sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

WIKIPÉDIA TEMPO : TEMPO WIKIPÉDIA

( Wikipédia tempo : tempo wikipédia tempo : wikipedia wikipedia : tempo wikipediatempo tempowikipedia wikipediatempowikipedia tempo wikipedia tempo wikipedia tempo )

O pensamento da natureza é o tempo
que a natureza grafa em língua matemática
que é língua-logos da física
que fala do tempo
pensamento natural livre de cérebros
fenomenologia do ser livre do pensar limitado ao cérebro
neurônios e sinapses

A natureza tem um sistema vegetativo de pensar
que ela passa geneticamente ao profeta e posteriormente ao poeta
- o poeta é o filho do profeta na civilização
arrasta sua carga vegetal e cultural
para que dela bebam o filósofo e o cientista
e os diversos engenheiros que perambulam pela erudição

Os gregos do pensar pré-socrático
somente pensavam e falavam em física
para todo o "logos" sobre a natureza diziam "física"
quer seja para designar a natureza externa
ou a natureza formada com a idéia
que é a fenomenologia do pensamento
posteriormente denominada metafísica por um compilador do filósofo
- do filósofo Aristóteles de Estagira
o estagirita que postulou no logos a lógica em silogismo
operando metafísica no logos
enquanto assassinava Sócrates em silogismo

A matemática é o logos do pensamento natural
a língua que fala e escreve o pensamento da natureza
em versos equacionados por picos de senos e senóides
de seu relevo e clima natural à lâmina d'água que ruge
quando o motor do tempo explode em movimento senoidal
ou na espiral que desce e sobe as escadas do céu e da terra herbívora
Matemática é o estudo filosófico puro do tempo
que canta em árabe de álgebra quando a abstração atinge o ápice

Álgebra é matemática em sentido arábico do ser
um ser árabe do pensar árabe
o contexto árabe em profundidade simbólica abissal
para ler todas as línguas naturais
A álgebra é a matemática em árabe
a voz árabe da filosofia permitida pelo sagrado Alcorão
que é a voz bela do profeta de Alá
o protótipo de vegetal da cultura no homem
- o Alcorão é o canto de Alá para os fiéis
que são todos os justos

A matemática e a engenharia e a física
falam do tempo
tempo do motor
tempo motor
- motor Otto
( o motor Otto
tem um ciclo interno
ele gira o propulsor do tempo
que o tempo é seu objeto
assim como o é da natureza
e da medicina cujo deus é Cronos e não Asclépio
pois toda doença é crônica
é filha de Cronos o deus do tempo
a energia que ocasiona enfermidade
que perdura no tempo
Daí ser crônica
pois está o tempo todo no corpo )

O tempo é o pensamento-motor que impulsiona tudo
O recém-nascido se guia por Cronos
ele dorme muito porque assim era no ventre
e aos poucos vai ganhando outro tempo
vai interagindo com outro Cronos
que o fazem agir e ficar desperto
através da interação com os circunstantes
que estão fora do tempo não contado nas areias do sonho
pois o sonho não tem tecnologia alguma
é nosso mundo fetal ou infantil intacto
Portanto é saindo da casca de ovo do sono
que o recém-nascido se inicia na vida interativa
cada vez colocando mais areia no tempo

O tempo é a substância do pensamento do homem e da natureza
é o pensamento de Deus que captamos e capturamos em versos
no canto sincopado dos profetas e poetas
que se acercam do pensamento divino
que é pensar o infinito matemático algebricado
escrito nas equações que fazem o ser na idéia
o pensamento vvoe na poesia das equações
- a poesia é uma constante de Max Plank no pequizeiro
e no jardim de Getsêmani
( se havia de fato jardim plantado no nome getsêmani
ou era apenas um jardim de vegetal poético
para o contraponto e fuga com o Jardim do Éden
na topografia com azimute para mensuarar a terra no Tanahk )

Sei de um tempo que dá no pequizeiro
fazendo óleo de pequi
na moenda de vento motor da casa vegetal
no moinho de vento velho vegetal instalado como empresa do poeta
que fabrica dois dos motores Otto do tempo
motor Otto de dois tempos
e motor Otto no ciclo Otto de quatro tempos
e quatro ventos no pistão que sopra saxofone
daquele moinho ermitão que vive só com as ervas no chão
e subindo pelas paredes até as pás do moinho de vento
com pás paradas nas mãos das ervas pianistas
ervas violinistas verdes

A memória é tempo capturado
motor que se gasta no vegetal
que se desgasta em tempo motor de erva
no giro vegetal que somos lá no fundo do jardim vegetal
que roda no idioma no logos para anatomia
com o nome de sistema nervoso vegetativo
- sistema nervoso vegetal
sistema vegetal

Ver um bebê é olhar o tempo pensando
olhar o pensamento da natureza em ação
- ver Deus em exercício de sabedoria

WAPÉDIA TEMPO : TEMPO WAPÉDIA

( Wapédia tempo : tempo wapédia tempo : wapedia wapedia : tempo wapedia-tempo tempo-wapedia tempowapedia wapediatempo wapediatempowapedia tempo wapedia )


O pensamento da natureza é o tempo
que a natureza grafa em língua matemática
que é língua-logos da física
que fala do tempo
pensamento natural livre de cérebros
fenomenologia do ser livre do pensar limitado ao cérebro
neurônios e sinapses

A natureza tem um sistema vegetativo de pensar
que ela passa geneticamente ao profeta e posteriormente ao poeta
- o poeta é o filho do profeta na civilização
arrasta sua carga vegetal e cultural
para que dela bebam o filósofo e o cientista
e os diversos engenheiros que perambulam pela erudição

Os gregos do pensar pré-socrático
somente pensavam e falavam em física
para todo o "logos" sobre a natureza diziam "física"
quer seja para designar a natureza externa
ou a natureza formada com a idéia
que é a fenomenologia do pensamento
posteriormente denominada metafísica por um compilador do filósofo
- do filósofo Aristóteles de Estagira
o estagirita que postulou no logos a lógica em silogismo
operando metafísica no logos
enquanto assassinava Sócrates em silogismo

A matemática é o logos do pensamento natural
a língua que fala e escreve o pensamento da natureza
em versos equacionados por picos de senos e senóides
de seu relevo e clima natural à lâmina d'água que ruge
quando o motor do tempo explode em movimento senoidal
ou na espiral que desce e sobe as escadas do céu e da terra herbívora
Matemática é o estudo filosófico puro do tempo
que canta em árabe de álgebra quando a abstração atinge o ápice

Álgebra é matemática em sentido arábico do ser
um ser árabe do pensar árabe
o contexto árabe em profundidade simbólica abissal
para ler todas as línguas naturais
A álgebra é a matemática em árabe
a voz árabe da filosofia permitida pelo sagrado Alcorão
que é a voz bela do profeta de Alá
o protótipo de vegetal da cultura no homem
- o Alcorão é o canto de Alá para os fiéis
que são todos os justos

A matemática e a engenharia e a física
falam do tempo
tempo do motor
tempo motor
- motor Otto
( o motor Otto
tem um ciclo interno
ele gira o propulsor do tempo
que o tempo é seu objeto
assim como o é da natureza
e da medicina cujo deus é Cronos e não Asclépio
pois toda doença é crônica
é filha de Cronos o deus do tempo
a energia que ocasiona enfermidade
que perdura no tempo
Daí ser crônica
pois está o tempo todo no corpo )

