sábado, 5 de dezembro de 2009

PINTASSILGO, PINTARROXO, NOIVINHA

Carduelis carduelis 2.jpg
Um pintassilgo não é um pinta-pássaros /
é uma ave canora /
que não sei por quê pinta o "silgo "?/
( que seria o "silgo" senhores etimologistas que sabem tudo de palavras gulosas /
e vocábulos que pintam o sete e o "silgo" ?! ) /
Pintarroxo-de-bico-grosso
O Pintarroxo também pinta o roxo /
pinta de lilás-cocô a Catedral de Rouen /
sem a paixão que caracteriza Monet /
que pintou tantas catedrais de Roen sob vários banhos de luz /
conquanto a Catedral em Roeun seja uma só /

Monet pintando a Catedral de Rouen /
pinta-a de luz matinal /
naquela hora do canto passeriforme /
onde tem muitos pássaros celebrando o primeiro esplendor da flor de laranjeira /
que desabrocha na barra da alva /

que tem téu-téu /

Tem téu-téu-da-savana /
Tem pássaro preto tem /
tem tem-tem ? - não, não tem tem-tem não /

mas tem teque-teque /
tem téu-téu tetéu terém-terém tem /
e se tem teque-teque quero também quero-quero /
que vem de trem ou teque-teque este terém-terém /

O que não-quero-não-quero para o quero-quero /
é que caia na matemática e vá visitar o zero /

num arabismo belo como todo arabesco no Alcorão /
( a cultura mulçumana é um belo arabesco /
"Porém Alá é mais sábio, o clemente, o misericordioso " /

Este arabesco que não quero, não quero-quero /
é o inimaginável zero da extinção do téu-téu tetéu terém-terém /

um trem que não quero, não-quero-quero-não para o terém-terém /
Vanellus chilensis (close-up-2).jpg
Não quero a estatística na curva do zero-zero para o que é quero-quero /
isso eu não-quero-não-quero : quero o quero-quero /
longe de ser o nada e o não-ser do zero-zero /

e chega de lero-lero porque o quero-quero é o que quero /
- quero o mero quero-quero vivo /
sem que rime com zero-zero /
fique fora do arabismo do zero /
e não vá também ser signo sem beleza e sem a graça do arabesco árabe arabista /
e acabe vindo-a-ser o ser de frases negativas do alfabeto que as legiões romanas fez do latim /
uma sintaxe de guerra feita para matar /
uma máquina de guerra semiótica e semiológica /
- a guerra : a maior empresa do homem enquanto Estado /
( a guerra : o negócio do Estado )

Ufa! muito menos triste e feia é uma coruja-da-igreja! /
sineira cínica tocando o sino de Diógenes de Sínope /
aquele filósofo cínico da Grécia antiga e filosófica /

que ainda passeia por aí nas energias da mente de outros corpos sãos /
pois a mente humana é um enorme símbolo que recolhe signos e símbolos /
( a grande deusa semiótica semiológica /
de muitos nomes e cabeças de Jano até depois do mês dos césares de Roma /
enfiados no calendário gregoriano que engolimos em conta-gotas anualmente /
ano-bom ano-ruim - não importa! ) /

Agora, para construir um mundo-ninho para pássaro que não passe à extinção /
chame o João, o João-de-barro /
que não é um João ninguém /
nem também um João-sem-terra /

tampouco um canário-da-terra-verdadeiro /

ou um pobre João-pobre
ou algo que voa sobre alga do mar /

tal qual ou igual bem ou mal este mandrião-pomarino supra sumo /

Seria, entretanto, o João-de-barro, bom padroeiro para o pedreiro ou a noivinha /
se pássaro pudesse ser canonizado pela Santa Sé /
tal qual ou igual mal o fizeram com o profeta João Batista /
um João de outro barro e cepa /
que não necessitava de canonização /
porque era santo santo santo em vida de profeta /
batizando a água e abençoando a vida para sempre /
enquanto São Francisco de Assis tenta proteger os irmãos pássaros /
filhos do céu do teque-teque terém-terém e de todos os senhores alados /
quer sejam arcanjos ou aves passeriformes /
não importa em que bioma vivam /
( ó Greenpeace, Greenpeace, Greenpeace /
venha ou vá lá dá a letra lá da melodia o Greenpeace!) /

se no bioma do poeta ou da natureza passiflora da flor de Lineu /
naturalista que escreveu palavras para aves e seres da botânica /
que são poesias mais belas que muitos poemas de poetas sem gueto /

