segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A POESIA É A MANIFESTAÇÃO DA INTELIGÊNCIA HUMANA

O ser humano estúpido é como um pessoa comum /
tocando uma música popular de baixa qualidade /
num órgão eletrônico /
onde todo mundo toca igual /
porque o instrumento é ruim /
e apresenta no som mais ruído mecânico do que sonoridade /

O ser humano inteligente é pessoa distinta /
nobre, distante do rebanho /
não pensa como o rebanho /
pois o pensamento não existe em rebanho /
senão como voz de doutrinas cristãs ou científicas /
porquanto o rebanho não pensa /
não age por si não tem motor Otto de combustão interna /
apenas reage a pensamentos alheios /
incrustados e alienados em doutrinas /
que ditam as normas e exigem a obediência estúpida às regras /
que os próprios pastores e outros políticos de todo tipo /
camuflados socialmente sob vários disfarces /
criaram como normas arbitrárias para a grei seguir cegamente /
leis sob a batuta de um líder estúpido o suficiente para comandar o rebanho /

O ser humano inteligente sabe à poesia e a mar e barco /
a pelicano e fragatas e gaivotas sobre mar /
a barqueiro pescador sobre as águas de ouro do crepúsculo /
do rio pescador de peixes na rede de Cristo e seus discípulos /
rio franciscano à la São Francisco de Assis tão pobre /
andando descalço e com seu surrão sobre as águas crísticas /
mendicando o pão para dividí-lo ainda com a pobreza /
( não à Pobreza institucional ou abstrata /
mas aos pobres irmãos do frade Francisco /
aquela planta italiana com raiz no solo da Úmbria /
o pobre de Assis que revolucionou a pobreza e a riqueza em Assis /
como nenhuma flor pode fazer pela vida /
oferecendo os nutrientes básicos oriundos do sol /
e transformados pela fotossíntese em frutose e glicose /
que alimenta todo animal e todo ser humano ) /

São Francisco de Assis foi o homem que expressou claramente /
( com o sol no zênite ou no nadir /
até a mensuração em graus utilizando uma estrela no conceito de azimute ) /
a qualidade do homem que atingiu a inteligência poética /
aquela sabedoria humana que permite ao homem se tornar plenamente livre /
e, destarte, caminhar até a filosofia que é a expressão máxima da liberdade /
no pensamento e no comportamento /
na razão pura e prática /
pois quando o ser humano chega ao ponto culminante da inteligência /
que é possuir e ser em si a inteligência da poesia /
que é a inteligência que precede a qualquer outra manifestação de inteligência humana /
ele se transforma no sábio que está além dos filósofos e filosofias /
livre das peias das ciências e das religiões /
que não passam de políticas e masmorras frias e úmidas /
porquanto a inteligência da poesia destina o homem ao saber mais profundo e elevado /
leva-o aos mais recônditos segredos da inteligência /
cujo acesso abre o diálogo com os vegetais e com a natureza /
com língua e linguagem escrita e falada nos livros genéticos /
que possibilita a comunicação inteligente do poeta com todos os outros animais e insetos /
bem como com todos os vegetais /
e mesmo com os cosmos /
consoante a maioridade ou menoridade artística e sensível atingida pelo poeta /
e ainda apresenta em sua biblioteca de genes /
que são pequenos livros /
a memória viva e inteligente de todos os antepassados do homem /
bem como dos dos vegetais e animais e eras geológicas /
pelas quais o ser humano passou /
e guardou nas camadas da terra e dos genes /
( o profeta judeu e também o artista original e de alta qualidade /
como o o artista que escreveu as histórias dos faraós em hieróglifos /
e desenhou as cenas de maneira originária /
de uma originalidade que somente se acha na cultura egípcia /
- este poeta e artista é o mesmo poeta atual /
porém imerso em contexto cultural diverso /
ao qual precisaram dar forma à sua arte de inteligencia integral /
como é toda a arte e conhecimento da poesia /
que ao invés da bifurcação da inteligência em sensibilidade e racionalidade /
que caracteriza o contexto da sociedade ocidental
agiu com a universal inteligência característica da poesia /
que não cinge a inteligência em racionalidade e sensibilidade /
mas, ao contrário, adiciona à inteligência que o homem tem do mundo /
sua inteligência de poeta /
que é a única forma de inteligência exclusivamente humana /
e a primeira inteligência que faz do homem um sábio em contato com o universo /
uma vez que a inteligência da poesia é o primeiro motor da inteligência filosófica /
ápice da sabedoria aonde somente o poeta pode chegar /
porquanto a inteligência poética é a propedêudica essencial da inteligência /
sem a qual não há inteligência humana alguma /
mas apenas inteligência animal e vegetal /
pois não haveria nenhuma percepção da beleza e da verdade /
e consequentemente apenas a inteligência animal /
que é a inteligência da ciência e da tecnologia /
que é um saber compartilhado por homens e bestas /
diferindo na qualidade que o homem coloca na ciência /
e no fazer da razão prática no engenheiro /
quando a ciência é temperada de humanidade com a inteligência da poesia /
que necessariamente leva à filosofia /
e dá a razão pura da filosofia na prática /
com a compreensão do engenheiro de fazer /
porém nunca do saber /
porquanto a inteligência entre o fazer e o saber /
está separada por um espaço de tensão /
que os distancia como as galáxias estão distantes umas das outras no universo ) /