O tempo é o pensamento-motor que impulsiona tudo
O recém-nascido se guia por Cronos
ele dorme muito porque assim era no ventre
e aos poucos vai ganhando outro tempo
vai interagindo com outro Cronos
que o fazem agir e ficar desperto
através da interação com os circunstantes
que estão fora do tempo não contado nas areias do sonho
pois o sonho não tem tecnologia alguma
é nosso mundo fetal ou infantil intacto
Portanto é saindo da casca de ovo do sono
que o recém-nascido se inicia na vida interativa
cada vez colocando mais areia no tempo

O tempo é a substância do pensamento do homem e da natureza
é o pensamento de Deus que captamos e capturamos em versos
no canto sincopado dos profetas e poetas
que se acercam do pensamento divino
que é pensar o infinito matemático algebricado
escrito nas equações que fazem o ser na idéia
o pensamento vvoe na poesia das equações
- a poesia é uma constante de Max Plank no pequizeiro
e no jardim de Getsêmani
( se havia de fato jardim plantado no nome getsêmani
ou era apenas um jardim de vegetal poético
para o contraponto e fuga com o Jardim do Éden
na topografia com azimute para mensuarar a terra no Tanahk )

Sei de um tempo que dá no pequizeiro
fazendo óleo de pequi
na moenda de vento motor da casa vegetal
no moinho de vento velho vegetal instalado como empresa do poeta
que fabrica dois dos motores Otto do tempo
motor Otto de dois tempos
e motor Otto no ciclo Otto de quatro tempos
e quatro ventos no pistão que sopra saxofone
daquele moinho ermitão que vive só com as ervas no chão
e subindo pelas paredes até as pás do moinho de vento
com pás paradas nas mãos das ervas pianistas
ervas violinistas verdes

A memória é tempo capturado
motor que se gasta no vegetal
que se desgasta em tempo motor de erva
no giro vegetal que somos lá no fundo do jardim vegetal
que roda no idioma no logos para anatomia
com o nome de sistema nervoso vegetativo
- sistema nervoso vegetal
sistema vegetal

Ver um bebê é olhar o tempo pensando
olhar o pensamento da natureza em ação
- ver Deus em exercício de sabedoria

WIKIPÉDIA SONHO : SONHO WIKIPÉDIA

( Wikipédia sonho : sonho wikipédia sonho : wikipedia wikipedia : sonho sonho-wikipedia wikipedia-sonho sonhowikipedia wikipediasonho wikipediasonhowikipedia )

O sono do embrião no ventre materno evolui para o sonho
à proporção que o cérebro vai se desenvolvendo
porquanto o sonho é o primeiro movimento do cérebro
para além do jardim do sistema vegetal
que cultiva o paraíso em cada tulipa negra
- cada verdor é um paraíso de vida
a energia verde plantando a floresta boreal
com bétulas na floresta de bétulas

A evolução do sono em sonho
é o evento que desperta também o feto
e o prepara para o natal

O advento do sonho é o momento natal
Jesus e Buda despertam o ser neste momento
que ocorre em cada indivíduo pré-natalino

Ler o sonho do feto
é ler também sua mãe
que é contexto vegetativo , emocional e social do nascituro
é decodificar o contexto da mãe
que é a história do tempo em que ela está inserida

O nascituro decodifica os signos na mãe
através dos veículos que se atiram aos aparelhos sensíveis
que vão aos ouvidos como músicas
ou ruídos do rádio tentando agarrar a melodia
salvando-a do turbilhão de ondas senoidais
ou dos pojetis de luz que estão ao alcance dos olhos
em formas de engenhos e adornos apelativos
nos quais o recém-nascido fixa os olhos curiosos
devorando os primeiros objetos com sofreguidão
depois de estar tanto tempo afogado em sonho
sem objetos exteriores
em companhia apenas dos objetos descritos por Platão
que são as idéias que formam o cérebro a priori
consoante postulou Kant

O corpo guarda memórias que a pele provou
que o ouvido ouviu de leve na brisa fina
na chuva fina a tamborilar
na textura da erva que tocou a pele
e fez o gosto formar o olfato e o paladar
que é o passo seguinte para saber sentir o sabor
Destarte os cinco sentidos interagem com os objetos sensíveis
cada objeto e cada sentido de um modo diferente
formando um conjunto complexo no geral da memória museu
que constitui a casa de máquina dos sonhos a vapor
que é a primeira indústria do pensamento
- indústria abandonada às ervas desde a infância

A memória do corpo registra no livro do paladar
o que se comeu ou bebeu
e quando alguém que bebia cerveja
devido a uma doença fica proibido de ingerir álcool
mesma a cerveja isenta álcool poder ocasionar malefícios
pois o corpo tem seu psiquismo independente

É recuar para aquém do feto
e ir além do recém-nascido
num caminho que desvela o mecanismo da profecia
uma ciência de áugures arúspices
- ciência do azar
cuja substância fluídica é o devir

A ciência do azar retira o feto do casulo do sonho
e o põe como dados no jogo de azar dos fatos
estudados no idioma da ciência do azar

Do atos do sonho aos fatos
da sorte ao azar
da idéia perfeita de Platão ao inferno de Dante
esse o nosso destino de Cristos

WAPÉDIA SONO : SONO WAPÉDIA

( Wapédia sono : sono wapédia sono-wapedia wapedia-sono sono : wapedia wapédia : sono wapediasono sonowapedia wapediasonowapedia sonowapedia wapediasono wapedia )

O sono do embrião no ventre materno evolui para o sonho
à proporção que o cérebro vai se desenvolvendo
porquanto o sonho é o primeiro movimento do cérebro
para além do jardim do sistema vegetal
que cultiva o paraíso em cada tulipa negra
- cada verdor é um paraíso de vida
a energia verde plantando a floresta boreal
com bétulas na floresta de bétulas

A evolução do sono em sonho
é o evento que desperta também o feto
e o prepara para o natal

O advento do sonho é o momento natal
Jesus e Buda despertam o ser neste momento
que ocorre em cada indivíduo pré-natalino

Ler o sonho do feto
é ler também sua mãe
que é contexto vegetativo , emocional e social do nascituro
é decodificar o contexto da mãe
que é a história do tempo em que ela está inserida

O nascituro decodifica os signos na mãe
através dos veículos que se atiram aos aparelhos sensíveis
que vão aos ouvidos como músicas
ou ruídos do rádio tentando agarrar a melodia
salvando-a do turbilhão de ondas senoidais
ou dos pojetis de luz que estão ao alcance dos olhos
em formas de engenhos e adornos apelativos
nos quais o recém-nascido fixa os olhos curiosos
devorando os primeiros objetos com sofreguidão
depois de estar tanto tempo afogado em sonho
sem objetos exteriores
em companhia apenas dos objetos descritos por Platão
que são as idéias que formam o cérebro a priori
consoante postulou Kant

O corpo guarda memórias que a pele provou
que o ouvido ouviu de leve na brisa fina
na chuva fina a tamborilar
na textura da erva que tocou a pele
e fez o gosto formar o olfato e o paladar
que é o passo seguinte para saber sentir o sabor
Destarte os cinco sentidos interagem com os objetos sensíveis
cada objeto e cada sentido de um modo diferente
formando um conjunto complexo no geral da memória museu
que constitui a casa de máquina dos sonhos a vapor
que é a primeira indústria do pensamento
- indústria abandonada às ervas desde a infância

A memória do corpo registra no livro do paladar
o que se comeu ou bebeu
e quando alguém que bebia cerveja
devido a uma doença fica proibido de ingerir álcool
mesma a cerveja isenta álcool poder ocasionar malefícios
pois o corpo tem seu psiquismo independente

