNIVERSO, CONSCI~ENCIA, SUBMINERAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : UNIVERSO, CONSCIÊNCIA, SUBMINERAL - GOOGLE, WIKIPEDIA : NUMÉRICO, VERSOS, MENSURADO - GOOGLE, WIKIPEDIA : NUMÉRICO, VERSOS, MENSURADO - GOOGLE, WIKIPEDIA : MATEMÁTICO, ASTRÓNOMO, ASTRÔNOMO - GOOGEL, WIKIPEDIA > MATEMÁTICO, ASTRÓNOMO, ASTRÔNOMO - GOOGLE, WIKIPEDIA : ASTRONOMIA, AMERICANO, MATEMÁTICA - GOOGLE, WIKIPEDIA : ASTRONOMIA, AMERICANO, MATEMÁTICA -GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : MICHELANGELO BUONAROTI - GOOGLE, WIKIPEDIA , BIOGRAFIA : MICHELANGELO BUONAROTI / GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA: RODIN - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA : RODIN -GOOGLE, WIKIPEDIA. Otto E. Neugebauer (* 26 de mayo 1899 en Innsbruck; † 19 de febrero 1990) fue un matemático y astrónomo austriaco-americano dedicado exclusivamente a la investigación de la historia de la ciencia, y en especial de la Astronomía. Se conoce por ser un investigador muy tenaz y gran descubridor de la matemática Babilónica. Ganó el Premio Balzan en 1986 para la historia de la ciencia.
GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE :Pi (película) - GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE : PI ( PELÍCULA) -

π
Título Pi, Fe en el Caos (España y Chile),

Pi (Argentina), Pi: El Orden del Caos (resto de Hispanoamérica).

Ficha técnica
Dirección Darren Aronofsky
Producción Eric Watson
Guión Darren Aronofsky
Sean Gullette
Música Clint Mansell
Fotografía Matthew Libatique
Reparto Sean Gullette
Mark Margolis
Ben Shenkman
Pamela Hart
Datos y cifras
País(es) Estados Unidos
Año 1998
Género Thriller
Ciencia ficción
Duración 84 min.
Compañías
Presupuesto 60.000 dólares
Recaudación 3,221,152 dólares
Ficha en IMDb
Ficha en FilmAffinity

π (Pi en Argentina, Pi, fe en el caos en España) es una película estadounidense de 1998, del género thriller y ciencia ficción, opera prima del director estadounidense Darren Aronofsky. GOOGLE, WIKIPEDIA: Número π - GOOGLE, WIKIPEDIA : π (pi) es la relación entre la longitud de una circunferencia y su diámetro, en Geometría euclidiana. Es un número irracional y una de las constantes matemáticas más importantes. Se emplea frecuentemente en matemáticas, física e ingeniería. El valor numérico de π, truncado a sus primeras cifras, es el siguiente:

\pi \approx 3{,}14159265358979323846...

El valor de π se ha obtenido con diversas aproximaciones a lo largo de la historia, siendo una de las constantes matemáticas que más aparece en las ecuaciones de la física, junto con el número e. Por ello, tal vez sea la constante que más pasiones desata entre los matemáticos profesionales y aficionados. La relación entre la circunferencia y su diámetro no es constante en geometrías no euclídeas.

π es la relación entre la longitud de una circunferencia y su diámetro. Es una constante en Geometría euclidiana.
Lista de números – Números irracionales
ζ(3) – √2 – √3 – √5 – φ – α – e – π – δ
Binario 11,00100100001111110110…
Decimal 3,14159265358979323846…
Hexadecimal 3,243F6A8885A308D31319…
Fracción continua 3 + \cfrac{1}{7 + \cfrac{1}{15 + \cfrac{1}{1 + \cfrac{1}{292 + \ddots}}}}
Nótese que la fracción continua no es periódica.

El nombre π [

Letra griega pi. Símbolo adoptado en 1706 por William Jones y popularizado por Leonhard Euler.
GOOGLE, WIKIPEDIA , BIOGRAFIA : LEONHARD EULER - GOOGLE, WIKIPEDIA , BIOGRAFIA: LEONHARD EULER

La notación con la letra griega π proviene de la inicial de las palabras de origen griego "περιφέρεια" (periferia) y "περίμετρον" (perímetro) de un círculo.[1] Esta notación fue usada por primera vez en 1706 por el matemático galés William Jones[2] y popularizada por el matemático Leonhard Euler en su obra «Introducción al cálculo infinitesimal» de 1748. Fue conocida anteriormente como constante de Ludolph (en honor al matemático Ludolph van Ceulen) o como constante de Arquímedes (no se debe confundir con el número de Arquímedes).La búsqueda del mayor número de decimales del número π ha supuesto un esfuerzo constante de numerosos científicos a lo largo de la historia. Algunas aproximaciones históricas de π son las siguientes. GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFIA: ARQUIMEDES - GOGLE, WIKIPEDIA , BIOGRAFI A: ARQUIMEDES - GOOGLE, WIKIPEDIA , MATEMÁTICA : NÚMERO DE ARQUIMEDES - GOOGLE, WIKIPEDIA , MATEMATICA: NÚMERO DE ARQUIMEDES -

Detalle del papiro Rhind.

El valor aproximado de π en las antiguas culturas se remonta a la época del escriba egipcio Ahmes en el año 1800 a. C., descrito en el papiro Rhind,[3] donde se emplea un valor aproximado de π afirmando que: el área de un círculo es similar a la de un cuadrado, cuyo lado es igual al diámetro del círculo disminuido en 1/9, es decir, igual a 8/9 del diámetro. En notación moderna:

S = \pi r^2 \simeq \left( \frac{8}{9} \cdot d \right)^2 = \frac{64}{81} d^2 = \frac{64}{81} \left(4 r^2\right)

\pi \simeq \frac{256}{81} = 3{,}16049 \ldots

Entre los ocho documentos matemáticos hallados de la antigua cultura egipcia, en dos se habla de círculos. Uno es el papiro Rhind y el otro es el papiro de Moscú. Sólo en el primero se habla del valor aproximado del número π. El investigador Otto Neugebauer, en un anexo de su libro The Exact Sciences in Antiquity,[4] describe un método inspirado en los problemas del papiro de Ahmes para averiguar el valor de π, mediante la aproximación del área de un cuadrado de lado 8, a la de un círculo de diámetro 9. Algunos matemáticos mesopotámicosempleaban, en el cálculo de segmentos, valores de π igual a 3, alcanzando en algunos casos valores más aproximados, como el de 3 + 1/8.Una de las referencias indirectas más antiguas del valor aproximado de π se puede encontrar en un versículo de la Biblia:«Hizo fundir asimismo un mar de diez codos de un lado al otro, perfectamente redondo. Tenía cinco codos de altura y a su alrededor un cordón de treinta codos.»

I Reyes 7:23 (Reina-Valera 1995)

Una cita similar se puede encontrar en II Crónicas 4:2. En él aparece en una lista de requerimientos para la construcción del Gran Templo de Salomón, construido sobre el 950 a. C. Ambas citas dan 3 como valor de π lo que supone una notable pérdida de precisión respecto de las anteriores estimaciones egipcia y mesopotámica.

