sábado, 9 de janeiro de 2010

WIKCIONÁRIO POESIA : WIKCIONÁRIO POESIA

( Wikcionário poesia : poesia wikcionário poesia : wikcionário poesia-wikcionário wikcionário-poesia wikcionário : poesia wikcionáriopoesia poesia wikcionário wikcionáriopoesiawikcionário )

A água do Nilo é fabricada pelo crocodilo do Nilo
Se não fosse o deus crocodilo não haveria Nilo
pois esse deus cria as águas do Nilo
nas cheias e vazantes

A água é o crocodilo e o crocodilo a água do Nilo
uma água é rio dentro do corpo do crocodilo
outra água o rio fora do Nilo
que corre no álveo do Nilo
à jusante e montante do rio Nilo
que é um rio de crocodilos em água
sendo o crocodilo um rio Nilo dentro
do corpo do crocodilo do Nilo
Existe uma água que louvo
dentro da Bíblia com o profeta João Batista
e o anfíbio Moisés
que nos levam a vinho de Jesus
- sangue de Cristo na indústria de monges
em ermos de solidão esparsa em corpo de areias
que o vento tange eolicamente

Água é um corpo que corta o deserto
em em meio ao sol e às areias postados em dunas
que são soldadas ao sol da Legião Estrangeira
entrincheirada no deserto frente à Esfinge que ruge com o vento

Água é corrente de vida entre as areias que contam tempo
( a água também conta tempo na clepsidra natural )
torrente que evolui debaixo da terra em lençóis freáticos
por cima das nuvens suspensas no ar
que guaram os quinhões de chuva e raios
e por dentro do corpo
onde a água é barco rio na linfa
e rio colorado no sangue que flui no barco da vida

A água é um corpo por todo os lados
até está no corpo dos cometas
que acendem o céu noturno em vôo raso de anum
- o anu-preto noctâmbulo em poesia na noite que treva a ave
e deixa um resquício de água benta no pote da minha avó
que agora é anjo em pó
tal qual um dia estarei só
no pó que me fará anjo desidratado
que o homem vivo é só o pó do anjo colado com água
- o homem é um anjo d'água

WIKIPÉDIA ÁGUA : ÁGUA WIKIPÉDIA

( Wikipédia água : água wikipédia água : wikipedia wikipedia : água wikipedia-água água-wikipedia wikipediaáguawikipedia água wikipedia wikipedia água wikipedia )

A água do Nilo é fabricada pelo crocodilo do Nilo
Se não fosse o deus crocodilo não haveria Nilo
pois esse deus cria as águas do Nilo
nas cheias e vazantes

A água é o crocodilo e o crocodilo a água do Nilo
uma água é rio dentro do corpo do crocodilo
outra água o rio fora do Nilo
que corre no álveo do Nilo
à jusante e montante do rio Nilo
que é um rio de crocodilos em água
sendo o crocodilo um rio Nilo dentro
do corpo do crocodilo do Nilo
Existe uma água que louvo
dentro da Bíblia com o profeta João Batista
e o anfíbio Moisés
que nos levam a vinho de Jesus
- sangue de Cristo na indústria de monges
em ermos de solidão esparsa em corpo de areias
que o vento tange eolicamente

Água é um corpo que corta o deserto
em em meio ao sol e às areias postados em dunas
que são soldadas ao sol da Legião Estrangeira
entrincheirada no deserto frente à Esfinge que ruge com o vento

Água é corrente de vida entre as areias que contam tempo
( a água também conta tempo na clepsidra natural )
torrente que evolui debaixo da terra em lençóis freáticos
por cima das nuvens suspensas no ar
que guaram os quinhões de chuva e raios
e por dentro do corpo
onde a água é barco rio na linfa
e rio colorado no sangue que flui no barco da vida

A água é um corpo por todo os lados
até está no corpo dos cometas
que acendem o céu noturno em vôo raso de anum
- o anu-preto noctâmbulo em poesia na noite que treva a ave
e deixa um resquício de água benta no pote da minha avó
que agora é anjo em pó
tal qual um dia estarei só
no pó que me fará anjo desidratado
que o homem vivo é só o pó do anjo colado com água
- o homem é um anjo d'água