É recuar para aquém do feto
e ir além do recém-nascido
num caminho que desvela o mecanismo da profecia
uma ciência de áugures arúspices
- ciência do azar
cuja substância fluídica é o devir

A ciência do azar retira o feto do casulo do sonho
e o põe como dados no jogo de azar dos fatos
estudados no idioma da ciência do azar

Do atos do sonho aos fatos
da sorte ao azar
da idéia perfeita de Platão ao inferno de Dante
esse o nosso destino de Cristos

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

FOTOGRAFIA DA MULHER COM A BURCA NA WIKIPÉDIA DA MULHER

( A fotografia da mulher com a burca na Wikipédia da mulher que é a wikipédia mulher )

Naquele momento fixado pelo raio
pelo lampejo que saiu da máquina da poesia
presa ao relâmpago que agarrou a sombra do anjo
naquele momento de anjo
no qual minha filha foi fixada à luz
ao modo dos lepidópteros e coleópteros
que amam a interação com a luz
- Luz é o anjo polar Lúcifer
( Lúcifer é anjo polar ártico ou antártico? )

Aquele momento era tempo irradiando-se em anjo
na carne fotografada que grafou o papel
ou nem pegou grafia no papel obsoleto papel
e foi direto da luz da máquina à luz do computador
- do computador que viu seus olhos de filha
olhos parados na luz digital que os olha
com dois olhos e o olhar digital
( A fotografia é tempo
um tempo capturado à luz
- tempo capturado à luz de Lúcifer
o poeta da luz )

A fotografia do meu ato de fotógrafo
olhava para o lado esquerdo onde havia um pé de canela
que escondia na folha uma casa de marimbondo
( marimbondos são vespas pequenas e negras batendo na noite
com Asas Delta do Nilo
asa-delta tirada à letra delta grega
do fundo do triângulo cerebral de Euclides
a letra delta deita no cérebro em geometria
e na equação matemática algébrica
que canta o delta )

A máquina fotográfica da poesia fotografou depois da gare da clorofila
- após a fotografia da clorofila sob anil
a fotografia da minha filha na asa negra do anum
que a noite é anu-preto voando madrugada fora
até que venha asas ao léu no anil do céu em alva
na radiação com pruridos na barra da alva
recendendo à flor de laranjeira em sinestesia
que bate o martelo na bigorna
ossos do ofício do ferreiro Vulcano
ou do deus Mozart grafando melodias ao ritmo do piano
- Mozart industrializando melodias ao piano para a Yamaha tocar
para tocar o ritmo de produção da Yamaha ao piano motor
( Yamaha ao piano motor
- motor Otto sob anum
sub anum )

Naquela noite de relâmpagos na máquina da poesia
minha filha voltava do anjo que fora vestida para a igreja
- voltava vestida de anjo no raio que abre a memória cerebral
cuja função foi captar o ser angelical
no raio que fugiu da máquina fotográfica poética
que fixou minha filha investida em ser angélico
em anjo que tropeçou na escadaria do céu
- céus , céus! em bando de anum
anu-preto da noite irradiada por raios trêmulos de emoção
raios-fotógrafos do arcanjo nela investido
dentro da casa da noite desestrelada pelo anum
- grande e extenso anum pregado em cruz na negra regra da noite
descabelada de estrelas
sem Cabeleira de Berenice
mas com cabelos louros toucados sobre o negro cabelo
- a bela mulher que é a noite
mulher de véu
- a noite é a mulher de burca
mulher mulçumana sofrida
apedrejada nos raios emitidos pelo anjo cristão
unido em vários estados unidos em império contra o Cão Maior
que ouse raiar o alvar da alva na alba longa da manhã
depois da hora do anum e da burca

Minha filha saiu do jardim vegetal em mim
da erva que sou no meu sistema nervoso vegetativo
do vegetal que sou cultivado em jardim interno ao corpo
- o jardim da vida em mim
a árvore da vida e do conhecimento do bem e do mal
e as ervas que estão para além do conhecimento do bem e do mal
pois a árvore da vida transcende o simplório conhecimento do bem e do mal
porquanto a vida tem sabedoria filosófica de ervas-Evas
que vão além das polaridades simplistas do maniqueísmo
cujo pensamento ignora a terra e o mar oceano
que estão postados entre as polaridades do bem e do mal
polaridades que são apenas dois pólos
- o Pólo norte e o sul
ficando inexploradas e virgens as terras sem fim
e o mar oceano sem fim enfim
todas sob Lúcifer e O Cão Maior
a constelação do Cão Maior
costela de estrelas da Eva de burca no céu de anum

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

MULHER VERDE MULHER EM OTTOBISMARK.COM

( mulher mulher verde mulher mulher )
Tenho uma mulher /
dentro do cérebro/
Ela não sai de lá /
não passeia, nem brinca/
ou brilha sob o sol/
é uma mulher verde/
verde no olhar/
no mar verde a mar/
mar a mar de a-mar o mar em mar /
a-mar-o mar é -amar mar e mar :a-mar-o /

Muitas mulheres andam lá fora do meu cérebro /
mas ela não é nenhuma delas /
nunca nasceu ao mundo/
que é para mim a extensão do meu cérebro/
Essas mulheres la fora são mulheres do mundo/
mundanas criaturas sob o céu /
- o céu que risca a cor de anil a anum /

São mulheres que não nasceram de mim/
ou da poesia que poesia em poeta que poeta em mim/
poeta do poeta que sou no poeta/
- no poeta de rasgar os céus com versos nus /

Poetas de outras poesias /
chamaram-na na Beatriz ou Natércia /
Julieta de Romeu, Sarah de Abraão /
sussurraram Lolita em Nabokov /
murmuraram-na em nomes de esposa ou concubinas/
e virgens com face talhada nas virgens de Leonardo da Vinci /
mas nenhuma era ela/
nem em Leonardo da Vinci ou em Modigliani /
- nenhum deles esboçou a amada que não nasceu/
que ficou guardada em sonhos/
nadando sereia no mar onírico mar/
mar a mar no mar a amar o mar/
verde mar em olhos d'água/
olhos dela de mar verde mar a mar - amar/

Tentaram debalde trazê-la à existência ou ao existencialismo ateu/
à mulher verde verde a olhos de mar /
verde nos olhos d'água verde mar a mar/
de mar que quer a mar e amar o mar /
amar verde mar a-mar o mar de mar a mar /
a-mar à mar mar a mar mar-a mar o mar a-mar amar /
a-mar-o-mar o a-mar-a mar-a mar-a mar : a-mar-o-mar ) /

Essa mulher habitante do meu cérebro/
Modigliani a pintou vezes em telas/
- Modigliani pintou-a vezes algébricas/
retratando-a de chapéu/
sob a rubrica da esposa dele/
cujo nome era Jeanne Heburterne/
que se suicidou grávida/
quando Modigliani faleceu no hospital/
devido aos excessos de álcool e tóxicos/
ingeridos em seus desvarios/

Todavia essa mulher da obra de Modigliani/
essa mulher verde mar em mim /
verde mar a amar a mar e o mar em mim/
nunca saiu de dentro de mim/
jamais encarnou-se ou reencarnou-se /
em meus oaristos de priscas horas/
porque o amor sempre é platônico/
nunca deixa a idéia/
que é transcendental/
a idéia é pura e literalmente cerebral/
não cai no mundo do anjo/
que caiu com face no pó da terra /
( a terra é o homem /
produto de água mar de mar em sangue /
no corpo de água e terra /
onde faísca o relâmpago /
que inspira o ar na combustão/
que explode no motor dos pulmões )/