Método de Arquímedes para encontrar dos valores que se aproximen al número π, por exceso y defecto.
Método de aproximación de Liu Hui.

El matemático griego Arquímedes (siglo III a. C.) fue capaz de determinar el valor de π, entre el intervalo comprendido por 3 10/71, como valor mínimo, y 3 1/7, como valor máximo. Con esta aproximación de Arquímedes se obtiene un valor con un error que oscila entre 0,024% y 0,040% sobre el valor real. El método usado por Arquímedes[5] era muy simple y consistía en circunscribir e inscribir polígonos regulares de n-lados en circunferencias y calcular el perímetro de dichos polígonos. Arquímedes empezó con hexágonos circunscritos e inscritos, y fue doblando el número de lados hasta llegar a polígonos de 96 lados.Alrededor del año 20 d. C., el arquitecto e ingeniero romano Vitruvio calcula π como el valor fraccionario 25/8 midiendo la distancia recorrida en una revolución por una ruedad de diámetro conocido.En el siglo II, Claudio Ptolomeo proporciona un valor fraccionario por aproximaciones:

\pi \simeq \frac{377}{120} = 3{,}1416 \ldots

El cálculo de pi fue una atracción para los matemáticos expertos de todas las culturas. Hacia 120, el astrólogo chino Chang Hong (78-139) fue uno de los primeros en usar la aproximación \sqrt {10}, que dedujo de la razón entre el volumen de un cubo y la respectiva esfera inscripta. Un siglo después, el astrónomo Wang Fang lo estimó en 142/45 (3,155555), aunque se desconoce el método empleado.[6] Pocos años después, hacia 263, el matemático Liu Hui fue el primero en sugerir[7] que 3,14 era una buena aproximación, usando un polígono de 96[8] o 192[6] lados. Posteriormente estimó π como 3,14159 empleando un polígono de 3.072 lados.A finales del siglo V, el matemático y astrónomo chino Zu Chongzhi calculó el valor de π en 3,1415926 al que llamó «valor por defecto» y 3,1415927 «valor por exceso», y dio dos aproximaciones racionales de π: 22/7 y 355/113 muy conocidas ambas,[10] siendo la última aproximación tan buena y precisa que no fue igualada hasta más de nueve siglos después, en el siglo XV.Usando un polígono regular inscripto de 384 lados, a finales del siglo V el matemático indio Aryabhata estimó el valor en 3,1416. A mediados del siglo VII, estimando incorrecta la aproximación de Aryabhata, Brahmagupta calcula π como \sqrt {10}, cálculo mucho menos preciso que el de su predecesor. Hacia 1400 Madhava obtiene una aproximación exacta hasta 11 dígitos (3,14159265359), siendo el primero en emplear series para realizar la estimación.En el siglo IX Al-Jwarizmi en su "Álgebra" (Hisab al yabr ua al muqabala) hace notar que el hombre práctico usa 22/7 como valor de π, el geómetra usa 3, y el astrónomo 3,1416. En el siglo XV, el matemático persa Ghiyath al-Kashi fue capaz de calcular el valor aproximado de π con nueve dígitos, empleando una base numérica sexagesimal, lo que equivale a una aproximación de 16 dígitos decimales: 2π = 6,2831853071795865.

John Wallis, (1616–1703).
Leonhard Euler, (1707–1783).

A partir del siglo XII, con el uso de cifras arábigas en los cálculos, se facilitó mucho la posibilidad de obtener mejores cálculos para π. El matemático Fibonacci, en su «Practica Geometriae», amplifica el método de Arquímedes, proporcionando un intervalo más estrecho. Algunos matemáticos del siglo XVII, como Viète, usaron polígonos de hasta 393.216 lados para aproximarse con buena precisión a 3,141592653. En 1593 el flamenco Adriaan van Roomen (Adrianus Romanus) obtiene una precisión de 16 dígitos decimales usando el método de Arquímedes. En 1610 el matemático Ludolph van Ceulen calculó los 35 primeros decimales de π. Se dice que estaba tan orgulloso de esta hazaña que lo mandó grabar en su lápida. Los libros de matemática alemanes durante muchos años denominaron a π como número ludolfiano. En 1665 Isaac Newton desarrolla la serie[11]

 \arcsin {x} = x + \frac {1}{2} \cdot \frac {x^3}{3} + \frac{1 \cdot 3}{2\cdot 4} \cdot \frac {x^5}{5} + \frac {1\cdot 3\cdot 5}{2\cdot 4\cdot 6} \cdot \frac{x^7}{7} + \ldots

Con  x = \frac {1} {2} obtuvo una serie para \arcsin(\frac {1} {2}) = \frac {\pi} {6}.

El matemático inglés John Wallis desarrolló en 1655 la conocida serie Producto de Wallis:

 \frac{2}{1} \cdot \frac{2}{3} \cdot \frac{4}{3} \cdot \frac{4}{5} \cdot \frac{6}{5} \cdot \frac{6}{7} \cdot \frac{8}{7} \cdot \frac{8}{9} \cdot \dots = \frac{\pi}{2} .

En 1699, a sugerencia de Edmond Halley, el matemático inglés Abraham Sharp (1651-1742) calculó pi con una precisión de 71 dígitos decimales usando la serie de Gregory:

 \arctan (x) = x - \frac {x^3} {3} + \frac {x^5} {5} - \ldots

Con  x = \frac {1} {\sqrt{3}} se obtiene una serie para \arctan (\frac {1} {\sqrt{3}}) = \frac {\pi} {6}. Para alcanzar la precisión obtenida, debió usar alrededor de trescientos términos en la serie. En 1720 el francés Thomas de Lagny utilizó el mismo método para obtener una aproximación de 127 dígitos (solo los primeros 112 eran correctos).

Leibniz calculó de una forma más complicada en 1682 la siguiente serie matemática que lleva su nombre:

 \sum_{n=0}^{\infty} \frac{(-1)^n}{2n+1} = 1 - \frac{1}{3} + \frac{1}{5} - \dots = \frac{\pi}{4} .