O homem que tem inteligência da poesia /
seria comparável ao piano da melhor qualidade /
com um virtuose brilhante tocando um concerto para piano e orquestra de Mozart /
um pianista cheio de paixão, técnica e conhecimento profundo /
- conhecimento filosófico da música e da arte de executar e compor /
profundo senso da beleza e da verdade /
imprimindo seu estilo original às frases da melodia e ao ritmo do piano /
deleitando aos que o ouvem com técnica refinada, sofisticação e harmonia incomum /
Frédéric Chopin
O homem que não atingiu a inteligência da poesia /
não atingiu o ápice do ser humano /
nem debruçou-se sobre o abismo mais profundo /
sobre o qual raras águias humanas voam sobranceiras /


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domingo, 15 de novembro de 2009

OS TRÊS CAVAELIROS AZUIS

Os três cavaleiros azuis /

Os três cavaleiros azuis rabiscam o horizonte /
os três cavaleiros azuis /

Os três cavaleiros azuis /
passam pelo caminho dentro das ervas /
pelo portal do azul que abre a vereda para a flor /
e constrói a ponte pênsil que liga a estrada para as ervas ao azul pavimentado no céu / Os três cavaleiros azuis /

São três poetas de versos e vida /
três filósofos cínicos e aristotélicos /
( filósofos versados em escolas de filosofia maiores e menores )
três monges a cavaleiro do Monte Carmelo /
os três cavaleiros azuis /

Sentam na ravina e discutem a tundra /
peregrinam pelos cerrados discorrendo sobre o bioma da floresta tropical /
os três cavaleiros azuis /

São três sábios andarilhos /
três eruditos palmilhando os caminhos /
três artistas colhendo a beleza vermelha da melodia vegetal na serenidade da solidão /
Os três cavaleiros azuis /

São três cavaleiros azuis a galope : /
Dom Quixote de La Mancha arrostando a fúria imaginária dos moinhos de ventos /
o terrível Cavaleiro Negro do Apocalipse /
e um cavaleiro forjado na armadura da minha solidão /
- um cavaleiro perdido pelos ermos dos meus desertos intimistas /
onde se vaga até vislumbrar na miragem ao longe /
os cavaleiros da morte reunidos em Brueguel e Salvador Dali /
Os três cavaleiros azuis /

Para onde vão pelas transcendências escarpadas abertas em Grand Canyon pelo luar /
de onde vêem imersos da treva ainda quente do motor da noite /
e o que são de fato fora do ato onírico /
os três cavaleiros azuis ?! /

Os três cavaleiros azuis /
vêem de longa travessia sobre um deserto de areias azuis /
com dunas e tempestades à porta das estrelas e galáxias espiraladas /
utilizando-se como ponte as patas do cavalo ora trotando ora galopando /
bem como os raios e as copas das árvores mais altaneiras /
como caminho de descida ao solo /
através das frinchas de sol abertas nas ervas sem chapéu /
que levam ao caminho secreto do castelo com armadura protetora de heras /
que é um dos refúgios e fortalezas dos cavaleiros /
cuja estrada é vincada pelos relâmpagos que sulcam os céus /
por onde os cavaleiros azuis vão e vem a caminho do mundo e da evasão do mundo /
Os três cavaleiros azuis /

Dos três cavaleiros azuis /
um é um cavaleiro sem cabeça /
pereceu na gloriosa batalha da vida /
mas continua cavaleiro azul embora cavaleiro sem cabeça /
Outro cavaleiro perdeu o elmo numa justa brutal /
e o terceiro busca a energia renovada do meu coração de leão /
que busca o beijo de Panaceia na literatura médica dos vegetais /
cuja sagrada escritura está grafada em folhas tonalizadas com o signo de um verde vital /
Os três cavaleiros azuis /

Os três cavaleiros azuis /

KANDINSKY, O CAVALEIRO AZUL

GRAND CANYON
Noravank Monastery complex and canyon in Armenia.