REFERÊNCIAS: CATEDRAL DE ROUEN, FRANÇA, CATEDRAL DE ROUEN, FRANÇA


CATEDRAL DE ROEUN, FRANÇA, CATEDRAL DE ROEN, FRANÇA, WIKIPEDIA,
GUETO, PINTASSILGO, PINTARROXO, GUETO, PINTASSILGO, PINTARROXO, WIKIPEDIA, BELLA SWAN EM TEMPO DE GUETO, BELLA SWAN NO GUETO

BELLA SWAN EM SUA EX-PROFISSÃO ANTIGA - BELLA SWAN EM SUA EX-PROFISSÃO ANTIGA, DESCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉIA, ENCICLOPÉDIA, DESICICLOPEDIA, ENCICLOPÉDIA,

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NINHO DO JOÃO-DE-BARRO - NINHO DO JOÃO-DE-BARRO - JOÃO-DE-BARRO

ARABESCO DE ALHAMBRA - ARABESCO DE ALHAMBRA

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

PEIXE

Eu queria pegar um corpo de peixe e sair nadando /
tentando entender porque tanto oceano /
Oh! porque tanto mar /
tanto peixe e lagostas e mexilhões /
nas bocas dos "gourmets" das ciência gastronômicas /
na economia do mar de mexilhões /
que de mexilhão em mexilhão mexe o México /
e são milhões e milhões de mexilhões /
capazes de unir o México e o mundo por mexilhões /
numa versão bizarra de o Médico e o Monstro sem contexto algum /
exceto com a alma da aliteração alienada aqui e ali lá e Allá alhures e algures /
Miesmuscheln Mytilus 1.jpg
No mexe que mexe de México e mexilhões /
fico a cismar que os mexilhões são uma nação /
assim como o é o México /
com povo língua e territórios distintos /
sendo o território do mexilhão o mar /
- o mar de tamanho amar /

território sobre águas de amar a mar e à terra /
em toda a extensão de terra pisada na preamar pelo gigante mar /
que deixou suas palmilhas na preia-mar /
depois que um mar mareado com veleidades de andarilho /

recuou em baixa-mar das terras antes conquistadas a la Alexandre Magno /
com mexilhão mexilhão em sintaxe de Legião de molusco bivalve /
ó povos do mar /
ó povo do Mexilhão /
ó povo do México /
ó polvos de mar a mar que mais que mar "amar é" na maré /
até marejar os olhos de tanto chorar no amar o mar do amar!!! /
para lá do lago da lagosta e da lata de sardinha /
que é até onde meu saber sabe a mar e marinha brisa de costa a costa /
( Deus salve os mexilhões em bilhões
se os há no golfo do México /
na corrente do golfo e do golfinho...
e que o Greenpace também os possa salvar
mas não para Jesus ou truz de cruz /
que é ter vida em sociedade na saciedade de alguns humanos /

e ter que viver longe do eremita ou caranguejo-ermitão ) /
I
Estrela do Mar
O homem leu estrela no céu e leu estrela no mar /
leu letras ao léu para legar o nome de estrela à estrela-do-mar /
A Vênus chamou estrela da manhã /
e ao ser cintilante ao levante e a leva de prisioneiras estrelas da noite /
a cavaleiro negro das grades das trevas /
denominou de sol e estrelas /
não olvidando o girassol em terra firme /
( o homem que leu o véu de estrelas no céu sou eu /
ao menos o que está em signos e mente neste texto baixa-mar e preia-mar /
que funciona tal qual um coração /
entre sístole e diástole /
no vaivém das correntes sanguíneas do golfo do corpo / ) /
Hippocampus.jpg
Leu ao léu cavalo campolina no pasto e cavalo-marinho no mar /
de mar a mar até a preamar /
( como hei de preamar!!! /
Olá, mar em preia-mar /
Oxalá eu vá a ti no timão do capitão! ) /