Fue en el año 1706 cuando el galés William Jones afirmó: «3,14159 andc. = π». Leonhard Euler adoptó el conocido símbolo en 1737, que se convirtió en la notación habitual hasta nuestros días.El matemático japonés Takebe empezó a calcular el número π en el año 1722, con el mismo método expuesto por Arquímedes, y fue ampliando el número de lados para polígonos circunscritos e inscritos hasta llegar a 1.024 lados. Este ingente trabajo consiguió que se determinara π con 41 decimales.En 1789 el matemático de origen eslovaco Jurij Vega, mediante la fórmula de John Machin, descubierta en 1706, fue el primero en averiguar los primeros 140 decimales de π, de los cuales 126 eran correctos; este récord se mantuvo durante 52 años, hasta que en 1841 William Rutherford calculó 208 decimales, de los cuales 152 eran correctos.El matemático aficionado de origen inglés William Shanks dedicó cerca de 20 años a calcular π y llegó a obtener 707 decimales en 1873. En el año 1944, D. F. Ferguson encontró un error en la posición decimal 528 de la serie de Shanks, a partir del cual todos los dígitos posteriores eran erróneos. En 1947, Ferguson recalculó π con 808 decimales con la ayuda de una calculadora mecánica.Algunas aproximaciones históricas de valores de π, anteriores a la época computacional, se muestran en la siguiente tabla:

Año Matemático o documento Cultura Aproximación Error

(en partes por millón)

~1900 a. C. Papiro de Ahmes Egipcia 28/34 ~ 3,1605 6016 ppm
~1600 a. C. Tablilla de Susa Babilónica 25/8 = 3,125 5282 ppm
~600 a. C. La Biblia (Reyes I, 7,23) Judía 3 45070 ppm
~500 a. C. Bandhayana India 3,09 16422 ppm
~250 a. C. Arquímedes de Siracusa Griega entre 3 10/71 y 3 1/7

empleó 211875/67441 ~ 3,14163

<402>13,45 ppm

~150 Claudio Ptolomeo Greco-egipcia 377/120 = 3,141666... 23,56 ppm
263 Liu Hui China 3,14159 0,84 ppm
263 Wang Fan China 157/50 = 3,14 507 ppm
~300 Chang Hong China 101/2 ~ 3,1623 6584 ppm
~500 Zu Chongzhi China entre 3,1415926 y 3,1415929
empleó 355/113 ~ 3,1415929
<0,078>
~500 Aryabhata India 3,1416 2,34 ppm
~600 Brahmagupta India 101/2 ~ 3,1623 6584 ppm
~800 Al-Juarismi Persa 3,1416 2,34 ppm
1220 Fibonacci Italiana 3,141818 72,73 ppm
1400 Madhava India 3,14159265359 0,085 ppm
1424 Al-Kashi Persa 2π = 6,2831853071795865 0,1 ppm

GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSICA : Mesón (partícula) - GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSICA: MESÓN ( PARTÍCULA )

Mesón

Mesones de espín 0 forman ua nonet
Familia Bosón
Grupo Hadrón
Interacción Nuclear fuerte
Teorizada Hideki Yukawa (1935)
Descubierta 1946
Tipos ~140 (Lista)
Masa From 139 MeV/c2 (π+)
to 9,460 MeV/c2 (ϒ)
Carga eléctrica −1 e, 0 e, +1 e
Espín 0, 1

En física de partículas, un mesón (del griego antiguo μεσος (mesos) = medio) es un bosón que responde a la interacción fuerte, esto es, un hadrón con un espín entero.En el Modelo estándar, los mesones son partículas compuestas de un número par de quarks y antiquarks. Se cree que todos los mesones conocidos consisten en un par quark-antiquark - los así llamados quarks de valencia - más un "mar" de pares quark-antiquark y gluones virtuales. Está en progreso la búsqueda de mesones exóticos que tienen constituyentes diferentes. Los quarks de valencia pueden existir en una superposición de estados de sabor (física); por ejemplo, el pión neutro no es ni un par arriba-antiarriba ni un par abajo-antiabajo, sino una superposición cuántica igual de ambos. Los mesones pseudoescalares (con espín 0) tienen la menor energía en reposo, donde el quark y antiquark tienen espines opuestos, y luego el mesón vectorial (con espín 1), donde el quark y antiquark tienen espines paralelos. Ambos vienen en versiones de mayor energía donde el espín queda aumentado por el momento angular orbital. Todos los mesones son inestables.Los mesones fueron predichos originalmente como portadores de la fuerza que une al protón y al neutrón, de ahí su nombre. Cuando fue descubierto, el muón se identificó con esta familia de masa similar y fue bautizado como "mesón mu", sin embargo no mostró una atracción fuerte a la materia nuclear y es en realidad un leptón. El pión fue el primer mesón verdadero en ser descubierto.En 1949 Hideki Yukawa fue galardonado con el Premio Nobel de física por predecir la existencia del mesón. Originalmente lo llamo 'mesontrón', pero fue corregido por Werner Heisenberg (su padre fue profesor en griego de la Universidad de Munich), quien indicó que no había un 'tr' en la palabra griega 'mesos'. GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSCIA QUÂNTICA : PION - Pion - GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSICA QUÁNTICA : PION - PROTÓN, MESÓN, PROTON, MESON , MUÓN, MUON, LEPTÓN, MUON, LEPTÓN., LEPTON, LEPTON - QUARKS, ANTIQUARKS, QUARKS, BOSÓN, HADRÓN, BOSÓN, HADRÓN , ESPÍN, ESPÍN .

Pion

Un "quark up" y un "quark anti-down" forman un pion con carga positiva (π+).
Composición π+: ud


π0: dd /uu


π−: du
Familia Bosón
Grupo Mesón
Interacción Nuclear fuerte
Símbolo(s) π+, π0 & π-
Teorizada Hideki Yukawa
Descubierta 1947
Tipos 3
Masa π+-: 139.57018(35) MeV/c2
π0: 134.9766(6) MeV/c2
Carga eléctrica π+-: ±e
π0: 0
Espín π+-: 1(±1), 0−
π0: 1(0), 0−
GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSICA: Átomo exótico - GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSICA : ÁTOMO EXÓTICO: ELECTRONES, PROTONES, ELECTRONES, PROTONES , MESÓNICOS, MESÓNICOS , MÉSON, MÉSON, ÁTOMOS MESÓNICOS, ÁTOMOS MESÓNICOS - CUÁNTICA, FÍSICA CUÁNTICA, FÍSICA CUÁNTICA - MUONES, MUONES. PIÓNICO, PIÓNICO

Un átomo exótico es el análogo a un átomo normal en donde una o más de sus partículas, tanto las cargadas negativamente (electrones) como positivamente (protones) son sustituidas por otras partículas elementales diferentes. La sustitución puede ser de los electrones, los protones o ambos. Ya que los nuevos sistemas formados son altamente inestables, los átomos exóticos tienden a tener vidas medias extremadamente cortas.GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSICA:Átomos mesónicos - GOOGLE, WIKIPEDIA, FÍSCIA : ÁTOMOS MESÓNICOS : Un átomo mesónico es aquel en el que el núcleo permanece inalterado, mientras uno o más de los electrones de su capa externa son sustituidos por un mesón (el cual no es un leptón, como los electrones o los muones). Los mesones pueden interaccionar vía la fuerza fuerte, así que los niveles energéticos de estos átomos están influidos por la fuerza fuerte que ocurre entre el núcleo y el mesón.En un átomo mesónico, la fuerza fuerte tiene efectos comparables a las interacciones electromagéticas, ya que los orbitales atómicos están lo suficientemente cercanos al núcleo como para que se deje sentir ésta interacción. Esto provoca que la vida media de estos átomos disminuya hasta donde las transiciones entre los diferentes niveles atómicos no son observables. Así, el hidrógeno piónico y el hidrógeno kaónico dan cuenta de interesantes pruebas experimentales acerca de la teoría de las interacciones fuertes, la cromodinámica cuántica.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