REFERÊNCIAS : GRAND CANYON, USA, GRAND CANYON, USA, GRAND CANYON, WIKIPEDIA, GOOGLE, UOUTUBE, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, CAVALEIRO AZUL, KANDINSKY, BIOGRAFIA, CAVALEIRO AZUL, KANDINSKY, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, GRAND CANYON, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, , GRAND CANYN, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, WIKIPEDIA, SÁBIOS, POETAS, FILÓSOFOS, ERUDITOS, SÁBIOS, POETAS, FILÓSOFOS, ERUDITOS , WIKIPEDIA, TRÊS CAVALEIROS AZUIS, WIKIPEDIA, TRÊS CAVALEIROS AZUIS, RABISCA O HORIZONTE, RABISCAM O HORIZONTE, TRÊS CAVAEILROS AZUIS, TRÊS CAVALEIROS AZUIS, WIKIPEDIA, PONTE PÊNSIL, PAVIMENTADO, PORTAL, PONTE PÊNSIL, PAVIMENTADO, PORTAL, WIKIPEDIA, CAMINHO, VEREDA, ESTRADA, WIKIPEDIA, CAMINHO, VEREDA, ESTRADA,WIKIPEDIA, MONTE CARMELO, WIKIPEDIA, MONTE CARMELO, WIKIPEDIA, FIÓSOFOS CÍNCOS E ARISTOTÉLICOS, WIKIPEDIA, FILÓSOFOS CÍNICOS E ARSITOTÉLICOS , WIKIPEDIA, FILÓSOFOS DE ESCOLA MAIORES E MENORES, FIÓSOFOS DE ESCOLA MAIORES E MENORES, WIKIPEDIA, FILOSOFIA MENOR, MAIRO, FILOSOFIA MAIOR, MENOR, WIKIPEDIA, VERSO, VERSADOS, VIDA, VERSOS, VERSADOS, VIDA, WIKIPEDIA, TUNDRA, RAVINA, CERRADO, FLORESTA TROPICAL, TUNDRA, RAVINA, CERRADO, FLORESTA TROPOICAL, WIKIPEDIA, BIOMA, MONGES, CAVALEIRO, BIOMA, MONGES, CAVALEIROS, WIKIPEDIA, MEDODIA VEGETAL, SERENIDADE DA SOLIDÃO, MELODIA VEGETAL, SERENIDADE DA SOLIDÃO, WIKIPEDIA, DOM QUIXOTE DE LA MANCHA, DOM QUIXOTE DE LA MANCHA, WIKIPEDIA, BRUGUEL, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, BRUEGUEL, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, SALVADOR DALI, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, SALVADOR DALI, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, CAVALEIRO NEGRO DO APOCALIPSE, CAVALEIRO NEGRO DO APOCALIPSE, VISLUMBRAR, DESERTOS INTIMISTAS, VAGA, VISLUMBRAR, DESERTOS INTIMISTAS, WIKIPEDIA, ERMOS, ARMADURA, FORJADOS, ERMOS, ARMADURA, FORJADOS, WIKIPEDIA, MOINHOS DE VENTO, GALOPE, MORTE, MOINHOS DE VENTO, GALOPE, MORTE, WIKIPEDIA, TRANSCENDÊNCIAS ESCARADAS, GRAND CANYON, TRANCENDÊNCIAS ESCARPADAS, GRAND CANYON, WIKIPEDIA, MOTOR DA NOITE, ONÍRICO, FATO, MOTOR D NOITE, ONÍRICO, FATO, WIKIPEDIA, TRAVESSIA, AREIAS AZUIS, DUNAS, TRAVESSIA, DUNAS, AREIAS AZUIS, WIKIPEDIA, GALÁXIAS ESPIRALADAS, PATAS DO CAVALO, GALÁXIAS ESPIRALADAS, PATAS DO CAVALO, WIKIPEDIA, TROTANDO, ALTANEIRAS, RAIOS, SOLO, TROTANDO, ALTANEIRAS, RAIOS, SOLO, WIKIPEDIA, COPA, RELÂMPAGO, SECRETO, HERAS, COPA, RELÂMPAGOS, SECRETO, HERAS, WIKIPEDIA, CASTELOS, REFÚGIOS E FORTALEZAS, CASTELOS, REFÚGIOS E FORTALEZAS, WIKIPEDIA, VINCADAS, SLUCAM, GALOPANDO, WIKIPEDIA, VINCADAS, SULCAM, GALOPANDO, WIKIPEDIA, ESTRADA, EVASÃO, PROTETORA, ESTRADA, EVASÃO, PROTETORA, WIKIPEDIA, CAVALEIRO SEM CABEÇA, CAVALEIRO SEM CABEÇA, WIKIPEDIA, PANACEIA, BATALHA, ELMO, PANACEIA, BATALHA, ELMO, WIKIPEDIA, LITERATURA MÉDICA DOS VEGETAIS, LITERATURA MÉDICA DOS VEGETAIS, WIKIPEDIA, ESCRITURA SAGRADA, GRAFADA, WIKIPEDIA, ESCRITURA SAGRADA, GRAFADA, WIKIPEDIA, FOLHA, SIGNOS, VERDE VITAL , FOLHA, SIGNOS, VERDE VITAL, WIKIPEDIA, ENERGIA, BEIJO, CORAÇÃO DE LEÃO, ENERGIA, BEIJO, CORAÇÃO DE LEÃO, WIKIPEDIA, KANDINSKY, BIOGRAFIA WIKIPEDIA, KANDISKY, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA.CAVALEIRO NEGRO DO APOCALIPSE, CAVALEIRO NEGRO DO APOCALIPSE, CAVALEIRO NEGRO.