O amor jamais desce ao solo/
tal qual a rainha ou a princesa na liteira/
que não põe seu pé de princesa real/
no chão barbudo de ervas daninhas/
e lagartos em velocidade/
entre os feixes de sol/
e o verde vegetal/
que amarra o solo/
e fotografa a vida/
pela câmara da clorofila/

O amor é a mulher verde em olhos/
que mora na aldeia/
arquitetada e construída dentro de mim/
pela minha imaginação delirante/
do meu cérebro agindo no sonho/

A mulher verde/
de verdes olhos a olhar verde de olhos verdes a olhos verdes/
verdes olhos de mar a mar - amar /
é a pura idéia de Platão/
que está presente/
no ser de cada indivíduo/
em poesia e poesia que poesia /
poesia-a em poesia em mim e ti/
( a poesia-a e poesia-a à poesia em poesia de poesia /
- poesi-a à poesia e poesia-a na poesia-na poesia que poesia ) /

O amor é sempre platônico/
não sai dos lindes mapeados pela idéia de Platão/
pois o que procuramos numa mulher/
é a realização perfeita/
realização da idéia/
da mulher que está dentro do nosso ser/
com aquela mulher real lá fora/
a mulher existente/
a mulher no mundo/
vestida em carne mutante/
mergulhada no turbilhão de causas e efeitos/
um ser no mundo feito mulher/
e não mais somente/
dentro do ideário ideal platônico/
arquitetado em nosso cérebro/

Anelamos pela conjunção do sexo perfeito/
união feliz de dois sexos/
que se encaixem plenamente/
que se satisfaçam cabalmente/
no orgasmo sincrônico /
algo ainda platônico/
porque a carne existente/
não tem a leveza transcendente/
para fazer o amor fora da criança/
que vem em deus Amor /
- realizar o amor fora da roda da criança no berço /
ou na manjedoura do presépio /

A mulher ideal vive comigo/
como um monja dentro de um monge/
que é sua cela de carmelita descalça /
florindo nos muros elevados/
de um mosteiro plantado em solo/
de um tempo medieval curvo /
numa curva surreal do espaço corvo /
- turvo corvo curvo é o espaço e o tempo /
na geometria que analisa a curva da parábola cartesiana /

A mulher verde musgo e erva e mar /
morrerá comigo /
embora não toque o solo /
nem seja iluminada pela energia /
que risca o raio de fogo na matéria composta/
ou reproduza outro animal/
- Morrerá comigo /
porque dentro dela canta um anjo/
que sou eu fora da geometria plana de Euclides /
este anjo vivo ou morto/

A mulher verde ideal/
trai a mulher real/
que existe no mundo/
ao sol clorofilado/
e não à sombra sem clorofila/
do mundo onírico/
onde ela rasteja pelas ervas verdes/
do Sistema Nervoso Vegetativo/
que é o jardim do poeta /

( Ela nada sereia no mar de dentro /
no líquido amniótico de filha que não vai nascer )/

domingo, 20 de dezembro de 2009

BIOGRAFIA DE SHAKESPEARE NA WIKIPÉDIA POÉTICA


Houve um poeta na Inglaterra - Shakespeare, Shakespeare poeta de Hamlet /
( ouve que ele é excelso poeta ) /

que viveu no contexto do mundo social da rainha Elisabeth I /
- a rainha Elisabeth I da Inglaterra que mudou a história inglesa para melhor /
tirou à história os cavalos de força sobre os quais a inglaterra precisava cavalgar /
antes do motor a vapor que fez a revolução em escala industrial vital no mundo atual /
e do motor Otto de explosão interna também da camada de ozônio /
- motor Otto corpos de carros à frente na corrida contra o Greenpeace /
- o Greenpeace e a vida que se vai talhada na fumaça do cigarro motor /

No diz-que-diz da fofoca diz a anedota que Shakespeare foi tudo na vida-Hamlet /
inclusive ladrão de cavalos e cavalariço /
( o que deveria ficar fora desta biografia poética e se restringir ao anedotário ) /
Todavia não roubou os cavalos de força que impulsionaram o motor a vapor /
e a grande Revolução à inglesa /
O que Shakespeare roubou mesmo foram histórias /
inclusive a história de Romeu e Julieta /
Macbeth, Rei Lear, o Mercador de Veneza dentre outras /
- Shakespeare eram mesmo um bom ladrão de histórias : /
o bom ladrão Shakespeare - de histórias inventadas no real e no imaginário /
( toda história tem partes no imaginário e no real /
fato que não caracteriza somente lendas e mitos /
os quais são os ancestrais meméticos e genéticos da história ) /

Romeu e Julieta é a história do próprio Shakespeare : /
dos Shakespeares em Shakespeare : pais, filhas, irmãos, esposa
cidade natal e mortal de Shakespeare, bardo do Avon : Stratford-upon-Avon /
- de Shakespeare em seu interior : ensimesmado, em si bemol - ensimesmado /
Outrossim é a história dos Shakespeares cantada em Rei Lear /
que é o alter ego tolo do bardo inglês e suas filhas /
Também do Shakespeare homem de sua época /
o Shakespeare que rouba histórias inventadas /
copiando-a com sua "letra" poética /
tal qual um monge copista medieval o fazia com letra elaborada /
( o monge copista medieval ganhava o céu em troca das suas cópias ) /
O Bardo do Avon, monge copista não medieval, mas sibarita, sibarita, /
tirava as cópias de um limbo de letras empobrecidas pelo câmbio vigente /
e as alocava na bolsa de valor de sua letra de câmbio poética /
- Bolsa de Valor com as letras de ouro de Shakespeare /
cujo brilho dava lastro de ouro pesado na âncora da história contextualizada /
graças ao câmbio de valor do poeta que escrevia com arte de esgrima /
- a esgrima escrita e pensada na letra poética de Shakespeare /
poeta que fez o que fizera os escribas bíblicos /
recontando e cantado velhas histórias arquetípicas /
que passaram pelos rios do paganismo ao cristianismo /
através dos memes lidos nos livros ou nos genes que leram em algum antepassado /
ou das histórias orais que vieram de oitiva pela tradição /
desde tempos eternos recuados para trás das sombras do tempo /
que foi tempo em Jesus /
- em Jesus que refez todo o tempo /
no amálgama de passado e futuro antes e depois de Cristo /
( Cristo foi o Jesus que fugiu do homem para Deus ) /

Através da história de Romeu e Julieta canta Shakespeare sua história /
- a história de sua vida de poeta que roubava histórias /
e trazia o caudal de rio que essa história narrava em cada autor /
( que a história de Romeu e Julieta passou por muitas bocas /
e posteriormente por muitas penas de autores /
sendo já encontrada em verso nas Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
que cantou as personagens do amor em Verona com outros nomes /
O poeta Ovídio que por certo leu a história de amor que narrou /
viajando esparsa nos mitos nos mitos gregos /
e também a ouviu em lendas orais ao estilo do mito grego corrente em rio latino /
na fonte de águas do leite do latim : que o latim é uma língua de leite /
- o latim é uma língua que recebeu em seu caudal um rio de leite da língua grega /
leite do latim que alimentou toda a civilização até nossos tempos /
nutrindo inclusive todo o pensamento do cristianismo com as ordens mendicantes /
oriundas no pensamento e práxis de Diógenes de Sinope /
- Diógenes de Sinope, o príncipe dos mendigos, seu padroeiro e idealizador /
( Diógenes de Sinope foi o filósofo dos mendigos /
de Diógenes se originou a filosofia para mendigos /
renascida no cristianismo primitivo e na Idade Média dos monges copistas /
e da Idade Média dos monges copistas para o capitalismo à velocidade de Gutemberg ) /