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

WAPÉDIA ERVAS : ERVAS WAPÉDIA

( Wapédia ervas : ervas wapédia ervas-wapedia wapedia-ervas wapedia : ervas ervas : wapedia ervaswapedia wapediaervas wapediaervaswapedia ervas wapedia ervas wapedia )

A natureza através de suas legionárias ervas / está permanentemente vigilante / esperando o menor descuido para entrar na fortaleza do inimigo / seja a cabana cercada pela onda verde herbácea / ou o castelo medieval petrificado no espaço / tentando se soltar das mãos do tempo / que cava com água ou erva ou sol / ou ainda vem com o martelo frio da noite / e com as picaretas da noite cavando trincheiras para ervas tomarem posição / porquanto ervas tem a natureza de Marte, Fauna e Flora /
Exércitos de ervas estão sempre de prontidão / à porta e nas frinchas das pedras do castelo feudal / ou subindo pelas torres do castelo / em perfeita sintaxe de batalha /
O povo herbáceo da natureza / está em formação de batalha para invadir o castelo / está cercando o castelo por todos os lados / esperando o silêncio e a noite para atacar / tomar de assalto o castelo em estado de sítio / ou a casa dos loucos solitários já quase sufocada pelas ervas / e as casas onde o tempo já cavou todas as trincheiras / onde as ervas já se apossaram até dos tijolos / os quais passaram de artefatos culturais a produtos da indústria das ervas / das flores e dos arbustos e das árvores / que ali bicam o chão com aves /
As ervas sobem paulatinamente / passo a passo até o paço do castelo medieval /
avançam pelas escadarias e muralhas do castelo envolto em brumas / tomam as torres de atalaia / na menor ausência de um passo humano criam canteiros / tomam como soldados uma posição / e atacam com aromas verdes que curam os pulmões / e marca o passo do coração / ervas verdes médicas e farmacêuticas /
Legiões armadas de ervas invadem mosteiros e abadias / e vestem o hábito de monges e monjas / Os monges e monjas verdes trapistas / monjas Carmelitas descalças de Santa Terezinha do Menino Jesus / inspirando os conventos cartuxos e a natureza / a viverem a paz de são Francisco de Assis / o irmão natural com o coração em sinfonia de serafins /
As guerreiras herbáceas emitem mensagens no ar exalando odores / as fragrâncias são seus pés caminhando no ar / arrastando-se de brisa em brisa / plantadas com os pés em todos os ventos / que as levam em corpo e espírito herbáceo / pelas veredas que o olfato capta /
A voz das ervas palmilha no vento / e parte de seu corpo em cheiro está na brisa / na extensão de suas moléculas pelo ar / estendidas como mãos para colher olfatos / e dialogar com outras ervas e abelhas na fauna / e na faina diária tangidas pelo ritmo do violino em floradas / formigas e vespas em jornada / todas escritas e escritoras no vento / desenhistas e pintoras que invadiram a aldeia em obras de Marc Chagall / com seus violinistas azuis celestes e verdes / pintando melodias no vento austral /
A natureza com ervas e arbustos e árvores / busca constantemente invadir as fortificações humanas / seja uma simples choupana ou um palácio majestático /
as ervas hão de invadir / tomar de assalto um dia / quando tudo estiver abandonado aos chacais e às corujas / às urzes e às trepadeiras escalando o paredão de pedra / junto aos lagartos e serpentes / que ficam para sempre no seio da natureza / prontas para repor a vida após a guerra com os homens /