CAVALEIRO NEGRO DO AOCALIPSE - CAVALEIRO NEGRO DO APOCALIPSE.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O OLHAR


O vôo no olho / - o vôo com sua base no porta-avião-pomba do olho humano / no aeroporto do olho / esse mestre de complexas teias / - o olho : esse ser quase apartado do cosmos / ser do olhar / no seu refinado e sofisticado mecanismo / sua mecânica que esconde um engenheiro misterioso / vestido desleixadamente entre a zona onírica e o chapéu de palha com fantasmas / - o olho e sua química extraída das montanhas mais inóspitas do ser / onde somente vivem ermitões pelas tebaidas / Pelo olho é lançado o vôo / como um projétil de pomba / cujo objeto é a pomba / deslizando no azul surfista ou no plúmbeo celeste / ( A pomba é um surfista azul em céu pesado a chumbo ) /
Blue Rock Pigeon I2 IMG 7877.jpg
A pomba posta na cor do céu / desenhada a olho nu / em geometria dos
sólidos traçada no globo ocular / e emitido pelos caminhos eletromagnéticos / que vagam pelo espaço do vagabundo / do poeta e do monge que vagam a sós / pelos deserto ou sobre vales férteis com olivais / goiabeiras onde construíram as vespas uma colmeia do diabo /

( as abelhas edificam colmeias ara guardar o arcanjo Gabriel em mel / enquanto as vespas fazem seu pouco de mel para envolver o diabo na sua múmia / sob o canto dos sortilégios escrito no Livro dos Mortos do Antigo Egito ) /
Há dias no rosicler da alvorada / alaranjando pombas na companhia do vôo matinal / quando elas oram tal qual os monges num convento beneditino / Porém no dia do urso cinza / ou do feroz urso negro dos bosques da paz / o dilúculo contorna um sonho ainda vivo / um sonho que ainda é um ser perambulando por uma aldeia distante até para a imaginação / aldeia desconectada da mente / vilarejo construído de fatos / toda coberto da poeira arqueológica dos sonhos ainda não escavados / - com surpreendentes casas erigidas por fantasmas / que enchem o imaginário sobrenatural da aldeia abandonada aos poetas / derradeiro refúgio do mundo ) /
O derradeiro refúgio deste mundo infeliz / passa pelo olho da pomba / que traz um ramo de erva verde ao bico / violino vegetal na terra que abraça ervas e árvores e arbustos pelo bem em raiz / com o violinista verde saindo do cheiro das ervas frescas de chuvas ou orvalhos / para tocar a melodia da vida do seio da terra / e depois dentro do templo do corpo humano / no Sistema Nervoso Central / o Concerto para Violino e Orquestra de Mozart / Opus da vida extraída em glicose e mel / da vida que é antes de tudo vegetal / vegetativa verde e violinista / extraindo a melodia que fabrica o olho da pomba / que gira no espaço salpicado do mel da paz completa / da paz que vai do belicoso e doente homem / até a flor e a abelha que não se separam enquanto par uno /
O olho tudo vê / não o olho-que-tudo-vê / que é um mero símbolo para fazer um molde da realidade / - da realidade no olho construído com beleza suprema da pomba ou do homem / olhos que suscitam o olhar / ação que vem de dentro e volta-se para fora / suplementando a foto na luz / colocando o olhar no olho / que assim tudo vê / de dentro para fora e de fora para dentro / como não pode ver a natureza / no seu apego simplório à luz /
O homem põe o cego no olho através do olhar / que prescinde do olho / do qual a pomba não pode prescindir / porquanto o olho volta-se para fora / agarra sua raiz na luz / enquanto o olhar tem como horizonte o cérebro / onde estão os símbolos e signos na mente / que faz o olhar ver melhor que os olhos /
O olhar varre o espaço sideral com o telescópio espacial Hubble /