AS ILHAS MALDIVAS


A solidão do homem no mar do náufrago / faz ele procurar a ilha Deus / O homem busca a Deus no desespero de estar prestes a se afogar / nas ondas encapeladas do mar de Sargaços / clama e nada freneticamente na direção da terra que pode ser a imaginária ilha de Deus / ou Deus em ilha no meio das águas azuis ou verdes do oceano sem paz / que em sua imensidão é um deus assustador / ( O oceano é o deus Posseidon com o tridente na formulação mitológica dos antigos gregos que construíam equações com mitos inexatos ) / Porém Deus é surdo e não toma parte em nada deste mundo / Deus é meramente um ser constituído de atos humanos / não um ser de fato, não um ente natural, plantado ao sopé do monte Horeb da realidade / ( Deus é tão-somente uma ilha de atos / um símbolo cruel da solidão humana / enquanto o ser humano é a solidão em uma ilha de fato / cercado pelas águas e metais terrosos do corpo / O espaço circundante do corpo humano é sua ilha / cujos outros náufragos são palmeiras, / árvores do paraíso, insetos, pássaros, repteis / que escaparam do naufrágio levados à deriva pelas ondas / até os bancos brancos de areias alvas / da praia exposta à luz dos olhos pela barra da alva alba longa, Albalonga ) /

Náufrago junto a outros náufragos / o homem tentou fugir de sua ilha pilotando o veleiro / que é uma outra espécie de corpo de centauro criado para a engenharia náutica / no afã de dar na costa marcada pelas areias / que guarda os rastros visíveis da mulher / também solitária em sua ilha paradisíaca / Mas no encalço dos rastos que desenharam os pés femininos na areia branca / perdeu a pista em algum caminho relvado / ou nas penhas onde falcões peregrinos nidificaram a idéia zoológica do poeta /

Antes que a solidão voltasse a içar e inflar as velas do veleiro /
( o veleiro é o centauro na junção física e mental do homem e do barco a velas ) / do barco que depois de deixar o mar / seguiu o veleiro ao homem como carga amarrada às espáduas e braços daquele / arriadas as velas inspiradas na técnica dos moinhos de vento / palmilhando o caminho aberto pelo centauro com velas até os pés da areia / andando e decodificando rastros e feromônio de fêmea / que foram das dunas ao penhasco / desaparecendo no silêncio anti-rastreador das penhas / fato que fez o monge retornar decepcionado rumo às correntes oceânicas / novamente náufrago em seu veleiro / centauro em seu barco a velas no vasto oceano / ( o homem é o monge quando cônscio de sua solidão na terra / sem esperança de encontrar ninguém em sua longa jornada ) /

O périplo do homem carregando o peso do veleiro que inventou / navegando por pélagos de solidão absoluta e irremediável / - essa solidão é também o seu naufrágio / sendo o barco a velas a outra face afogada de Narciso /
REFERÊNCIAS :
WIKIPEDIA, GOOGLE, VODKA SMIRNOFF, GOOGLE, WIKIPEDIA, VODKA SMIRNOFF - GOOGLE, WIKIPEDIA, VODKA SMIRNOFF, VODKA ORLOFF, GOOGLE, WIKIPEDIA, VODKA ORLOFF, OTTO BISMARK, VODKA ORLOFF, OTTOBISMARK, VODKA BAIKAL, OTTO BAYER, VODKA BAIKAL, VODKA BAIKAL, OTTO BAYER - VODKA ABSOLUTA, OTTO BAYER - VODKA ABSOLUTA , OTTOBAYER - VODKA ABSOLUTA, OTTOBAYER - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA :Narciso - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : NARCISO - GOOGLE, WIKIPEDIA, ARTE : NARCISO POR CARAVAGGIO - GOOGLE, WIKIPEDIA, ARTE : NARCISO POR CARAVAGGIO - GOOGLE, WIKIPEDIA : PALACIO BARBERINI, ROMA - GOOGLE, WIKIPEDIA: PALACIO BARBERINI, ROMA - GOOGLE, WIKIPEDIA: MITOLOGÍA GRIEGA: ECO Y NARCISO - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : ECO Y NARCISO - GOOGLE, WIKIEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : NINFA ECO, HERA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : HERA, NINFA ECO - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFÁI: OVIDIO - GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFÍA: OVIDIO - TITANOMAQUIA, CENTAUROMAQUIA -

Narciso, por Caravaggio (h. 1595; Palacio Barberini de Roma).

En la mitología griega, Narciso (en griego Νάρκισσος) era un joven conocido por su gran belleza. Acerca de su mito perduran varias versiones, entre las que se cuenta la de Ovidio, que fue el primero en combinar las historias de Eco y Narciso, y relacionarlas con la anterior historia del vidente-ciego Tiresias.Según esta última, tanto doncellas como muchachos se enamoraban de Narciso a causa de su hermosura, mas él rechazaba sus insinuaciones. Entre las jóvenes heridas por su amor estaba la ninfa Eco, quien había disgustado a Hera y por ello ésta le había condenado a repetir las últimas palabras de aquello que se le dijera. Eco fue, por tanto, incapaz de hablarle a Narciso de su amor, pero un día, cuando él estaba caminando por el bosque, acabó apartándose de sus compañeros. Cuando él preguntó «¿Hay alguien aquí?», Eco contenta respondió: «Aquí, aquí». Incapaz de verla oculta entre los árboles, Narciso le gritó: «¡Ven!». Después de responder: «Ven, ven», Eco salió de entre los árboles con los brazos abiertos. Narciso cruelmente se negó a aceptar su amor, por lo que la ninfa, desolada, se ocultó en una cueva y allí se consumió hasta que solo quedó su voz. Para castigar a Narciso, Némesis, la diosa de la venganza, hizo que se enamorara de su propia imagen reflejada en una fuente. En una contemplación absorta, incapaz de apartarse de su imagen, acabó arrojándose a las aguas. En el sitio donde su cuerpo había caído, creció una hermosa flor, que hizo honor al nombre y la memoria de Narciso.

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Centauro luchando contra un lápita (detalle del Partenón.)