Ervas lançam anjos no ar / plantam anjos azuis e verdes em modo de ataque / e também em discursos herbáceos / emitem pensamentos em atos e vozes verdes de filósofas cínicas / cantando o verde em canções no gosto da clorofila / em coro de anjos naturais / tocando o ar com músicas de cheiro verde / compostas e executadas com maestria / pela orquestra de violinistas verdes / escrevendo músicas nos cadernos do vento / em notações musicais do tempo herbáceo subindo e pintando as paredes com limo e lodo / junto à legião de lacertídeos do tempo mensurado pelo passar do tempo verde do relógio de erva / tempo em que Mozart estava na cor de alma dos vivos / sustentado na alma do ar pelo gesto de mão da clorofila /
As ervas têm a paixão verde de Eros / são Vênus verdes rutilando em fragrâncias / a sensibilidade de Fernando Pessoa ou Federico Garcia Lorca / Holderlin ou Virgílio nas Bucólicas / as idéias de Platão e a liberdade silvestre dos filósofos cínicos /
Formas e naturezas herbáceas têm o bosque todo para crescer / todo o mundo de terra é seu de origem / com escritura nas rochas e nas árvores / por isso seu sentimento de erva expresso em Alexandre Magno / sua clorofila nutrindo a sede de conquistas de Gêngis Khan / a sede verde de Império nos césares de Roma / pois as legiões romanas em sintaxe de ervas anelam por reconquistar a terra / a terra palmo a palmo conquistada pela ferocidade egoísta do homem /
As ervas querem somente reconquistar o reino vegetal / e assim promover a paz mundial
natural / devolver à natureza seu universo verde / eivado de todas as cores eclodindo nas floradas esparsas pelo ínvio caminho / onde muito espinho se esconde em garras afiadas de ervas com veneno pegajoso /
As ervas dos seus olhos / as duas verdes ervas em seu rosto / cintilando em seus olhos verdes-erva / olhos de ervas verdes / ervas na alma verde da vitalidade afinada em equinócio / suas duas ervas em forma de olhos verdes / que também participam como soldados entre as ervas invasoras / estão em formação de batalha com as demais guerreiras bárbaras / gritando com todos os odores no vento / preparadas para invadir o castelo abandonado na aldeia / o meu castelo abandonado na aldeia / porque a natureza caminhando em suas ervas / desejam reconquistar meu coração de homem /
para fazê-lo de adubo no torrão de terra / onde as ervas se agarram pela raiz /
Ervas querem meu coração ao contrário / virado em terra fresca e olorosa / pois assim é a vida / a vida vegetal / a vida vegetativa das ervas / com a qual elas nos sustentam vivos / com a qual se faz a vida / clorofila a clorofila / fio a fio de clorofila no espelho de Narciso do sol / que se debruça e olha / e tem o olhar devolvido pelo olhar refletido da clorofila / que como outro Narciso a se olhar / vê sua imagem refletida no sol / o sol que olharra e vira seu reflexo de Narciso no espelho da clorofila / num flerte cujo amor é a essência da vida /
O tesouro da vida está guardado sob a vigilância perspicaz e perseverante das ervas / que umedecem o solo e a rocha granítica / até despertar a erva da vida / o divino tesouro que vale mais que todo o ouro /