http://verdadeabsoluta.net/wp-content/uploads/2009/03/pegaso.jpg
Ao léu leu no véu do céu Pégaso /
o mitológico alazão de Hércules /
escrito no céu na constelação de Pégaso /
refletido em mergulho no mar /
no que é Pégaso no cavalo-marinho! /
No mar que é o céu de baixo do azul pintado no teto do mundo /
não obstante ser o céu acima do céu-teto do arquiteto /
quando invertido em vida /
- o mar é o céu de cima sem que o mundo esteja de ponta-cabeça /
pois no mar há a vida a amar em abundância maravilhosa /
maravilha marítima em alga marinha /
e em algo marinho naquele cavalinho /
cavalo-marinho /
estrela, estrela-do-mar /
mar de água-viva ou Medusa /
mar de toda vida /
de onde vim, viemos /
saímos bichos arrastando-se pela areia até a floresta /
e habitamos a terra como primitivos anfíbios /
até onde estou aqui hoje em signos nos versos deste anverso de poesia /
e em corpo e mãos que escreve estes versos /
que voltarão para amar o mar de mar a mar até a preamar /
e mesmo na baixa-mar amar o mar /
e alga e algo que há no mar de marejar os olhos /
de sal e mar e muito mar /
em que posso me afogar /
se não for peixe-espada nos seus olhos /
- olhos de azuis de mar cruel /
verde mar /
mar negro /
ou mar morto /
- olhos de mulheres /
onde já naufraguei veleiros /

mesmo sendo eu um homem e, portanto, o veleiro /
- o barco que Salvador Dalí soube ver nos meus ombros de Atlas /


REFERÊNCIAS : ATLAS, WIKIPEDIA, ATLAS, WIKIPEDIA, DESCICLOPÉDIA, GOOGLE, DESCICLOPÉDIA, GOOGLE, TV ONTÁRIO, YOUTUBE, TV ONTÁRIO, YOUTUBE, SALVADOR DALI, DALÍ, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, SALVADOR DALÍ, DALI, BIOGRIA, WIKIPEDIA, MEXILHÃO, MEXILHÃO, WIKIPEDIA,

O mexilhão (Mytilus edulis ou Mytilus galloprovincialis) é um molusco bivalve da ordem Mytiloida, consumido como fonte de alimento.Os mexilhões são animais sésseis que vivem nas zonas intertidais, fixos pelo bisso às rochas costeiras. A sua concha é negra azulada, sem ornamentação a não ser as linhas de crescimento. A sua charneira é disodonte. Entre os predadores naturais do mexilhão encontra-se a estrela do mar.Tal como a ostra, o mexilhão tem a capacidade de produzir pérolas, algumas delas com grande valor no mercado. MEXILHÃO, MOLUSCO BIVALVE, MEXILHÃO, MOLUSCO BIVALVE, ESTRELA DO MAR, MÉXICO, ESTRELA DO MAR, WIKIPEDIA, OSTRA, PÉROLAS, GOLFO DO MAR, OSTRA, PÉROLAS, GOLFO DO MÉXICO, WIKIPEDIA, PÉDASUS, PÉGASO, PÉGASUS, PÉGASO, WIKIPEDIA, ALAZÃO DE HÉRCULES, HÉRACLES, PÉGASUS, ALAZÃO DE HÉRCULES, HÉRACLES, WIKIPEDIA, MAR MORTO, ALGA, MAR MORTO, ALGA , WIKIPEDIA, DESICLOPÉDIA, DESICLOPÉDIA, DESICLOPÉDIA, DESICLOPÉDIAWiki.png

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PanulirusJaponicus .jpg








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Woda-6 ubt.jpeg

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Lula vampira

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Cyanea kils.jpg

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Mexilhão
Miesmuscheln Mytilus 1.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Mollusca
Classe: Bivalvia
Ordem: Mytiloida
Família: Mytilidae
Género: Mytilus
Espécie
  • Mytilus edulis
  • Mytilus galloprovincialis



terça-feira, 1 de dezembro de 2009

BESOURO

O besouro que bateu na minha vidraça /
não fez toc-toc como um coleóptero da coleção de Cecília Meireles /
porque aqui nesta minha charneca da poesia /
é um ser saído de mim /
mas um ser também livre de mim como obra da natureza /
coisa entre coisas da natureza /
que somente me permite captá-lo como objeto /
ao qual dou o ser que entendo /
que me é inteligível /
junto com Lineu e outros zoólogos e companheiros andarilhos pela vida /
inteligência que muda com o tempo, o diálogo peripatético com os filósofos /
e a evolução da minha inteligência de poesia /
pois o ser é a poesia /
é a poesia que dá o ser /
sendo a ontologia da filosofia apenas a dialética /
a lógica na língua como silogismo /
de onde flui o conceito e definição do objeto estudado /
e a classificação em a categorias da razão pura /
na filosofia transcendental de Kant /