En la mitología griega, los centauros (en griego Κένταυρος Kentauros, ‘matador de toros’, ‘cien fuertes’, plural Κένταυρι Kentauri; en latín Centaurus/Centauri) son una raza de seres con el torso y la cabeza de humano y el cuerpo de caballo. Las versiones femeninas reciben el nombre de centáurides. Vivían en las montañas de Tesalia y eran hijos de Ixión y Néfele, la nube de lluvia. Alternativamente, se les consideraba hijos de Kentauros (el hijo de Ixión y Néfele) y algunas yeguas magnesias, o de Apolo y Hebe. A veces se cuenta que Ixión planeaba mantener relaciones sexuales con Hera pero Zeus, su esposo, lo evitó moldeando una nube con la forma de Hera. Puesto que Ixión es normalmente considerado el ancestro de los centauros, puede hacerse referencia a ellos poéticamente como Ixiónidas.Los centauros son muy conocidos por la lucha que mantuvieron con los lápitas, provocada por su intento de raptar a Hipodamía el día de su boda con Pirítoo, rey de los lapitas y también hijo de Ixión. La riña entre estos primos es una metáfora del conflicto entre los bajos instintos y el comportamiento civilizado en la humanidad. Teseo, un héroe y fundador de ciudades que estaba presente, inclinó la balanza del lado del orden correcto de las cosas, y ayudó a Pirítoo. Los centauros huyeron. (Plutarco, Teseo, 30; Ovidio, Las metamorfosis xii. 210; Diodoro Sículo iv. 69, 70.) Escenas de la batalla entre los lápitas y los centauros fueron esculpidas en bajorrelieves en el friso del Partenón, que estaba dedicado a la sabia Atenea.Como la Titanomaquia, la derrota de los Titanes por los dioses olímpicos, las contiendas con los centauros representan la lucha entre la civilización y el barbarismo y es conocida como Centauromaquia.

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Alba Longa (en fuentes italianas ocasionalmente escrito Albalonga) fue una antigua ciudad del Lacio, situada en los montes Albanos, fundadora y cabeza de la Liga Latina; fue destruida por Roma alrededor de la mitad del siglo VII a. C.

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Velero en Carlos Paz, Córdoba

Una embarcación a vela o velero es una embarcación en la cual la acción del viento sobre la vela constituye su forma principal de propulsión.

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Mapa del mar de los Sargazos, con indicación de las corrientes marinas circundantes.

El mar de los Sargazos es una región del océano Atlántico septentrional que se extiende entre los meridianos 70º y 40º O y los paralelos 25º a 35º N, con una superficie total —aunque variable— de 3.500.000 km2, que se caracteriza por la frecuente ausencia de vientos, corrientes marinas, y la abundancia de plancton y algas, estas últimas formando «bosques» marinos superficiales que pueden extenderse de horizonte a horizonte y constituyeron junto a las «calmas chichas»[1] un formidable escollo para la navegación desde la época del descubrimiento de América.

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Estatua de Neptuno en Bristol (Inglaterra).

En la mitología griega, Poseidón o Posidón (en griego antiguo Ποσειδῶν) era el dios del mar y, como «Agitador de la Tierra», de los terremotos. El nombre del dios marino etrusco Nethuns fue adoptado en latín para Neptuno (Neptunus) en la mitología romana, siendo ambos análogos a Poseidón. Las tablillas en lineal B muestran que Poseidón fue venerado en Pilos y Tebas en la Grecia micénica de finales de la Edad del Bronce, pero fue integrado en el panteón olímpico posterior como hermano de Zeus y Hades. Poseidón tuvo muchos hijos y fue protector de muchas ciudades helenas, aunque perdió el concurso por Atenas contra Atenea. Le fue dedicado un himno homérico.( GOOGLE, WIKIPEDIA : HIMNO HOMÉRICO ) .

GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : Monte Sinaí, SINAI - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : MONTE SINAI, SINAÍ - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : MONTE HOREB - GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN : MONTE HOREB - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA : MONTE HOREB - GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA : MONTE HOREB - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : PENÍSNSULA DO SIAÍ, SINAI - GOOGEL, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : PENÍNSULA DO SINAÍ, SINAI - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA: EGIPTO, EGITO, ASIA, ÁSIA - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : EGIPTO, EGITO, ÁSIA, ASIA - GOOGLE, WIKIPEDIA: DEZ, DIEZ MANDAMENTOS, MADAMIENTOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: DEZ, DIEZ MADAMENTOS , MANDAMIENTOS - GOOGLE, WIKIPEDIA: ÁRABE, MONTE MOISÉS - GOOGLE, WIKIPEDIA: MONTE MOISÉS, ÁRABE

Vista desde lo alto del Monte Sinaí

El Monte Sinaí es una montaña situada al sur de la Península del Sinaí, al nordeste de Egipto, en Asia, y es el lugar donde, según la Biblia, Dios entregó a Moisés los Diez Mandamientos. Desde la época de Santa Helena ha sido identificado con Jabal Musa, o Gebel Musa, nombre árabe que significa Monte Moisés.

Vista desde lo alto del Monte Sinaí



segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ANATOMIA DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO


Um bar pode ser o pior lugar do mundo / tendo por companhia o rebotalho / Contudo, diante de uma garrafa de cerveja / o ser humano se sente livre de si / do peso de sua existência incômoda / livre da ansiedade sexual, moral, econômica / do jugo social que começa com a pressão do grupo familiar / e termina com o mal menor que é o casamento, / a polícia, o médico, o padre; enfim, as instituições que nos coagem legalmente / O homem tende para a individualidade exacerbada / mas a individualidade o assusta / deixa-o náufrago na ilha de solidão do Robinson Cruzoé / que existe na terra das ilhas Maldivas formadas dentro de nós / longe da proteção da manada que o ajuda a trotar nas campinas / ou no logradouros públicos das cidades / onde a selva está à sombra das palavras em flor / ( frases e orações são armadilhas letais ) / Então o ser humano se refugia no bar / na toca da cerveja e do cigarro / escondendo-se na multidão dos ébrios estúpidos / na associação precária dos papalvos, fanfarões e falastrões contumazes / que abdicaram de toda pretensão à individualidade / para se tornarem a massa popular / o ser liquidado no líquido saboroso e relaxante da cerveja / ou dissolvido nas doutrinas de igrejas, ciências ou filosofia / que liquidam o ser mais que o álcool ou o cigarro / ou a peste negra, a gripe espanhola, a inquisição espanhola / ardendo nas labaredas do cérebro de Torquemada / O ser humano se refugia no casamento / ou na arte, ciência ou qualquer atividade que o faça olvidar-se / esquecer-se no líquido amarelado, tinto ou branco / fugindo das masmorras frias que é a individualidade radical / dessa raiz que nos prega ao solo da subjetividade / e leva a beber e imergir no lençol freático corrente em nosso vasto universo interior / uma terra longes plagas da terra Prometida / Canaã dos cananeus, terra dos Refains, Ananquins, Gibborins, Zamzummins e Emins / todos gigantes da raça dos Nefilins de que fala o Deuteronômio / ( os Nephilins eram os anjos caídos por terra / aqueles plantados com a face na poeira dos caminhos : os Refains ou anjos decaídos / de volta ao pó, morada dos mortos ) / O casamento é uma prisão institucional, metafísica, / que o previne contra os inimigos externos / colocando inimigos internos dentro do castelo / a fim de assustar os inimigos sitiantes externos / e espantar a solidão de todos os recantos do espaço e dos esconderijos do tempo / ( o casamento é um bom espantalho e cuida para que um deus não fuja do lar com a garrafa de cerveja / esquecida no sono do bêbado familiar ) / Um animal solitário é presa fácil às feras / é uma criança no escuro com medo da besta de sete chifres que comanda o mundo / da besta que a ciência do Apocalipse descobriu emergindo como outro ser da terra / ( a besta urrando lá fora na voz tétrica do vento ululando a cavaleiro dos lobos / a fera mesclada ao fantasma penitente da solidão / e à alma penada ou alma-de-gato da criança afastada do rebanho / é um prenúncio de fim de mundo subjetivo / o mundo que acaba primeiro, antes das estrelas caírem ao som das trombetas dos anjos / levantando o pó do solo que havia se juntado num corpo humano / e acendido com o sopro de fogo a alma de Adão / ligando-a à a energia emanada da terra / aos deuses da química, física, eletromagnetismo e eletricidade / que mantém o pó de Adão unido e composto / até que que essas energias divinas escapem / e levem o corpo a cair na decomposição / na qual o pó que subiu até o anjo / descer ao solo no giro em espiral da folha decídua / figura vegetal do anjo caído com o rosto no pó / os refains bíblicos / os falecidos no outono amarelento anotado nas folhas das planatas caduciforme / Todavia, um ser humano em meio ao rebanho de zebras familiares / pode se defender ou se esconder da sanha dos leões / ( é o caso das "zebras" casadas / na companhia de esposa e filhos / micro rebanho que confunde os leões com listas de pijamas ou listras da camuflagem pintadas pela ciência vegetativa / que se expressa no instinto de conservação e de procriação / quando é conceituada na complexa e vegetal paixão do amor ciência livre e pendurada nos esgalhos da sabedoria natural ) / Nesta associação do rebanho /[ as mulheres historiais se vendem sob várias formas : / vão à igreja para se venderem / ( prostituição sagrada) / ou aos vários mercados do amor / onde se regateia o preço do sexo / porque a fêmea na natureza é a origem da troca e de continuação genética / é a flor que desabrocha no momento vegetal do amor / pois o amor é atividade vegetativa na flor / que é o momento de amor ou sexo no vegetal / ( a flor do amor vegetal no ser humano e nos animais / desabrocha no sistema nervoso autônomo / e desce ao aparelho geniturinário / à região sacra / em forma de semente no homem / e de óvulo ( eufemismo para ovo ) na mulher ) / A necessidade de individualizar o amor / é a garantia do macho de exclusividade sexual / cujo escopo é certificar o destino e origem de sua prole / o que faz o macho porfiar contra seus adversários pela posse do território e fêmeas / até a morte ou até a "outra" vida que ele deixará perpetuada por seus genes / manisfestada nos fenótipos de sua prole / Macho e fêmea ( princípio vegetal do amor manifesto nos animais ) / procuram o máximo de parceiros sexuais com bons genes disponíveis / possibilitando a mais rica hibridação genética possível / A manifestação do amor vegetal / que é pacífico como sói à imobilidade vegetal / no animal se transforma na primeva guerra mundial / cujo Front é o jângal / No ser humano, que é um ser simbólico e simbolizador / esse amor vegetal, vegetativo que caminha pelo jardim do Éden / paraíso que é hoje conhecido na terminologia científica com sistema nervoso autônomo / ou sistema nervoso vegetativo / bifurcado pelas palavras em sistema nervoso simpático e parassimpático / toma o rumo da metáfora e se modifica no amor romântico / um sentimento piegas criado pela necessidade social e política de dominar / pela supressão do saber originário do "Bem" e do "Mal" / árvores que se desviam dos olhos pelas curvas no espaço e tempo / curvas geométricas e físicas feitas pelas palavras / que têm o poder de traçar conceitos e figuras para o invisível / porquanto as palavras tem o poder de esconder o paraíso sob seu manto negro / maculado pela noite tediosa e depressiva / Destarte, os homens e as mulheres / perdidos no bombardeio da guerra semiológica das palavras / não sabem mais do vegetal que são / tampouco têm consciência do animal em seus corpos / e se tornaram a abstração do homem e da mulher / seres de sombras / sombras de seres / rebaixados a ser menos que os animais e os vegetais / a um ser menor que o ser dos animais e dos vegetais / porque nada sabem sem palavras / pois as palavras trazem menos conhecimento que a linguagem animal / que lê o mundo com perfeição / e escreve com os signos da ação / exprimindo em ação vegetativa / a filosofia vegetal implícita na divina flora : / a deusa Flora é a primeira senhora do paraíso / ( Nossa Senhora do Paraíso / Madonna do Jardim do Éden ) Os vegetais constituem o único e real paraíso terrestre / por isso os homens anelam tanto pelo amor / embora essa paixão para eles esteja soterrada sob camadas de terras de vocábulos / Os poetas, inobstante, são os únicos seres humanos / que sabem acessar a herança vegetal e animal / que existe intocável no ser humano / na forma mental e simbólica do centauro / forma essa que é o veículo de passagem do ser humano pelo universo natural / que o leva ao mergulho no mundo vegetativo / através da idéia mitológica do centauro / que é um método e fórmula simbólica e poética / na qual se misturam corpos químicos, físicos e eletromagnéticos / no sortilégio de poder cuja função é fazer emergir o homem / ainda alienado sob a forma de poeta ou artista / mas capaz de sentir e ler os signos da natureza / utilizando a vastíssima erudição presente na linguagem dos animais / e o saber da seiva que abre caminhos vegetais na sensibilidade do artista / O poeta reconstruiu-se para além das palavras que escreveu / nos axiomas e postulados da vida / que são as suas poesias ou obras de arte / Poetas são cientistas e filósofos da vida / cientistas e filósofos vegetativos / não meros compiladores do saber sobre a vida / daquele pobre saber conceptual, terminológico, metodológico, / que caracteriza o parco conhecimento da biologia, botânica, zoologia, / ou qualquer outra ciência cujo objetivo seja conhecer a vida / na esfera mínima do saber e máxima do conhecimento por vocábulos / e não no sentido lato da linguagem dos animais / e do misterioso saber que perpassa as ramas dos vegetais / ( guardiãos dos segredos tangidos pelo vento e arquitetados nos vespeiros / que fazem lastro em suas folhas / repositórios dos segredos mais profundos e densos da vida / os vegetais são os maiores sábios da vida ) / O poeta não quer simplesmente conhecer / tarefa do cientista e do filósofo / porquanto o conhecimento se restringe a vocábulos / assim como tudo o mais que o "logos", o verbo, ou as categorias exprimem em lógica : / - o poeta quer saber a vida / ( não saber sobre a vida, pois esse saber é ato natimorto ) / quer provar com os sentidos o sabor em si / o gosto vivo e vital da sabedoria / - rama mestra da ciência vegetativa /
El paraiso según Bruegel.
"El jardín del Edén", de Hieronymus Bosch

El Edén ( GOOGLE, WIKIPEDIA: ÉDEN) (en hebreo עדן) ( GOOGLE, WIKIPEDIA: HEBREO ) es, según el relato bíblico ( GOOGLE, WIKIPEDIA: RELATO BÍBLICO ) del libro del Génesis ( WIKIPEDIA: GOOGLE ?: LIBRO DEL GÉNESIS ) , el lugar donde habría puesto Dios al hombre ( GOOGLE, WIKIPEDIA: DIOS, HOMBRE ) después de haberlo creado a partir del polvo de la tierra ( GOOGLE, WIKIPEDIA: POLVO DE LA TIERRA) .