WIKIPÉDIA PAZ : PAZ WIKIPÉDIA

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A natureza através de suas legionárias ervas / está permanentemente vigilante / esperando o menor descuido para entrar na fortaleza do inimigo / seja a cabana cercada pela onda verde herbácea / ou o castelo medieval petrificado no espaço / tentando se soltar das mãos do tempo / que cava com água ou erva ou sol / ou ainda vem com o martelo frio da noite / e com as picaretas da noite cavando trincheiras para ervas tomarem posição / porquanto ervas tem a natureza de Marte, Fauna e Flora /
Exércitos de ervas estão sempre de prontidão / à porta e nas frinchas das pedras do castelo feudal / ou subindo pelas torres do castelo / em perfeita sintaxe de batalha /
O povo herbáceo da natureza / está em formação de batalha para invadir o castelo / está cercando o castelo por todos os lados / esperando o silêncio e a noite para atacar / tomar de assalto o castelo em estado de sítio / ou a casa dos loucos solitários já quase sufocada pelas ervas / e as casas onde o tempo já cavou todas as trincheiras / onde as ervas já se apossaram até dos tijolos / os quais passaram de artefatos culturais a produtos da indústria das ervas / das flores e dos arbustos e das árvores / que ali bicam o chão com aves /
As ervas sobem paulatinamente / passo a passo até o paço do castelo medieval /
avançam pelas escadarias e muralhas do castelo envolto em brumas / tomam as torres de atalaia / na menor ausência de um passo humano criam canteiros / tomam como soldados uma posição / e atacam com aromas verdes que curam os pulmões / e marca o passo do coração / ervas verdes médicas e farmacêuticas /
Legiões armadas de ervas invadem mosteiros e abadias / e vestem o hábito de monges e monjas / Os monges e monjas verdes trapistas / monjas Carmelitas descalças de Santa Terezinha do Menino Jesus / inspirando os conventos cartuxos e a natureza / a viverem a paz de são Francisco de Assis / o irmão natural com o coração em sinfonia de serafins /
As guerreiras herbáceas emitem mensagens no ar exalando odores / as fragrâncias são seus pés caminhando no ar / arrastando-se de brisa em brisa / plantadas com os pés em todos os ventos / que as levam em corpo e espírito herbáceo / pelas veredas que o olfato capta /
A voz das ervas palmilha no vento / e parte de seu corpo em cheiro está na brisa / na extensão de suas moléculas pelo ar / estendidas como mãos para colher olfatos / e dialogar com outras ervas e abelhas na fauna / e na faina diária tangidas pelo ritmo do violino em floradas / formigas e vespas em jornada / todas escritas e escritoras no vento / desenhistas e pintoras que invadiram a aldeia em obras de Marc Chagall / com seus violinistas azuis celestes e verdes / pintando melodias no vento austral /
A natureza com ervas e arbustos e árvores / busca constantemente invadir as fortificações humanas / seja uma simples choupana ou um palácio majestático /
as ervas hão de invadir / tomar de assalto um dia / quando tudo estiver abandonado aos chacais e às corujas / às urzes e às trepadeiras escalando o paredão de pedra / junto aos lagartos e serpentes / que ficam para sempre no seio da natureza / prontas para repor a vida após a guerra com os homens /
Ervas lançam anjos no ar / plantam anjos azuis e verdes em modo de ataque / e também em discursos herbáceos / emitem pensamentos em atos e vozes verdes de filósofas cínicas / cantando o verde em canções no gosto da clorofila / em coro de anjos naturais / tocando o ar com músicas de cheiro verde / compostas e executadas com maestria / pela orquestra de violinistas verdes / escrevendo músicas nos cadernos do vento / em notações musicais do tempo herbáceo subindo e pintando as paredes com limo e lodo / junto à legião de lacertídeos do tempo mensurado pelo passar do tempo verde do relógio de erva / tempo em que Mozart estava na cor de alma dos vivos / sustentado na alma do ar pelo gesto de mão da clorofila /
As ervas têm a paixão verde de Eros / são Vênus verdes rutilando em fragrâncias / a sensibilidade de Fernando Pessoa ou Federico Garcia Lorca / Holderlin ou Virgílio nas Bucólicas / as idéias de Platão e a liberdade silvestre dos filósofos cínicos /
Formas e naturezas herbáceas têm o bosque todo para crescer / todo o mundo de terra é seu de origem / com escritura nas rochas e nas árvores / por isso seu sentimento de erva expresso em Alexandre Magno / sua clorofila nutrindo a sede de conquistas de Gêngis Khan / a sede verde de Império nos césares de Roma / pois as legiões romanas em sintaxe de ervas anelam por reconquistar a terra / a terra palmo a palmo conquistada pela ferocidade egoísta do homem /
As ervas querem somente reconquistar o reino vegetal / e assim promover a paz mundial
natural / devolver à natureza seu universo verde / eivado de todas as cores eclodindo nas floradas esparsas pelo ínvio caminho / onde muito espinho se esconde em garras afiadas de ervas com veneno pegajoso /
As ervas dos seus olhos / as duas verdes ervas em seu rosto / cintilando em seus olhos verdes-erva / olhos de ervas verdes / ervas na alma verde da vitalidade afinada em equinócio / suas duas ervas em forma de olhos verdes / que também participam como soldados entre as ervas invasoras / estão em formação de batalha com as demais guerreiras bárbaras / gritando com todos os odores no vento / preparadas para invadir o castelo abandonado na aldeia / o meu castelo abandonado na aldeia / porque a natureza caminhando em suas ervas / desejam reconquistar meu coração de homem /
para fazê-lo de adubo no torrão de terra / onde as ervas se agarram pela raiz /
Ervas querem meu coração ao contrário / virado em terra fresca e olorosa / pois assim é a vida / a vida vegetal / a vida vegetativa das ervas / com a qual elas nos sustentam vivos / com a qual se faz a vida / clorofila a clorofila / fio a fio de clorofila no espelho de Narciso do sol / que se debruça e olha / e tem o olhar devolvido pelo olhar refletido da clorofila / que como outro Narciso a se olhar / vê sua imagem refletida no sol / o sol que olharra e vira seu reflexo de Narciso no espelho da clorofila / num flerte cujo amor é a essência da vida /
O tesouro da vida está guardado sob a vigilância perspicaz e perseverante das ervas / que umedecem o solo e a rocha granítica / até despertar a erva da vida / o divino tesouro que vale mais que todo o ouro /