A história do amor antepassado de Romeu e Julieta /
veio viajando no rio que trouxe As Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
- viajando dos mitos gregos até As Metamorfoses do poeta latino Ovídio /
que narra inconscientemente a sexualidade entre Vênus e Marte /
de cujo conúbio nasce o deus Amor /
que brinca de flechar os pobres mortais Sócrates com a paixão /
- o pobre mortal Sócrates do silogismo de Aristóletes que o mata silogisticamente /

Em Romeu e Julieta passa as histórias por esse rio caudaloso da mixórdia /
em barcos de vários contextos e autores de todos os tempos e civilizações /
por um caudal oceânico de cultura em rio de tintas do pergaminho ao papiro /
- do papiro ao papel que acolhe este rio que passa em enchente pelo seu álveo /
da pena de Ovídio à de Shakespeare /
que cantaram ou pranteiam em prosa e verso ou música /
a história dos amantes desditosos /
que o são todos os amantes de fato /
que o amor verdadeiro não cabe neste mundo /
ficando do outro lado preso a ferros na idéia de Platão /
pois é impossível ao engenheiro-poeta que seja fazer a transposição do amor /
pela barreira imaterial inquebrável postada como soldado entre a idéia e a realidade /
( Por isso a história de amor ser apenas um sucesso em fatos /
ou atos do teatro e da mente dos poetas copistas /
que se arriscam atravessando contextos em torrentes de mixórdia /
em pororoca e piracema a um tempo /
pois cada história em cada escritor e em cada ouvinte da tradição /
conta, narra sempre a história que se ouviu ou leu antes /
- narra a história num tempo em que o autor mal conhece o contexto /
exceto de forma intelectiva ou imaginativa /
( a história também é a história pessoal do autor /
é uma maneira pessoal de dizer e impor seu eu sobre o território em signos /
e a se entrelaçar com a história do ouvinte ou leitor /
e com os tempos e bocas que fazem o esgar da tradição /
ao narrar o inenarrável em velhos mitos e lendas ao esgar de bruxa de cada boca /
- mitos e lendas que são os instrumentos /
os quais possibilitam essas narrativas e esses cantos /
levados do barco de Ovídio ao veleiro de Shakespeare /
porque a história não é de um solitário anacoreta /
mas de uma coletividade que a construi pelo tempo fora /
boca a boca verso a verso pelo caminho do cachimbo do tempo que a fumou /
( De preferência não fume ou pare de fumar antes que o ar deixe de voar em seus pulmões ) /

Daí que Shakespeare nem os autores bíblicos roubaram nada a ninguém /
mas antes contribuíram para montar a história /
que sempre é uma história de outra história que vai para trás e para frente /
desbravando passado e futuro virgens /
- virgens como eram as virgens de Sião do profeta Jeremias sem chorar ) /
Shakespeare.jpg
Creio que Shakespeare era bissexual e fez de tudo na vida /
- fez de tudo de forma vivida ou imaginada na sua capacidade poética /
na bravura de sua vida em poesia que diálogo nas tragédias /
pois o poeta observa o mundo pelas janelas da psicologia etnografia historiografia /
enfim pelo sim de todas as ciências humanas e desumanas planas em figuras /
ou sem geometria euclidianas que as contenha em plano /
indo então até a geometria de parábolas em Descartes /
cujo fito era analisar as curvas na geometria do espaço real /
ao invés de ficar no espaço ficto e mental de Euclides /
com suas figuras retas sem quaisquer curvas nem no espaço mental /
dentro de um plano do olhar grego para todos os lados e ângulos /
- olhar grego para a arte ciência religião filosofia "planisférica" de Aristóteles /
- de um Aristóteles de final feliz que não há em Shakespeare /
pois para tudo assim virou o olho grego /
- o olho grego que piscou maliciosamente em Shakespeare /
em um poeta Shakespeare que não mais observa hoje senão sob signos /
porque está sob epitáfio que contém sua maldição /
a quem ousar mover seus ossos /
Shakespeare dorme sob signos que podem se levantar em serpente /
quando o leitor soprar o pó dos signos com seus olhos /
que têm o poder de ressuscitar o que Shakespeare deixou de si em signos /
que podem reviver nos olhos do leitor /
Porém a poesia não pousa mais no homem que foi Shakespeare /
mas no poeta que está vivo no verso da vida ao anverso do universo inverso no homem /
um uno no universo no verso imerso antes do anverso uno no universo /
que o uno universo é ao anverso do homem um verso podre e sem sentido imerso ) /

William Shakespeare em suas obras corta o corpo do mundo social /
- o bardo Shakespeare foi um cirurgião-poeta /
um cirurgião com letras palavras e semiologia perfeitas /
Do manejo hábil das frases de Shakespeare /
de Platão e Heráclito de Éfeso /
do Tanakh e do Corão /
é que se criou geneticamente na memória da natureza /
pela engenharia genética em signos que operaram genes /
- foi essa memória em meses e genes construída com signos pela engenharia genética /
que criou o virtuosismo do pianista do violinista do cirurgião... /
e o entendimento da ciência e da filosofia através da poesia /
- a poesia que é o primeiro e maior saber humano /
pois o homem somente atinge a maioridade intelectual e sexual quando sabe à poesia /
e então ganha o poder de construir seu ser e ter a existência em suas mãos /
haja vista a enciclopédia que é a obra de Shakespeare e Dante: Dante no inferno, /
dois dos mais eruditos e sábios poetas que atingiram a maturidade sexual vital /
- poetas e sábios que conheciam todo o seu tempo e tudo o que nele estava /
e certamente sabiam o que não estava senão no vir-a-ser da profecia /
que os profetas chamam de profecia e a ciência de precognição /

Em Shakespeare as letras são afiadas no corte como um bisturi /
ou a obsidiana do povo Maia /
Foi com letras em junção fonética e sintática /
que nasceram frases orações e cantos /
poesias que analisaram e descreveram o mundo natural e social /
com essas secções no corpo do pensamento /
que se criou a ciência-pelo-logos ou ciência no logos grego /
- não a ciência como tecnologia chinesa do fazer /
mas a ciência do pensar grego pelos pré-socráticos no discurso /
que foram os pensadores físicos /
- os físicos, os cientistas da época /
os Anaxágoras Pitágoras Empédocles Tales de Mileto /
e Parmênides na escola dos eleatas /
pioneiro da ontologia ou ciência do ser através do discurso ou "logos" /
- que ciência somente vem pelo discurso e não pelo empirismo /

Shakespeare colocou em todas as letras que escreveu /
em cada frase e oração que cantou em sonetos na boca de Romeu /
- em tudo que escreveu Shakespeare pôs o peso de seu cérebro /
- cérebro pesado em cada letra, frase, oração do poeta Shakespeare /
- Shakespeare : o Bardo do Avon /