Y Dios plantó un huerto ( GOOGLE, WIKIPEDIA: HUERTO) en Edén, al oriente ( GOOGLE, WIKIPEDIA : ORIENTE ) ; y puso ahí al hombre que había formado.
Tomó, pues, Dios al hombre, y lo puso en el huerto del Edén, para que lo labrara y lo guardase. Génesis 2:15 REFERÊNCIAS : La palabra paraíso ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN: PARAÍSO ) procede del griego ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN, LENGUA : GRIEGO ) παράδεισος, paradeisos (en latín paradisus) ( GOOGLE, WIKIPEDIA, RELIGIÓN: LENGUA : LATÍN) , usado en la Septuaginta ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA , LENGUA : SEPTUAGINTA) para aludir al Jardín del Edén ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BÍBLIA : JARDÍN DEL ÉDEN) . El término griego( WIKIPEDIA, GOOLE, ETNIA : GRIEGO ) procede a su vez del persa ( GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : PERSA) پرديس paerdís, ‘cercado’, que es un compuesto de paer-, ‘alrededor’ (un cognado ( GOOGLE, WIKIPEDIA : COGNADO ) del griego peri-) y -dis, ‘crear’, ‘hacer’. Fuentes tan antiguas ( GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : FUENTES ANTIGUAS ) como Jenofonte ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BIOGRAFÍA, HISTORIA : JENOFONTE ) en su Anábasis(siglo IV a. C.) aluden al famoso jardín «paraíso» persa. Así, su significado original hace referencia a un jardín extenso y bien arreglado, que se presenta como un lugar bello y agradable, donde además de árboles y flores ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTANICA, ZOOLOGIA : ÁRBOLES Y FLORES ) se ven animales enjaulados ( GOOGLE, WIKIPEDIA, BOTÁNICA, ZOOLOGIA : ÁRBOLES Y FLORES ) o en libertad ( GOOGLE, WIKIPEDIA : LIBERDAD ) . GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFÍA : Isla Robinson Crusoe - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFÍA : ISLA ROBINSON CRUSOE - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : CHILE, PROVÍNCIA : VALPARAÍSO - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : CHILE, PROVÍNCIA : VALPARAÍSO - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA: COMUNA JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : COMUNA JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, OCEANOGRAFIA : OCEANO PACÍFICO - GOOGLE, WIKIPEDIA , OCEANOGRAFIA : OCEANO PACÍFICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, PUNTO MÁS ALTO : EL YUNQUE - GOOGLE, WIKIPEDIA, PUNTO MÁS ALTO : EL YUNQUE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DEMOGRAFIA : POBLACIÓN, DESNSIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, DEMOGRAFIA : POBLACIÓN, DENSIDAD -

Isla Robinson Crusoe
Localización
País Bandera de Chile Chile
• Región
• Provincia
• Comuna
Valparaíso
Valparaíso
Juan Fernández
Océano Pacífico
Coordenadas 33°38′42″S 78°49′23″O / -33.645, -78.82306
Geografía
Superficie 96,4 km²
Punto más alto 916 El Yunque
Demografía
Población 630
Densidad 6,5 hab./km²
Mapa de la Isla Robinson Crusoe

La Isla Robinson Crusoe, antiguamente llamada Más a Tierra (o Más Atierra), forma parte del ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ARCHIPIÉLAGO CHILENO DE JUAN FERNÁNDEZ archipiélago chileno de Juan Fernández ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : ARCHIPIÉLAGO CHILENO DE JUAN FERNANDEZ ) . Tiene 96,4 km² y su población fue de 488 habitantes en el Censo de 1992, mientras en el Censo de 2002, el número de habitantes aumentó a 630, mayormente concentrada en el poblado de San Juan Bautista ( WIKIPEDIA, GOOGLE, GEOGRAFIA : SAN JUAN BAUTISTA ) en la Bahía Cumberland, ( GOOGLE, WIKIPEDIA, GEOGRAFIA : BAHÍA CUMBERLAND) fundado en 1877 por el barón Alfredo Van Rodt. GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : RANCAGUA, GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : RANCAGUA - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : CUEVA DE LOS PATRIOTAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA : CUEVA DE LOS PATRIOTAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA : LANGOSTA DE JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA : LANGOSTA DE JUAN FERNÁNDEZ - GOOGLE, WIKIPEDIA,ECONOMIA POLÍTICA : CHILE - GOOGLE, WIKIPEDIA, ECONOMIA POLÍTICA : CHILE - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, AGRICULTURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, AGRICULTURA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA : CERES, COSECHAS, FERTILIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA ROMANA: CERES, COSECHA, FERTILIDAD - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : DEMÉTER, DEMETRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGÍA GRIEGA : DEMÉTER, DEMETRA - GOOGLE, WIKIPEDIA, MITOLOGIA GRIEGA : DIOSA GRIEGA, DIOSA GRIEGA - GOOGLE, WIKIPEDIA:HIMNO HOMÉRICO, HIMNO HOMÉRICO - GOOGLE, WIKIPEDIA : MISTERIOS ELEUSINOS - GOOGLE, WIKIPEDIA : MISTERIOS ELEUSINOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSA GRIGA : PERSÉFONE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSA GRIEGA : PERSÉFONE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSES GRIEGOS : CRONO, REA, ZEUS - GOOGLE, WIKIPEIA, DIOSES GRIEGOS : CRONOS, REA, ZEUS - GOOGLE, WIKIPEDIA, SACERDOTISAS GRIEGAS : MELISAS - GOOGLE, WIKIPEDIA, SACERDOTISAS GRIEGAS : MELISAS - GOOGLE, WIKIPEDIA , DIOSAS GRIEGAS : CIBELES, CORE - GOOGLE, WIKIPEDIA, DIOSAS GRIEGAS : CIBELES, CORE - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA DE GRECIA ANTIGUA : PANTEÓN OLÍMPICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, HISTORIA DE GRECIA ANTIGUA : PANTEÓN OLÍMPICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RETÓRICO GRIEGO : ISÓCRATES, GRANO - GOOGLE, WIKIPEDIA, RETÓRICO GRIEGO : ISÓCRATES, GRANO - GOOGLE, WIKIPEDIA, INSCRIPCIONES : PILOS MICÉNICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, INSCRIPCIONES : PILOS MICÉNICO - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : HELENOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, ETNIA : HELENOS - GOOGLE, WIKIPEDIA, CIVILIZACIÓN : GRETA MINOICA - GOOGLE, CIVILIZACIÓN : GRETA MINOICA -