MOISÉS E AS TÁBUAS DE LEI - MOISÉS E AS TÁBUAS DA LEI - MOISÉS, WIKIPEDIA, RAMBRANDT, BIOGRAFIA, RAMBRANDT, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, MICHELANGELO, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, MICHELANGELO, BIOGRFIA, WIKIPEDIA, CEGO, POMBA, PRESCINDIR, CEGO, POMBA, PRESCINDIR, WIKIPEDIA, OLHO, SIMPLÓRIO ,LUZ, OLHO, SIMPLÓRIO, LUZ, WIKIPEDIA, OLHO QUE TUDO VÊ, OLHAR, OLHO QUE TUDO VÊ, OLHAR , WIKIPEDIA, FOTO, LUZ, SUPLEMENTANDO, BELEZA, FOTO, LUZ, SUPLEMENTANDO, BELEZA, WIKIPEDIA, SÍMBOLO, REALIDADE, AÇÃO, SÍMBOO, REALIDADE, AÇÃO, WIKIPEDIA, DERRADEIRO REFÚGIO, MUNDO INFELIZ, DERRADEIRO REFÚGIO, MUNDO INFELIZ, WIKIPEDIA, RAMO DE ERVA VERDE, BICO, RAMA DE ERVA VERDE, BICO, WIKIPEDIA, VIOLINO VEGETAL, ÁRVORE, ARBUSTO, VIOLINO VEGETAL, ÁRVORE, ARBUSTO, WIKIPEDIA, TEMPLO, MELODIA, CORPO, TEMPLO, MELODIA, CORPO, WIKIPEDIA, SEIO, CONCERTO PARA VIOLINO E ORQUESTRA, SEIO, CONCERTO PARA VIOLINO E ORQUESTRA, WIKIPEDIA, OPUS, MOZART, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, OPUS, MOZART, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, BELICOSO, SALPICADO, MEL, PAZ, BELICOSO, PAZ, MEL, SALPICADO, WIKIPEDIA, TERRA, VIOLINISTA VERDE, TERRA, VIOLINISTA VERDE, WIKIPEDIA, CHUVAS, ORVALHO, SISTEMA NERVOSO CENTRAL, CHUVAS, ORVALHO, SISTEMA NERVOSO CENTRAL, WIKIPEDIA, DERRADEIRO REFÚGIO DO MUNDO, DERRADEIRO REFÚGIO DO MUNDO, WIKIPEDIA, IMAGINÁRIO SOBRENATURAL DA ALDEIA, IMAGINÁRIO SOBRENATURAL DA ALDEIA, WIKIPEDIA, CONVENTO BENEDITINO, MONGES, VILAREJO, CONVENTO BENEDITINO, MONGES, VILAREJO, WIKIPEDIA, URSO NEGRO, CINZA, POETAS, WIKIPEDIA, POETAS, URSO NEGRO, URSO CINZA, WIKIPEDIA, ROSICLER, ALVORADA, AURORA, ROSICLER, ALVORADA, AURORA, WIKIPEDIA, ALARANJANDO POMBAS, ALARANJANDO POMBAS, WIKIPEDIA, COMPANHIA, MATINAL, FANTASMAS, BOSQUES, COMPANHIA, MATINAL, FANTASMAS, BOSQUES, WIKIPEDIA, PERAMBULANDO, DESCONECTADA, ARQUEOLÓGICA, PERAMBULANDO, DESCONECTADA, ARQUEOLÓGICAS, WIKIPEDIA, MENETS, FATOS, POEIRA, MENTES, FATOS, POEIRA, WIKIPEDIA, DIABO, MÚMIA, ARCANJO GABRIEL, DIABO, MÚMNIA, ARCANJO GABRIEL, WIKIPEDIA, SORTILÉGIOS, LIVRO DOS MORTOS DO ANTIGO EGITO, SORTILÉGIOS, LIVRO DOS MORTOS DO ANTIGO EGITO, WIKIPEDIA, LIVRO DOS MORTOS, LILIVROS DOS MAROTOS, ANTIGO EGITO, ANTIGO EGITO, WIKIPEDIA, GOIABEIRA, OLIVAIS, DESERTO, VAGABUNDOS, GOIABEIRA, OLIVAIS, DESERTO, VAHGABUNDOS, WIKIPEDIA, VALE FÉRTIL, WIKIPEDIA, VALE FÉRTIL , WIKIPEDIA, GEOMETRIA DOS SÓLIDOS, WIKIPEDIA, GEOMETRIA DOS SOLIDOS, WIKIPEDIA, ELETROMAGNÉTICOS, WIKIPEDIA, ELETROMAGNÉTICOS, WIKIPEDIA, ESPAÇO, QUÍMICA, MONTANHAS, ESPAÇO, QUÍMICA, MONTANHAS, WIKIPEDIA, VESPAS, PROJÉTIL, OBJETO, TEBAIDA, VESPAS, PROJÉTIL, OBJETO, TEBAIDA, WIKIPEDIA, SURFISTA, CHUMBO, ONÍRICA, SURFISTA, CHUMBO, ONÍRICA, WIKIPEDIA, ZONA, REFINADA, SOFISTICADA, MECÂNICA, ZONA, SOFISTICADA, REFINADA, MECÂNICA, WIKIPEDIA, ENGENHEIRO MISTERIOSO, CHAPÉU DE PALHA, ENGENHEIRO MISTERIOSO, CHAPÉU DE PALHA, WIKIPEDIA, COMPLEXAS TEIAS, MECANISMO, COMPLEXAS TEIAS, MECANISMO, WIKIPEDIA, COSMOS, OLHAR, PLÚMBEA, COSMOS OLHAR, PLÚMBLEA, WIKIPEDIA, AEROPORTO, INÓSPITAS, AREOPORTO, INÓSPITAS, WIKIPEDIA, PLÚMBEO, PESADO, PLÚMBEO, PESADO, WIKIPEDIA.