REFERÊNCIAS : REI LEAR : TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE - REI LEAR DE TRAGÉDIA SHAKESPEARE, BIOGRAFIA DE SHAKESPEARE, BIOGRAFIA , OUVE QUE É EXCELSO POETA - O POETA SHAKESPEARE / VIVEU SHAKESPEARE NO CONTEXTO DO MUNDO DA RAINHA ELISABETH I / CONTEXTO DA INGLATERRA NA HISTÓRIA - DA INGLATERRA QUE TIROU OS CAVALOS DE FORÇA / ANTES DO MOTOR A VAPOR QUE FEZ A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - REVOLUÇÃO INDUSTRIAL VITAL AO MORTOR OTTO / AO MOTOR OTTO DE COMBUSTÃO INTERNA / MOTOR OTTO CORPOS-CAVALOS À FRENTE - CORPOS-CAVALOS À FRENTE NA CORRIDA CONTRA O GREEANPEACE / NA CORRIDA A PERDER DO GREENPEACE / CONTRA A COMBUSTÃO INTERNA DA CAMADA DE OZÔNIO / OH! A PRECIOSA CAMADA DE OZÔNIO - CAMADA DA VIDA PRECIOSA GEMA / A VIDA VAI SE TALHANDO NA FUMAÇA DO CIGARRO MOTOR / NO CIGARRO-MOTOR A VIDA TALHADA SEM RODIN - TALHADA ESTÁTUA NA AUSÊNCIA DE RODIN - NO DIZ-QUE-DIZ DA FOFOCA / QUE DIZ A ANEDOTA / E DES-DIZ A FOFOCA NA ANEDOTA / NA BIOGRAFIA POÉTICA DE SHAKESPEARE / UMA BIOGRAFIA POÉTICA NO CHÃO DO ANEDOTÁRIO E FOFOCA / SHAKESPEARE ROUBOU HISTÓRIAS / INCLUSIVE A HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA - A HISTÓRIA DO AMOR EM JULIETA E ROMEU / TAMBÉM DE REI LEAR NU NA TEMPESTADE / DO REI NU NA TEMPESTADE : O REI LEAR / QUE É O SÍMBOLO DO HOMEM NU NASCENDO / - REI LEAR É O HOMEM NU NASCENDO / SHAKESPEARE FOI O BOM LADRÃO - O BOM LADRÃO DE HISTÓRIAS ALHEIAS / QUE TODA HISTÓRIA TEM PARTES NO REAL E IMAGINÁRIO / PELO IMAGINÁRIO E REAL VIAJAM HISTÓRIAS / JUNTO A ANEDOTAS /
MITOS E LENDAS SÃO ANCESTRAIS GENÉTICOS E MEMÉTICOS / - ANCESTRAIS GENÉTICOS E MEMÉTICOS DA HISTÓRIA SÃO OS MITOS E LENDAS / ROMEU E JULIETA É A HISTÓRIA DO PRÓPRIO SHAKESPEARE - SHAKESPEARE ESCREVE SUA HISTÓRIA EM ROMEU E JULIETA / - HISTÓRIA DO SHAKESPERE JOVEM E AMANTE / STRATFORD-UPON-AVON - CIDADE NATAL E MORAL DO BARDO SHAKESPEARE : / O BARDO SHAKESPEARE NASCEU E MORREU NA CIDADE DE STRATFORD-UPON-AVON / POR ISSO SHAKESPEARE FOI DENOMINADO O BARDO DO AVON / O BARDO INGLÊS DE AVON - SHAKESPEARE DO REI LEAR - DO REI LEAR EM SUA TEMPESTADE INTERNA / - O REI LEAR NA TEMPESTADE INTERIOR EM UM SHAKESPEARE ANGUSTIADO / POSTO EM LETRA POÉTICA / A LETRA DE CÂMBIO POÉTICA DO BARDO DE AVON / QUE FOI UMA ESPÉCIE DE MONGE COPISTA DA IDADE MÉDIA - MONGE COPISTA DE HISTÓRIAS ROUBADAS /- HISTÓRIAS TIRADAS AO LIMBO DE LETRAS POBRES / QUE TEVE CÂMBIO NAS LETRAS DE OURO DO BARDO DE AVON / OURO PESADO NA ÂNCORA DA HISTÓRIA - ÂNCORA DE OURO EM LETRAS DE SHAKESPEARE / BARDO DE AVON / MONGE COPISTA NÃO MEDIEVAL / SIBARITA MONGE COPISTA NADA MEDIEVAL / MAS POETA SIBARITA / QUE SABIA À ESGRIMA / SABIA A ARTE DA ESGRIMA NAS LETRAS / ARTE EM FRASES E ORAÇÕES / - ORAÇÕES DE SIBARITA - UM SIBARITA EM ARTE / NARRANDO HISTÓRIAS PASSADAS PELOS MESMES E GENES / - MEMES NOS LIVROS E GENES NO CORPO DOS ANTEPASSADOS - HISTÓRIAS ORAIS QUE VIERAM DE OITIVA PELA TRADIÇÃO / - QUE A TRADIÇÃO VEM EM HISTÓRIAS ORAIS / QUE VEM DE OITIVA / CRISTO FOI O JESUS QUE FUGIU DO HOMEM - O ÚNICO JESUS QUE FUGIU DO HOMEM QUE ERA PARA O DEUS QUE NÃO ERA FOI CRISTO /
UM CRISTO QUE NÃO É MAIS JESUS NEM HOMEM / MAS DEUS DE DEUS NO CRISTIANISMO / O POETA OVÍDIO CANTOU UMA HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA NAS METAMORFOSES DO AMOR - NAS METAMORFOSES DO AMOR OVÍDIO NARROU A HISTÓRIA DE SEU ROMEU E JULIETA ORIGINÁRIOS - ORIGINÁRIOS DE VÊNUS E MARTE / DE CUJO PARTO NASCEU O NATAL - O NATAL DO DEUS CRISTÃO - QUE É O AMOR EM SI : AMOR, O DEUS PAGÃO, É O DEUS CRISTÃO / HISTÓRIA DO MITO PAGÃO VIAJANDO NOS MITOS E LENDAS - MITOS E LENDAS VIAJANDO NA PENA DOS AUTORES ANTIGOS - POR MUITAS PENAS DE AUTORES ANTIGOS / ATÉ QUE O AMOR DE VÊNUS E MARTE DE SHAKESPEARE / CONTEXTUALIZASSE VÊNUS E MARTE NO AMOR DE ROMEU E JULIETA / QUE FOI O AMOR QUE ELE LEU COM A DIVINDADE PAGÃ DE VÊNUS E MARTE - APAGADO O AMOR DO PECADO COM UMA TRAGÉDIA INCONSCIENTE DESDE OS TEMPOS DE FREUD - FREUD TAMBÉM FOI UM INCONSCIENTE DO SEU INCONSCIENTE CHEIO DE MITOS E LENDAS GREGAS / QUE O ROMANOS DISSEMINARAM / ESTILO DO MITO GREGO CORRENTE EM LÍNGUA LATINA - MITO GREGO CORRENTE EM ESTILO DE LÍNGUA DE LEITE DO LATIM - A LÍNGUA DO LEITE DA CULTURA É O LATIM / LÍNGUA DE LEITE QUE NUTRIU DA CULTURA OCIDENTAL / COM O LEITE DE LOBA DO LATIM - O LATIM É UMA LÍNGUA NO LEITE DA LOBA MITOLÓGICA - A CULTURA OCIDENTAL VEM NA LÍNGUA DE LEITE MITOLÓGICA DO LATIM / OUTRO RIO DE LEITE FOI A LÍNGUA GREGA - O SEIO DA LÍNGUA DE ONDE EMANOU O LEITE À GREGA / O LATIM RECEBEU O CAUDAL DE LEITE DA LÍNGUA GREGA / LEITE DERRAMADO NO LATIM / DIÓGENES DE SINOPE, O PRÍNCIPE DOS MENDIGOS / - DIÓGENES DE SINOPE, PRÍNCIPE DOS MENDIGOS
E PADROEIRO DAS ORDENS MENDICANTES MEDIEVAIS / - DIÓGENES DE SINOPE : PADROEIRO DAS ORDENS MENDICANTES MEDIEVAIS / DIÓGENES NAS ORDENS MENDICANTES DA IDADE MÉDIA - A FILOSOFIA CÍNICA DE DIÓGENES NA IDADE MÉDIA / DIÓGENES DE SINOPE NO ESPÍRITO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS - O FILÓSOFO DIÓGENES DE SINOPE NO ESPÍRITO DE ASSIS EM SÃO FRANCISCO /
NA IDADE MÉDIA DOS MONGES COPISTAS - OS MONGES COPISTAS QUE FORAM PARA O CÉU DA IDADE MÉDIA / MONGES COPISTAS DA IDADE MÉDIA SEM A VELOCIDADE DE GUTEMBERG - GUTEMBERG NA VELOCIDADE DO CAPITALISMO / QUANDO O CAPITALISMO CAPITULA LIVROS / O SILOGISMO DE ARISTÓTELES MATA O POBRE MORTAL DO SÓCRATES - ARISTÓTELES ASSASSINOU SÓCRATES POR SILOGISMO / COM O PUNHAL AFIADO DO SILOGISMO / RIO CAUDALOSO DA MIXÓRDIA / Ó RIO CAUDALOSO DA MIXÓRDIA / CAUDAL OCEÂNICO / - DE UM CAUDAL OCEÂNICO / RIO DE TINTAS DO PERGAMINHO - RIO DE TINTAS DO PERGAMINHO AO PAPIRO / DO PAPIRO AO PAPEL / - AO PAPEL QUE ACOLHE ESTE RIO DE TINTAS E PENAS / DA PENA DE OVÍDIO À PENA DE SHAKESPEARE / DE PENA EM PENA VEIO A HISTÓRIA DE ROMEU E JULIETA - DE JULIETA E ROMEU PARA FEMINISTAS /
ROMEU E JULIETA É A TRAGÉDIA DOS AMANTES DESDITOSOS / - TRAGÉDIA DE TODOS AMANTES / POIS SÃO TODOS AMANTES DESDITOSOS / QUE O AMOR NÃO CABE NESTE MUNDO - O AMOR NÃO É DEUS NO MUNDO DOS FATOS / SÓ É DEUS NO IDEAL / ROMEU E JULIETA É A TRAGÉDIA DO AMOR / - DO AMOR QUE NÃO EXISTE FORA DO IDEAL / QUE FICA PRESO FERROS NA IDÉIA DE PLATÃO - O AMOR PRESO A FERROS NA IDÉIA DE PLATÃO / POIS É IMPOSSÍVEL AO ENGENHEIRO-POETA A TRANSPOSIÇÃO DO AMOR - A TRANSPOSIÇÃO DO AMOR DO MUNDO IDEAL PARA O REAL / - QUE O AMOR É IDEAL / ATO DA IDÉIA E NÃO FATO : O AMOR É ATO E NÃO FATO / ATRAVESSANDO CONTEXTOS E TORRENTES DE MIXÓRDIA - O AMOR QUE NÃO EXISTE SENÃO EM IDÉIA - IDÉIA DO POETA-ENGENHEIRO / DO ENGENHEIRO EM POESIA / SOBRE O TERRITÓRIO DE SIGNOS - SIGNOS EM TERRITÓRIO / MITOS E LENDAS SÃO OS INSTRUMENTOS - INSTRUMENTOS DE NARRATIVAS / QUE VÃO DO BARCO DE OVÍDIO AO VELEIRO DE SHAKESPEARE - DE SHAKESPEARE NO VELEIRO AO BARCO DE OVÍDIO TODO FEITO DE PENA E PAPEL EM SIGNOS, POIS SIGNOS SÃO A ALMA DO POETA /
AS VIRGENS DE SIÃO - AS VIRGENS DE SIÃO DO PROFETA JEREMIAS SEM CHORAR - NAS LAMENTAÇÕES DO PROFETA JEREMIAS / CREIO QUE SHAKESPEARE ERA BISSEXUAL / SE NÃO ERA SHAKESPEARE UM BISSEXUAL HOMOSSEXUAL NÃO ERA / NA BRAVURA DE SUA VIDA / SHAKESPEARE ERA UM HOMEM LIVRE / EMBORA A BRAVURA DE SUA VIDA NÃO PUDESSE SER EXTERNADA / SENÃO PELAS JANELAS DA PSICOLOGIA - PSICOLOGIA E ETNOGRAFIA E TODAS AS CIÊNCIAS HUMANAS /
-AS CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS EXATAMENTE DESUMANAS CIÊNCIAS : TRAGÉDIAS - VERDADEIRAS TRAGÉDIAS DE SHAKESPEARE NA HISTORIOGRAFIA - NA RICA HISTORIOGRAFIA DE SHAKESPEARE / NA GEOMETRIA EM PARÁBOLAS DE DESCARTES QUE NÃO QUERIA CONTAR EM PARÁBOLAS, MAS ESTUDUAR AS CURVAS - CIÊNCIA EM CURVAS NO ESPAÇO EM PARÁBOLAS / QUE DEPOIS VIU EINSTEIN - EINSTEIN QUE LEU EM DESCARTES E SUAS PARÁBOLAS A TEORIA DA RELATIVIDADE - A TEORIA DA RELATIVIDADE EM CURVAS PARABÓLICAS DE DESCARTES / QUE DESFIGUROU AS FIGURAS PLANAS DE EUCLIDES COM SUA GEOMETRIA ANALÍTICA - QUE ANALISOU MATEMATICAMENTE EUCLIDES E SUAS FIGURAS PLANAS / a TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE NÃO TEM O FINAL FELIZ DE ARISTÓTELES - SHAKESPEARE ESCREVIA TRAGÉDIAS CONTRA O FINAL FELIZ DE ARISTÓTELES / O GREGO QUE LHE FALOU POR MONTAIGNE / - O PENSADOR EM FRANCÊS QUE FOI MONTAIGNE / MESTRE DE NIETZSCHE / - NIETZSCHE QUE ESPERAVA O SUPER-HOMEM COMO UM JUDEU AO MESSIAS - O SUPER-HOMEM FOI O MESSIAS DE NIETZSCHE / QUE ERA JUDEU / VIROU O OLHO GREGO - O OLHO GREGO EM SHAKESPEARE / O POETA DORME EM SIGNOS / - EM SIGNOS QUE PODEM SE LEVANTAR QUAL SERPENTE / - SERPENTE QUE DORME EM SIGNOS É O POETA - A ESCRITA DO POETA QUE O LEITOR ACORDA / QUE O LEITO PÕE EM VIDA / QUE RESSUSCITA NOS OLHOS DO LEITOR POIS O LEITOR RESSUSCITA POETAS EM VERSOS / E OS PÕE EM PÉ / FORA DO PÓ DE ANJO DA MORTE - LONGE DO PÓ DO ANJO DA MORTE / EM PÉ NO UNO UNIVERSO NO VERSO INVERSO ANTES DO ANVERSO - IMERSO ANTES DO ANVERSO NO VERSO DO UNIVERSO IMERSO NO HOMEM / - O HOMEM : VERSO PODRE PODRE UNIVERSO / CONTA DO CORPO DO MUNDO SOCIAL - SHAKESPEARE SE DÁ CONTA DO CORPO SOCIAL / POIS O BARDO SHAKESPEARE DE AVON FOI UM CIRURGIÃO-POETA : O BARDO DE AVON E CIRURGIÃO-POETA SHAKESPEARE / NO MANEJO HÁBIL DE FRASES E ORAÇÕES /
SHAKESPEARE CORTA A SOCIEDADE EM SEMIOLOGIA FRASAL - PÕE A TESE DA SOCIEDADE EM CORTE NA SEMIOLOGIA FRASAL / PELA ENGENHARIA GENÉTICA EM SIGNOS QUE OPERAM GENES : PURA ENGENHARIA GENÉTICA EM MUTAÇÃO DE GENES COM CORTE DE FRASES DA MEMÓRIA DA NATUREZA - A MEMÓRIA EM GENES DA NATUREZA / QUE PENSA NA REGRA NEGRA E PENAS NA REGRA NEGRA DA NOITE JAMAIS EM REGRA GREGA / A NATUREZA NUNCA PENSA A REGRA GREGA DA FILOSOFIA QUE, ALÉM DA NATUREZA, NÃO É PENSADA POR OUTROS POVOS DE PENSATA A PENSATA : SENSATA E INSENSATA PENSATA PENSADA EM NATUREZA DO PENSAR NATURAL / QUE MEMES E GENES PENSAM DIFERENTE / COMO PENSATA E PENSADA NOS MEMES E GENES PENSAM; PORQUANTO NOS MEMES PENSA O HOMEM QUE SE DEBRUÇA EM SIGNOS : O HOMEM QUE SE DEBRUÇA EM SIGNOS PENSA NOS MEMES MAIS QUE NOS GENES, ONDE PENSA A NATUREZA / QUE TAMBÉM PENSA NO TANAKH E CORÃO - A NATUREZA DIZ O QUE PENSA NO TANAKH E CORÃO E NA POESIA, POIS A POESIA É O MAIOR SABER HUMANO : A POESIA É A NATUREZA DO SABER NO HOMEM / E TODO SABER NO HOMEM E DA NATUREZA DA POESIA QUE SE VINCULA AO SABER DA NATUREZA E NELE VINCULA O HOMEM PELO SISTEMA NERVOSO VEGETATIVO - SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO O VEGETATIVO, SIMPÁTICO À VIDA QUE É PARTE POESIA NO HOMEM ( E SOMENTE NO HOMEM HÁ POESIA ) / E HÁ PROFECIA OU PRECOGNIÇÃO NO POETA - O POETA EXERCE O PODER DA PROFECIA E PRECOGNIÇÃO / EM SHAKESPEARE AS LETRA SÃO AFIADAS COMO O BISTURI DO CIRURGIÃO - O BISTURI DO CIRURGIÃO E A OBSIDIANA - A OBSIANA - VIDRO VUCÂNICO