Deméter o Demetra (en griego antiguo Δημήτηρ o Δημητρα, ‘diosa madre’ o quizás ‘madre distribuidora’, quizá del sustantivo indoeuropeo *dheghom *mater) es la diosa griega de la agricultura, nutricia pura de la tierra verde y joven, ciclo vivificador de la vida y la muerte, y protectora del matrimonio y la ley sagrada. Se la venera como la «portadora de las estaciones» en un himno homérico, un sutil signo de que era adorada mucho antes de la llegada de los olímpicos. El himno homérico a Deméter ha sido datado sobre el siglo VII a. C.[1] Junto a su hija Perséfone eran los personajes centrales de los misterios eleusinos que también precedieron al panteón olímpico. Es fácil confundir a Deméter con Gea o Rea, y con Cibeles. Los epítetos de la diosa revelan lo amplio de sus funciones en la vida griega. Deméter y Core (‘la doncella’) solían ser invocadas como to theo (‘las dos diosas’), y así aparecen en las inscripciones en lineal B del Pilos micénico en tiempos pre-helénicos. Es bastante probable que existiese una relación con los cultos a diosas de la Creta minoica. Según el retórico ateniense Isócrates, los mayores dones que Deméter daba a los atenienses eran el grano, que hacía al hombre diferente de los animales salvajes, y los misterios eleusinos, que le daban mayores esperanzas en esta vida y en la otra.[2

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Los Nefilim o Nephilim (en hebreo הנּפלים, nefilim, "los caídos") son, en la Biblia y otros escritos religiosos judíos y cristianos tempranos, un pueblo de gigantes o titanes hijos de los "hijos de Dios" (בני האלהים, bnei ha'elohim) y las "hijas del hombre" (banot ha'adam) (Génesis 6:1-4). Según la traducción, el término nefilim se ha traducido variadamente por "gigantes", "titanes" o aún se ha dejado en el original hebreo. Para los arameos, el término Nephila se refirió específicamente a la constelación de Orion, y así los Nefilim serían descendientes medio divinos de esta constelación. Según la Biblia, los Nefilim aparecen como la causa del aumento de la maldad de la humanidad.

Aconteció que cuando comenzaron los hombres a multiplicarse sobre la faz de la tierra y les nacieron hijas,

al ver los hijos de Dios que las hijas de los hombres eran hermosas tomaron para sí mujeres, escogiendo entre todas.
Entonces dijo Yahvé: «No permanecerá para siempre mi espíritu en el hombre, porque ciertamente él es carne; pero vivirá ciento veinte años».

Había gigantes en la tierra en aquellos días, y también después que se llegaron los hijos de Dios a las hijas de los hombres y les engendraron hijos. Estos fueron los hombres valientes que desde la antigüedad alcanzaron renombre.
Génesis, 6, 1-4

El diluvio universal, y como consecuencia la destrucción de toda la humanidad fue provocada por estos seres, que no habrían sido creados según los planes de Dios, no tienen capacidad espiritual y por tanto no tienen resurrección.[1] Similarmente se trata según otras versiones, de la descendencia de los ángeles caídos y las hijas de Adán, de donde surgió esta raza con el fin de sabotear los planes de Dios, cruzándose y contaminando la descendencia de Adán. (Ne-phil'-im, significa los caídos). La palabra Refaim se interpreta también como fallecido o muerto. Pueblos Nefilim : De acuerdo a la tradición rabínica, los Anakim (anaquitas), Refaim (refaitas), Gibborim, Zamzummim, y Emim (emitas), son de la misma raza Nefilim, y todos son nombres que se traducen por "gigantes". Refaitas: Se habla de ellos como de una antigua tribu canánea, que vivía en las colinas de Judá y en la llanura filistea (Hebrón, Debir, Anab, Gaza, Gath, Ashdod).Habitantes originales de Canaán, ocupaban el Líbano y el área del Monte Hermon, se separaron al norte de la costa de Siria y Transjordania donde construyeron una cadena de ciudades fortificadas. Vivían en la región que más tarde ocuparon los moabitas y los amonitas, los primeros les llamaron emitas, y los segundos les llamaban zomzomeos.En la época patriarcal, el rey Quedorlaomer y sus aliados los subyugaron cuando invadieron Transjordania. En la parte occidental de Palestina, se aliaron y entrecruzaron con los Caftorim, que habían venido desde Creta y se establecieron en las áreas costeras, siendo conocidos como filisteos y fenicios. En el relato bíblico en el que "Israel derrota a Og rey de Basán", se señala que luego de la campaña por diferentes territorios,

Porque únicamente Og rey de Basán había quedado del resto de los gigantes. Su cama, una cama de hierro, ¿no está en Rabá de los hijos de Amón? La longitud de ella es de 9 codos, y su anchura de 4 codos, según el codo de un hombre.
Deutoronomio 3,11

El filisteo Goliat, habría sido refaíta y medía seis codos y un palmo de estatura (cerca dos metros y medio a tres metros), su hermano fue un gigante que se llamó Lahmi ("de pan" o bien "de Lahmu"). Algunos sugieren que habrían construido muchos de los monumentos megalíticos que se encuentran en Transjordania, especialmente los "dólmenes" en las cumbres de los montes. Estos eran tumbas formadas por grandes losas de piedra con forma de una habitación: cuatro losas formaban las paredes y una el techo. Como no se ha encontrado ni una sola tumba no profanada, y no se han recuperado utensilios ni trozos de cerámica de ellas, no se sabe quiénes las levantaron ni en qué tiempo fueron erigidas esas estructuras [cita requerida]. Anaquitas : El nombre (anak = gigante) se explica en el Midrash con una indicación de que llevaban cadenas al cuello. Anac, era hijo de un Refaíta, probablemente hijo de Arba, y sus hijos fueron Sesai, Aiman, y Talmai, cabezas de los clanes arameos. Estos nombres parecen ser arameos, pero su significado no es claro. Los Anakim fueron vencidos por Caleb. Emitas : Cuando Yahvé da la tierra de Moab, a los hijos de Lot, se dice que esa tierra había sido habitada por los emitas, pueblo grande, numeroso y corpulento como los anaquitas'. Interpretación según religiones : Visión judía tradicional : Según la visión judía tradicional, derivada o que derivo en el Libro de Enoc, los progenitores de los Nefilim fueron una clase particular de ángeles - los Grigori (Observadores) -, aunque hay controversia en este punto. También se ha dicho que, uno de los propósitos de Dios al inundar la Tierra en tiempos de Noé (historia del diluvio universal), fue deshacerse de los Nefilim.La referencia Bíblica de Noé acerca del "perfeccionamiento en sus generaciones" puede hacer referencia a la idea de "limpieza de la línea de sangre" de los Nefilim; del cual se puede inferir que según el relato, no habría ascendencia Nefilim en la famila de Noé, ni entre sus tres nueras.

Flora y Céfiro, por Bouguereau.

Amor Vincit Omnia (‘Amor lo conquista todo’), una representación del dios del amor, Eros, por Caravaggio, c. 1601–1602.

Fuente de Ceres en el Jardín del Parterre de Aranjuez.

Diosa Ceres sedente siglo I d.C, Museo Nacional de Arte Romano de Mérida

Ceres (Deméter), alegoría de Agosto: detalle de un fresco de Cosimo Tura, Palazzo Schifanoia, Ferrara, 1469-70.

Estatua romana de Deméter (s. III, Prado, Madrid).