WIKIPÉDIA POESIA : POESIA WIKIPÉDIA

( Wikipédia poesia : poesia wikipédia poesia-wikipedia wikipedia-poesia wikipedia : poesia poesia ; wikipedia poesiawikipedia wikipediapoesia wikipediapoesiawikipedia poesia wikipedia )

Sua ausência enche de vácuo as pedras /
deixa as escadarias de um enorme castelo tontas /
com pedras em lugar do coração /
onde bate uma goteira monologando com as rochas sedimentares /
pois embora muitas pessoas subam à escada /
todas elas quase sem exceção são pedras /
ficam paralíticas como estátuas vivas nas pedras da escadaria /
porque sua ausência apaga a alma /
e faz com que as pessoas voltem à condição de rochas metamórficas /

Sem seus olhos verdes semeando ervas sobre as frinchas das rochas /
seus olhos de verdes chamados /
convocando o verde das ervas pelo caminho /
seus olhos verdes matizados na cor das ervas /
clamando pelo verde natural pintado em sua retina /
sem seus olhos tudo e todos voltam a ser rochas ígneas /
então o edifício "Azul das Andorinhas" se esvazia /
respira o vácuo /
e o castelo de Windsor desmorona /

A sua ausência deixa vácuo nas rochas sedimentares
As gemas perdem a cor na ametista /
o azul do lápis-lazúli se esvai /
se o verde dos seus olhos não pincelarem com a tinta de luz a esmeralda /
na cor do mar em tintas vivas nos peixes nadando em seu olhar /

Sem seus olhos para abrir o sol na estrada erma da manhã úmida de rocio /
as pedras ficam mais empedernidas /
rochas e gemas não impulsionam mais um coração /
com seus vitais sais minerais /
pois sua ausência varre o chão /
e olha a lua sem o palor furtado às àguas-furtadas em sua retina /
( o palor de lua enamorada só nasce em flor em seus olhos /
ao cair a lua do céu em chuva de anjo ) /

Sem sua presença /
parece que morri e caí para dentro /
porquanto morrer é cair para dentro /
jazer emparedado vivo no corpo /
ser enterrado nas areias do deserto do próprio corpo /
sepultado sob jazigo pétreo /
pois sua ausência deixa nas rochas um vácuo de coração /
o vazio de um coração pulsando /
aquecendo a indústria do amor /

Sua ausência não faz medrar o coração nas pedras preciosas /
nem arrasta ervas para a vida /
que borbulha mesmo nos seixos peregrinos a caminho do riacho /
no álveo do rio que corre com pés de água descalça atrás do anjo em seu coração /