TEIA DE MEL

Eu vi uma abelha / com a asa rota / perdida da rota da colmeia / sem rota enxameação / ilhada milhas de arquipélagos Robinson Crusoe da rota enxameada / sem rumo ou prumo / sem sumo númen / nem rota para a luz ou o mel / nem mapa tracejado na língua do mel / sem fio de mel que a ligasse à colmeia / favos metidos no desenho dos hexágonos / onde a vida move a pupa branca / que irá ter à barra da alva / no espaço remanescente da alba em flor de laranjeira que cheira / na beira da eira da flor de laranjeira brejeira /
Abelha solitária / em breve vida de monja eremita / sem ermida, comida, agasalho, sobretudo / nem abrigo na intempérie / ou companhia de abelhas enxameadas / menos toda abelha algébrica / na solidão mortal do descampado / da clareira que a luz artificial rasga / com a foice da lâmpada de Edison / chiando imperceptivelmente nas trevas / - trevas que chiam mais baixo ainda / no contraponto de Edison na lâmpada / agora já um número algébrico com o sinal de menos antecedendo-o / iniciando o nada teórico e prático da abelha algébrica / onde há "a" positivo e o "-a" negativo / universo aberto para o número que pode ser 1 ou -1, respectivamente positivos e negativos / e também 2 positivo e -2 negativo até infinito matemático : 3, -3, 4, -4, 5, -5... / - infinito mental que atravessa o cosmos num átimo de pensamento / na lógicas formal da álgebra / que desvela todo o abstrato /

Vi uma abelha / que perdera o sol / o prumo do sol / o rumo solar / e estava com a asa avariada / rota asa sem rota / procurando uma réstia de luz sob a lâmpada /

Perdera-se do sol / na rota rota da noite rota / e não achara uma cefeida / cintilando ao abandono da alma negra da noite / que descia de pára-quedas / sob luz de alma clorofilada / a bruxulear na secante da borrasca / trovejando e relampejando em tangente / enquanto convoca lobos selvagens / feras com dentes brancos rutilando no raiar amarelo do raio / a que se seguia o espocar do trovão / num tiro de longo estrondo / rasgando o véu surdo da noite / a veste nigérrima da viúva / a gargalhada crudelíssima da bruxa / cuja face oculta sob o capuz / ocultava um esgar de árvore com galhos tortuosos / como que se dançassem sob o balé dos relâmpagos / a riscar a treva extensa da noite tempestuosa / soltos todos os diabos no vento /

Uma abelha no chão / girando em vão / em busca de sol / girando em ritmo de girassol / tal qual fosse um nariz / detectando o gosto da chuva / que é um mixórdia de odores / impregnando ventos, poeira, água, vapor... /
Leitura Espiritual
Uma abelha monja eremita carmelita / nas pegadas do caminho / que leva ao odor verde / (O olor verde é caminho de abelhas / No fim desse caminho mora o violinista verde / eterno enamorado da clorofila / e a Vênus de mel / mãe da abelha-mestra e operária / mãe de rainhas e súditos / sob ou sobre a terra / na terra deitada em pó no chão / na Terra espargida em montanhas / vales verdes com faces barbudas de ervas e boninas mui femininas / e leões e peixes e baleias azuis e pelicanos brancos / que tudo isso é terra / junto a flores e casas de marimbondos / água benta de chuva / carregando mariposas / que são térmitas cujas asas em longo curso de vôo de aeroplano / trazem Moisés e os outros anfíbios / os quais mensuram até onde vai a vida / na terra molhada por todas essas vidas nas águas das chuvas / que chamam todos os insetos e anfíbios / no batismo e na bênção das águas / - águas de chuva que moldam almas nos corpos de ninfa e pupa /