Este escaravelho veio de longe /
( e já voou mais longe nas asas do ser ) /
veio de para lá das plagas do antigo Egito /
( cortando o tempo em pedaços poéticos )
veio este escaravelho do velho país da Esfinge de Gizé /
veio velho no corpo do tataravô de antes da poesia ser formada com argamassa humana /
no único ser intelectual vivo e inteligente /
que o homem criou enquanto pensamento e sentimento /
depois que os signos e os símbolos foram ordenados em histórias poéticas /
que eram chamadas de míticas ou lendárias /
( a poesia é o segundo Adão /
o Adão sábio e verdadeiro /
o Buda dos orientais /
o filósofo dos gregos antigos /
o deus dos gregos ainda mais antigos que os muro minóicos
o ser que o homem é /
o ser que dá ser às coisas e ao mundo /
a inteligência suprema /
o ser supremo
que não foi moldada pelas mão do artífice supremo do universo /
mas pelo miserável ser que é o homem /
o trágico animal de Nietzsche ) /
Trichodes apiarius.jpg
Por isso a poetisa Cecília Meireles somente trouxe a poesia do besouro /
e não o besouro /
pois o coleóptero só vem nas águas /
é filho do Moisés bíblico escrito nas águas /
batizado no Jordão pelo verdadeiro profeta da natureza : João Batista /
- que é uma energia presente perenemente na natureza /
esta deusa misteriosa e velada ao ser a que temos acesso pela poesia /
( o batismo é um fenômeno natural que se repete em todas as épocas das águas )
Lucanus-cervus-maskulinum.jpg
Bateu na minha vidraça o velho coleóptero /
que Lineu classificou em sua poesia taxionômica /
( há muita poesia na zoologia e botânica do sábio Lineu )
e o profeta João Batista batizou no Jordão /

O escaravelho é uma máquina da natureza /
cujo milagre é ser uma máquina viva /
cujo corpo flexível é de uma beleza e graça inexcedível /
apto a sobreviver inteligentemente e livremente /
com a sabedoria genética de milhões de anos de vida no livro dos genes /
sem necessidade de qualquer ajuda humanitária ou humana ou sobre humana /
mas também é seu ser frágil /
que se ferido com gravidade /
perde sua energia vital e morre /
mesclando-se de novo ao corpo inteiro da natureza /
no que difere dos seres que criamos /
das máquinas maravilhosas que construímos com motor /
que voam e correm na velocidade de um conversível de luxo /
porém não são inteligentes nem se regeneram /
não possuem o corpo flexível /
tampouco morrem pois não têm energia vital /
e portanto se transformam em lixo /
que não se mistura com a natureza /
e poluem o meio ambiente /
porque apenas os seres que nascem, têm vida e morrem são inteligentes /
pois estão ligados à natureza /
uma grande alma que cuida de tudo o que vive, cresce, adoece e morre /
(aliás, as máquinas construídas pelo homem /
não possuem nem corpo, mas uma mera carcaça nati-morta /

pois já saem das fábricas rígidas e frias como a morte /
enquanto não se liga o motor /
que depende do homem para o acionar e do combustível para funcionar ) /
Lampyris noctiluca.jpg
Voou sobre terras vaga-lume, que é um coleóptero /
sem se molhar nas bátegas mais espessas da chuva /
nem a tempestade que mais mais fustigou suas asas /
alterou minimamente sua rota nunca rota como a do rígido jato da Airbus /
que sem inteligência despenca no oceano porque incapaz de reparar uma falha /
Leptinotarsa decemlineata
O escaravelho velho veio num vôo melhor que o vôo do helicóptero - o coleóptero /
no mapa traçado por Moisés /
que ainda está na natureza escrito para leitura dos besouros e dos poetas /
sem embargo da estupidez humana /
que tem feito o impossível para esses anais de Moisés desde as sete pragas do Nilo /
num esforço estúpido de suicídio do único animal que em geral não tem siso /
mas somente muito riso... - de palhaço tolo e descontextualizado no circo natural /
Hercules.beetle.arp.jpg
Este escaravelho veio anunciar que a vida renasce /
que a água batiza a vida numa festa anual das cheias do Nilo /
( que a bíblia contextualizou como as sete pragas do Egito /
mas que é apenas o sinal de Moisés para as águas fertilizarem o solo /
e tocarem as trombetas do anjos para a revoada anual /
em que vêm besouros, térmitas, formigas e tudo cria asa e voa /
para a festa da reprodução das águas /
a festa dos insetos regida pelo anfíbio Moisés ) /
Nilo Azul perto de Bahar Dar
Lá ou para lá de onde Allá criou o Delta do Nilo /
de onde veio o escaravelho velho e empoeirado /
que se desprendeu da rigidez da sua escultura fixa em cartuxo e pedra para faraó /
saiu o escaravelho esculpido na rocha da Pirâmide voando de dentro dos hieróglifos /
que o prendiam junto ao Livro dos Mortos /
e abriu o livro dos Vivos /
depois do batismo do profeta João Batista /