Sua ausência petrifica a água /
faz da vida uma estátua de mármore /
Galatéia /

ESTUDOS : Wikipedia : Panteão de Agripa ou Panteão de Roma - templo - Wikipedia : Panteão de Agripa ou Panteão de Roma - templo - Wikipedia : Templo Circular : Panteão de Agripa, Roma, Campo de Marte - Wikipedia : Templo Circular : Panteão de Agripa, Roma - Wikipedia : Capitolio, Piazza del Capitoglio, Roma, Sete colinas - Wikipedia : Capitolio, Piazza del Capitoglio, Roma, Sete Colinas - Wikipedia : Colina Vaticana : Basílica São Pedro, Vaticano - Wikipedia : Colina Vaticana : Basílica São Pedro, Vaticano - Wikipedia : Basílica, Palácio de Latrão e Obelisco de Tutmosis III - Wikipedia : Basílica, Palácio de Latrão e Obelisco de Tutmosis III - Wikipedia : Ordem dos Predicadores, Dominicana , dominicanos- cruz flordelisada - Wikipedia : Ordem dos Predicadores, Dominicana, dominicanos - cruz flordelisada - Wikipedia : Fra Angelico : afresco no convento dominicano de São Marcos - Wikipedia : Fra Angelico : Afresco no convento dominicano de São Marcos - Wikipedia : Fra Angelico : A Anunciação, Museu do Prado, Madrid - Wikipedia : Fra Angelico : A Anunciação, Museu do Prado, Madrid - Wikipedia : Bernard Gui, Guidone, inquisidor , Toulouse, idade Média - Wikipedia > Bernardo Gui, Guidone, inquisidor, Toulouse - idade média - Wikipedia : Bernini : El Pulcino della Minerva - Wikipedia ; 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Candida (1898) - Wikipedia : The Man of Destiny ( 1897); Candida (1898) - Wikipedia : Bernard Shaw : obras : Three Plays for Puritans ( 1901) - Wikipedia : Bernard Shaw ; Obras > Three Plays for Puritans (1901) - Wikipedia : Bernard Shaw : obras : The Devil's disciple ( 1897) - Wikipedia : Bernard Shaw : obras : The Devil's Disciple ( 1897) - Wikipedia : Bernard Shaw : obras : Caesar and Cleopatra (1901) - Wikipedia : Bernard Shaw : caesar and Cleopatra ( 1901) - Wikipedia : Bernard Shaw ; Obras : Major Barbara ( 1905) - Wikipedia : Bernard Shaw : obras : Major Barbara (1905 ) - Wikipedia : Wikipedia : Bernard Shaw : obras The Doctor's Dilemma ( 1906) - Wikipedia : Bernard Shaw : obras : The Doctor's Dilemma (1906) - Wikipedia : Bernard Shaw : obras : Getting Married (1908) - Wikipedia : Getting Married ( 1908) - Wikipedia : Bernard Shaw ; Obras : Bernard Shaw : obras : The Glimpse of Reality (1909)- Wikipedia : Bernard Shaw , obras : The Glimpse of Reality ( 1909) - Wikipedia : Bernard Shaw , obras : Misalliance (1910) ; 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WAPÉDIA AMOR : AMOR WAPÉDIA

( Wapédia amor : amor wapédia amor-wapedia wapedia-amor wapedia ; amor amor : wapedia amorwapedia wapediaamor wapediaamorwapedia wapedia amor wapedia amor wapedia )