Era uma abelha isolada, insulada / nua socialmente / longe da colmeia / em solidão imprópria à natureza da abelha / - uma presa fácil aos predadores / que a vão rondando e fechando o anel da morte em torno / da abelha acuada no escuro da alma / na região mais obscura da alma velada / lambida por raios velozes / que lembravam o mel / - mel fabricado no céu / sorvido no azul celeste e floral / da humílima erva de flor azul /
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Longe da colmeia / rota a asa sem rota pelo espectro solar / a abelha se debate em vão / enquanto a teia da vida / a teia de mel de sua vida é cortada / e pouco e pouco a teia da morte é tecida / pela aranha tecedeira de mortalha / que guarda um anjo com face de Narciso afogado no mel /
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( A abelha sem colmeia / é o homem sem natureza / o ser humano contextualizado apenas dentro da cultura e civilização / mas fora o anjo natural posto pela abelha na matéria do mel do tonel / - o homem infeliz cuja cobiça fez perder os insetos / até à última mariposa infinita não matemática / que veio de piloto na noite cheia de gotas de chuvas / do âmago da alma escura da noite sem vela padrão / sem variantes cefeidas / nem estrela de natal que a guiasse / trazendo o Moisés bíblico e os demais anfíbios / e as formigas que suscitam o planador nas asas / num vôo perigoso como o das térmitas / pilotos cujas rotas são rotas desde antes da rota preestabelecida / - rota corrigida somente com asas dentro do olho da tempestade que bate água nas diáfanas asas translúcidas ) /

Eu vi a abelha perdida! / Vi a abelha perdida porque - eu sou a abelha perdida! / - Sou a abelha perdida que viu um homem perdido / olhando-me comiserado pelos olhos da abelha / ( Eu estava na abelha que olhava para mim / quase a pedir socorro / - olhares cruzados de seres perdidos / - a abelha estava em mim / perdida no novelo da noite ) /

O homem que vi na escorrer nos olhos da abelha que me olhava / - esse homem era eu! / assustado, perdido, solitário / monge numa noite dolorosa e fatal / uma noite que me matava em gotas através do veneno de trevas / lua e pedra no altar entrelaçadas /

A abelha com a alma toldada em pedra e lua / maculada pela alma negra da noite / a abelha perdida que me vi com olhos de homem perdido / - homem cuja alma ia sendo apagada / estrela por estrela - da manha à estrela Vésper / pela peste negra grassando em silêncio de grama na calada da noite / que me invadia chiando / como os bichos nas trevas chiam / e ninguém pode ver /
A abelha que vi era eu - o homem / dentro dos olhos desesperados da abelha / e o homem que a abelha viu era ela - a abelha! / dentro dos olhos do homem! / mirando o riacho que esculpe a face aquática de Narciso / peixe afogado na vanidade /

Ambos nos víamos nos espelhos do Narciso que somos / Narciso que desenha espectros retorcidos ou belos / na lâmina da água aonde vai se mirar , ó rio! / Oh! torrente de longo canto! /
BnotYaakovBridge.JPG
RIO JORDÃO, RIO JORDÃO , RIO JORDÃO

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RIO JORDÃO, RIO JORDÃO
AFRESCO SOBRE O BATISMO NO RIO JORDÃO - AFRESCO SOBRE BATISNMO NO RIO JORDÃO

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A INTELIGÊNCIA DO POETA

A poesia é a inteligência vegetal /
captada pelo artista /
exprimida na voz em canto versificado do poeta /
criada e percebida no sistema
vegetativo do profeta /
que é a velha forma com que se travestia o poeta /
a lira e o lírico /
tangendo a matemática na secante do anjo caído desde a última primavera /

Sediada no jardim do Éden /
que é o sistema nervoso vegetativo /
a poesia é
o anjo em abelha fabricando o mel da sabedoria da vida plena e abundante /
nos meandros da colméia que se enxameou /
e saiu com a abelha rainha no cego vôo piloto /
em busca de novo sistema nervoso vegetativo instaurado pela genética /

com novos favos nos hexágonos e novas pupas brancas /
pupas caiadas de vida /
espocando na colméia do sistema nervoso vegetativo dos descendentes /
guiada pelo vetusto piloto que vem no vôo das térmitas e dos enxames /
- vôo que a água faz brotar na primeira aceleração do cheiro de chuva /


A memória, a imaginação, a ciência e a tecnologia /
não são inteligências exclusivamente humanas /
mas estão por toda a natureza /
nos vegetais, bactérias, vírus, protozoários /
nos animais e no animal que é o corpo do homem /
porquanto é uma inteligência necessária /
essencial à sobrevivência /
uma energia que torna os animais mais aptos para exercer seu império /
tomando pela violência o território onde vivem as fêmeas /
prêmio sexual para o campeão /
e canal por onde o vencedor faz passar sua carga genética /
( as flores têm território parado na raiz /
porém voante longo nas asas das abelhas /
e um futuro de pupa no mel /
que torne doce o favo e a vida /
O mel de abelha é a tecnologia nutricional de ponta da natureza ) /
O homem compartilha com a colméia e as térmitas /
a inteligência da ciência e tecnologia /

também os crocodilos e outros seres solidários e solitários /
que sobrevivem há mais tempo que o homem /
e portanto têm ciência mais longa e refinada em língua de abelha ou formiga /
ou de cigarra que canta com guitarra /
no recanto poético de Olegário Mariano /
princípe dos poetas menores /
flor no sistema nervoso vegetativo /
( pois o poeta é uma flor interna /
aberta na inteligência do sistema nervoso vegetativo /
parte do cérebro envolto pelo vegetal que pensa a vida enquanto vive /
agindo e vivendo simultâneamente /
e não apenas à álgida luz dilucular que permeia a razão pura e prática dos filósofos ) /