E A OBSEDIANANO ESCULPIDA EM FORMA DE PORCO PELO POVO MAIA, POIS A OBSIDIANA DO POVO MAIA CORTA COMO O BISTURI / A FILOSOFIA GREGA É A CIÊNCIA PELO LOGOS OU CIÊNCIA-PELO-LOGOS OU CIÊNCIA EM LOGOS GREGO / LOGOS NA CIÊNCIA FÍSICA DOS PRÉ-SOCRÁTICOS : OS PRÉ-SOCRÁTICOS FORMA
OS FÍSICOS PIONEIROS NO DISCURSO, NO DISCURSO QUE SE VIRA EM METAFÍSICA
NA FILOSOFA DE ARISTÓTELES E PLATÃO DAS IDÉIAS ( OU NAS IDÉIA DE PLATÃO QUE NÃO ERA GORDÃO ?) / ENQUANTO OS ELEATAS JÁ ESTAVAM COM PARMÊNIDES ESCRUTINANDO O SER EM PARMÊNIDES PARA ALÉM DE TODA FÍSICA E AO ENCONTRO DO VIR-A-SER DE HERÁCLITO QUE FOI ARISTÓTELES NO FINAL FELIZ DE ARIST´TELES E INFELIZ DE HERÁCLITO / - HERÁCLITO ERA INFELIZ / NA CIÊNCIA QUE SOMENTE VEM PELO DISCURSO E NÃO PELO EMPIRISMO : CIÊNCIA NÃO É EMPIRISMO, MAS DISCURSO INCLUSIVE SOBRE EMPIRISMO : EPISTEMOLOGIA, Ó QUE EPISTEMOLOGIA!, SHAKESPEARE, POETAS ÁS ALTURAS DO CÉU / SHAKESPEARE CANTA SONETOS NA BOC ADE ROMEU : PÕE SONETOS SHAKESPERIANOS NA BOCA ADE ROMEU - SONETOS MUI SHAKESPEARIANOS /
SHAKESPEARE É O POETA QUE PÕE O PESO DE SEU CÉREBRO, SHAKESPEARE IMPRIMI O PESO DE SUE CÉREBRO EM CADA LETRA, FRASE E ORAÇÃO : TODA ORAÇÃO ESTÁ ESCRITO COM TODO O PESO DO CÉREBRO DE SHAKESPEARE, O BARDO DO AVON, O BARDO DE CÉREBRO PESADO QUE ESMAGA FRASE, LETRAS E ORAÇÕES, SOB O PESO DO CÉREBRO, Ó ILUSTRE BARDO DE AVON, SHAKESPEARE, POETA PARA OS DEUSES OLÍMPICOS DA TERRA.MONGES COPISTAS - MONGES COPISTAS - VIDA-HAMLET DE SHAKESPEARE - VIDA-HAMLET DE SHAKESPEARE EM HAMLET : O VELHO PENSADOR NO CORPO DO JOVEM INFELIZ E SUICIDA HAMLET, PRÍNCIPE DA DINAMARCA - HAMLET : PRÍNCIPE DA DINAMARCA, TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE, OBRA-PRIMA DE SHAKESPEARE