Do amor do poeta e da poetisa nasceu Amor
- o deus Amor veio pelo sexo

Aliás, o amor, esse deus, é uma energia vital
e no interregno do descarregar essa energia
nasce a corrente elétrica e química
a qual denominamos de amor
- o amor é o poder eletromagnético que atrai os corpos ao sexo
que sexo e amor é o mesmo
o resto é que é amizade :
relações amistosas, filosofia, esporte, religião dentre outras
é o que gostamos ou do que somos amigos
como os filósofos que gostam da filosofia
e por isso são filósofos honrando o nome da filosofia
ou os esportistas, os religiosos, os amigos gostam uns dos outros
mas não praticam o sexo pois não há sexo em jogo
fora o homem e a mulher
na concavidade e convexidade que faz a canoa e o remo
( não o Remo cravejado no remo do mito da loba de Roma)
sendo o remador a natureza que providência o deus menino Amor
que nasce do ato de poesia praticado pelo casal sexual

Dessa brincadeira algo sardônica dos antigos romanos com o Amor
nasceu do leite da loba que é o latim
- o latim : língua ama de leite que nos amamentou na loba do mito
e assim nos criou no mito da loba que alimentou Rômulo e Remo
que roda em nós no sexo e no natal do Jesus Cristo
que é o natal de todos nós
ao nascer de nossa estrela no céu de anil ao sol
e céu na regra negra da noite grega que agregou signos gregos em Evangelhos
- canônicos e apócrifos Evangelhos
que desceram pela humildade de erva de São Francisco de Assis ao rés-do-chão
- ao rés-do-chão com o presépio de São Francisco de Assis
porque o solo com ervas apontando as cabeças herbáceas sobre a terra
- o solo de ervas daninhas é o berço de todos nós
meninos Jesus ou ex-meninos Jesus

WAPÉDIA VESPEIRO : VESPEIRO WAPÉDIA

( Wapedia vesperio : vespeiro wapédia vespeiro-wapedia wapedia-vespeiro wapedia : vespeiro vespeiro : wapedia vespeirowapedia wapediavespeiro wapediavespeirowapedia)

O marimbondo é uma flor em vôo
uma vida vegetal em vôo
a erva de asa
a vespa é a erva com asas
- a vespa a nadar céus e chuvas

Marimbondo são insetos da ordem dos himenópteros
cujas asas a natureza fez em membranas
finas e sutis membranas que o vento não quebra
nem deixa rota ou sem rota
( a ordem dos himenópteros
- ordem maior que a ordem menor dos mendigos de Assis )

Seu ninho é uma caixa
ou uma casa de marimbondo
que ele constrói na folha em renovo
e não na folha velha e carcomida pela lagarta
- a lagarta é o tempo da folha
tempo de vida da folha

Marimbondo é belo ser
faz a beleza bailar nos olhos de que o vê
e é um vegetal orgulhoso
de porte elegante
de quem tem poder
no empório do veneno
que armazena a química
na ciência da farmácia e da medicina
na sabedoria vegetal da vida
que com palavras estudamos em biologia
Todavia o marimbondo dialogo com a vida
com o vegetal plantado em seu fundo de ser
o mar que há no fundo de vida

Possui um ovipositor ou ferrão
com o qual inocula o veneno
e a fêmea deposita o ovo
- o ovo é o vegetal em semente de animal
o vegetal a dois passos de sua raiz
no marimbondo que voa
e se afasta da semente e da terra
que se abraçam em arvoredos e arbustos e trepadeiras herbáceas
as filhas agarradas ao seio da terra
( O marimbondo é um ser celeste
um violinista com asas vegetais
cujas membranas levam signos grafados
que somente podem ser lidos no Corão e no Tanakh

A ciência assevera que seu veneno é um Phamacon
uma deusa Panaceia para a dor
O marimbondo que não produz mel algum
tem guardada na química de seu laboratório fisiológico
um veneno que é um mel para a dor
uma mina mais doce e fina que a morfina
( a substancia sob o veneno é um peptídeo
que atua no sistema nervoso vegetal
que é o jardim receptor do peptídeo )

Sua família tem o nome de Vespidae
daí o marimbondo ser chamado de vespa
pois vespa é o nome da família
a descendência em dinastia de vespa
mas seu nome "marimbondo' soa com gosto de mel
na boca do povo brasileiro
que sabe a marimbondo
desde os tempos edênicos do aborígene
como Lineu à vespa da família Vespidae