A poesia é a primeira manifestação da inteligência humana /
é genuína e exclusiva inteligência humana /
não está presente na natureza em qualquer de suas formas /
A natureza ignora a inteligência poética /
( A matemática dos gênios /
a física de Einstein /
ou a biologia de Darwin /
as melodias de Mozart, Beethoven, Chopin... /
também são línguas em formas poéticas /
codificada em equações /
formas de comunicação aptas a montar o diálogo com a natureza /
em outro modo de poesia /
de inteligência poética ) /

A poesia é a inteligência que cinge homem e natureza /
põe o homem num patamar único e inatingível /
num lance acima dos arcanjos /

possibilitando ao ser humano perceber e produzir a beleza /
que é e mesma verdade /
pois beleza artística e verdade sob perspectiva filosófica /
são o mesmo produto feito a modo de poeta ou de filósofo /

A inteligência da poesia é o primeiro passo /
para se passar à inteligência da filosofia /
pois não se é filósofo sem antes ser poeta /
ao menos na percepção e capacidade de usufruir a beleza /
que o artista arranca de sua originalidade /
no ato de escrever ou ler o texto próprio ou de outro sábio /
porquanto a obra lida ou interpretada com originalidade é outro texto /
outra beleza que acorda outra verdade /
novas frases para violino e piano na partitura de Mozart /

A poesia é originária no homem /
contudo a maioria dos homens não chegam jamais a essa inteligência /
pois a poesia está plantada no sistema nervoso vegetal /
o pensamento silvestre /
o pensamento selvagem /

ao qual tão-somente o poeta tem acesso pelo gozo da arte /
( a poesia é a mãe da filosofia /
produz o leite que alimenta a filosofia /
e abre o caminho da Via Láctea ao filósofo /
que se nutriu do leite das tetas da poesia ) /

A filosofia é produto do sistema nervoso central /
sede da razão pura e do pensamento ético /
que leva ao comportamento racional do filósofo cínico /
do epicureo e do resignado e impávido estóico /
homens sábios e virtuosos que venceram o mundo exterior /
do qual se emanciparam /
ao qual escarneceram em sua independência individual /
conquistada e mantida graças a fortaleza da virtude /
e a sabedoria vasta e profunda sobre o universo e o homem /
sobre os deuses de pedra, barro, fumo e ao que concerne ao pensamento /
- o pensamento que dá o ser e a paixão da poesia /
cuja função de motor Otto é mover o mundo e o ser humano /
Essa inteligência poética é exprimida em várias línguas : /
Pela língua vegetal /
cujo caminho vai do vegetal ao sistema nervoso vegetativo /
que vincula esses universos em interação no homem e natureza /
na linguagem animal que rege tanto o corpo da fera quanto do homem /
Na linguagem do teatro e no rito social que é a representação do drama poético humano /
trágico e cômico /
entre o riso sarcástico e cínico e a dor física ou moral mais pungente /
Por fim, a inteligência da poesia move a mão e a célebre língua dos anjos /

Todas essas línguas e linguagens estão adicionadas uma às outras /
num amálgama de profunda inteligência gramatical e linguística e semiológica /
e semiótica /
Porém estas línguas e linguagens animais e vegetais e humanas /
faladas e escritas pela natureza e elos homens comuns e cientistas /
são infinitamente inferiores aos códigos criados para a poesia /
porque não logram dar expressão ao que a língua e linguagem da poesia expressa /
- exprime sobre a inteligência suprema contida no pensamento sensível da poeta /
que canta o sensível em ritmo quase imperceptível no cosmos /
e fala, analisa e escreve sobre as origens das idéias e do pensamento /
que outrossim estão mergulhados nas pétalas e néctar da poesia /
- fato que faz o homem ser superior aos anjos e arcanjos e querubins e Serafins /
em língua, linguagens e inteligência /
- inteligência suprema que cala os códigos desenvolvidos para fazer cantar e dizer a poesia /
inteligência poética /
inteligência da poesia /
face do bem, do belo e da verdade /
- o ser na unidade do pensamento de Parmênides /

JOAN MIRÓ, JOAN MIRÓ, JOAN MIRÓ, BIOGRAFIA , OBRA, JOAN MIRÓ, OBRA.
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