OFÉLIA EM SUA DOR EM HAMLET - OFÉLIA DE HAMLET

MORTE DE OFÉLIA EM HAMLET - A MORTE DE OFÉLIA EM HAMLET
FRONTISPÍCIO DA EDIÇÃO DE 1605 DE HAMLET - FRONTISPÍCIO DA EDIÇÃO DE HAMLET DE 1605.
MONTAIGNE - O PENSADOR FRANCÊS MONTAIGNE EM HAMLET
SARAH BERNHARDT COMO HAMLET - SARAH BERNAHARTD COMO HAMLET
MACBETH E BANQUO COM AS BRUXAS DE FÜSSLI - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
FACSIMILE DA PRIMEIRA PÁGINA DE MACBETH DE 1923 - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
CENA DE LADY MACBETH SONÂMBULA EM FÜSSLI - MACBETH ( TRAGÉDIA DE SHAKESPEARE
OTHELLO E DESDEMONA DE SHAKESPEARE - OTHELLO E DESDEMONA DE SHAKESPEARE
SONETO 17 DE SHAKESPEARE :

Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno
O vento espalha as folhas pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.

Ás vezes brilha o Sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.

Mas em ti o verão será eterno,
E a beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:

Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.

CAPA DA EDIÇÃO DE 1609 DOS SONETOS DE SHAKESPEARE - CAPA DA EDIÇÃO DE 1609 DOS SONETOS DE SHAKESPEARE