O anacoreta João Batista derrama água /
batiza todos os insetos e anfíbios /
que saem em revoada como o fez o escaravelho esculpido na Pirâmide /
deixando vazio o texto do Livro dos Mortos que guia o faraó na sua jornada final /
e abrindo para sempre as páginas do Livro da Vida /

Se o profeta João Batista não continuasse a batizar as águas /
a água não teria nem daria a vida que João batiza no ciclo das águas /
os coleópteros não levatariam voô de vaga-lume /

e Moisés não lideraria os anfíbios /
nem enviaria em missão vital os pilotos alados de todos os insetos /

para reciclar a vida perenemente /
( esta é a Bíblia da vida /
escrita todos os dias nos genes /
e todos os anos nas águas )
Um besouro que deixe de bater na minha vidraça
é uma parte da minha vida que está sendo ceifada /
ano a ano, ó tanajura que não vi este ano /
ó tanajura que amo ano a ano e dia a dia no ano /
tanajura que nem vi no ano passado /
não preciso do jura tanajura pura nem de injúria ou perjúrio /
ao asseverar que nos anais já reduziam dois anos a menos na minha vida /
dois anos que parte da vida morreu /
com a simples ausência de uma única tanajura /
que não virou praga do Egito /
mas fênix extinta /

SAN JUAN BAUTISTA DE EL GRECO, SÃO JÃO BATISTA DE EL GRECO, SAN JUAN BAUTISTA DE EL GRECO, SÃO JOÃO BATISTA DE EL GRECO

EL PROFETA SAN JUAN BAUTISTA E SAN JUAN EVANGELISTA - O PROFETA SÃO JOÃO BATISTA E SÃO JOÃO EVANGELISTA DE EL GRECO
REFERÊNCIAS : TV ONTÁRIO, CANADÁ, GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE, TV ONTÁRIO, CANADÁ, GOOGLE, WIKIPEDIA, YOUTUBE, PROFETAS DO ISLÃO, ISLÃO, ALCORÃO, ALCORÇÃO, PROFETAS DO ALCORÃO E ISLÃO , WIKIPEDIA, EL GRECO, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, EL GRECO, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA,
Os besouros, também chamados de escaravelhos, são insetos coleópteros, pertencentes à ordem Coleoptera. Estes animais são caracterizados principalmente pelo par de asas anterior endurecido, conhecidas como élitros. A ordem Coleoptera é a que tem maior número de espécies dentre todos os seres vivos — cerca de 350 mil — sendo portanto o grupo animal mais diverso que existe. Dentre os seus representantes mais conhecidos estão as joaninhas, os rola-bosta, os gorgulhos, os besouros serra-pau e os vaga-lumes. A maior família dentro da ordem coleoptera é a família curculionidae.São os coleópteros providos de rostro. As antenas são genículo-clavadas ou genículo capitadas. São importantes pragas de culturas, como é o caso do bicudo do algodoeiro, Anthonomus grandis, e as pragas de grãos armazenados do gênero Sithophilus sp.
Profetas do islão no Alcorão
Adam Idris Nuh Hud Saleh Ibrahim Lut Ismail Ishaq Yaqub Yusuf Ayub Mosque.svg
آدم ادريس نوح هود صالح ابراهيم لوط اسماعيل اسحاق يعقوب يوسف أيوب
Adão Enoque Noé Éber Selá Abraão Ló Ismael Isaac Jacó José Jó

Shoaib Musa Harun Dhul-Kifl Daud Sulayman Ilyas Al-Yasa Yunus Zakariya Yahya Isa Muhammad
شعيب موسى هارون ذو الكفل داود سليمان إلياس اليسع يونس زكريا يحيى عيسى محمد
Jetro Moisés Aarão Ezequiel David Salomão Elias Eliseu Jonas Zacarias João Batista Jesus Maomé
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CARTUXOS DOS FARAÓS - CARTUXOS DOS FARÓS - ESCRITA HIEROGLÍFICA

Cartela   ("cartucho")   de   Amen-hotep   II

CARTELA OU CARTUCHO DE AMEN-HOTEP II

HIERÓGLIFOS EM UMA ESTELA FUNERÁRIA

PEDRA DE ROSETA